domingo, 30 de novembro de 2008

Mestre dos Mestres

Quando todos esperavam que Ele entrasse triunfalmente em Jerusalém, com uma grande comitiva e pompa, tomou uma atitude clara e eloqüente que demonstrava a rejeição por qualquer tipo de manifestação de poder político, pompa e riqueza.

Mandou alguns de seus discípulos pegar um jumentinho e teve a coragem de montar aquele desajeitado animal.

E foi assim que aquele homem entrou em Jerusalém.

Que cena impressionante!!!

As pessoas, mais uma vez, ficaram chocadas como o seu comportamento. Mais uma vez não O compreenderam.

Os seus discípulos, eufóricos com a expectativa de apoio popular, receberam um balde de água fria.

Porém, as pessoas confusas e ao mesmo tempo admiradas, colocavam suas vestes sobre o chão para que Ele passasse e O exaltavam como Rei de Israel.

Queriam proclamá-Lo Rei, mas Ele demonstrava não querer nenhum tipo de poder.

Queriam exaltá-Lo, mas Ele afirmava que para atingir seus objetivos só precisava de humildade.

Cristo propunha uma revolução que se iniciava no interior do homem, no secreto do seu ser e não no exterior.

Ele possuía uma personalidade tão requintada, que se expressava como uma melodia que rimava entre os extremos das notas musicais.

Adaptado de Mestres dos Mestres
Augusto Cury

2 comentários:

Gandalf disse...

Cara Professora Raquel,
Lendo sua apreciação da entrada de Jesus Cristo em Jerusalém no dorso de um jumentinho, verifiquei a necessidade de prestar um pequeno esclarecimento. A senhora tem razão em destacar o fato de Jesus sempre se portar com humildade e sem ostentação. Entretanto, no caso em questão, Jesus não entrou na cidade montado no jumento para demonstrar humildade, mas sim porque, naquele tempo, quando um profeta ou rei desejava dmonstrar que vinha com intenções de conquista costumava cavalgar um cavalo, em geral um lindo corcel. Quando, ao contrário, desejava mostrar que suas intenções eram pacíficas montava um jumento. O sinal de Jesus era no sentido de que Ele vinha em paz, já que seu reino não era daquele mundo. O povo, então, o estava saudando como um rei de paz, daí não colocarem em seu caminho apenas as próprias roupas, mas também folhas de palmeira, outro símbolo de paz. a revolução de Cristo, a maior de todos os tempos, foi feita com base na paz e na conciliação, como mostrou, mais tarde, Sua declaração de "dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", certo? Um abraço e parabéns pelo blog!

Professora Raquel Tinoco disse...

Olá Gandalf, seu comentário é bem-vindo. Utilizando os costumes da época, já que Jesus não teve qualquer intenção em afrontar os governantes, mas sim pregar sua mensagem de amor e paz, Sua entrada em Jerusalém quis mostrar que o seu Reino era diferente dos demais. Obrigada pela visita. Um abraço.

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Me ensinaram que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... e assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos se tornaram meus amigos e isso me faz seguir.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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