segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Ministério do Trabalho e Emprego

Ministério do Trabalho abre inscrições para 1.822 vagas

Salário é de 1.814,95 para nível médio e R$ 1.949,12 para nível superior. Do total de vagas, 1.628 são para cargo de nível médio.

Inscrições

Até 19 de novembro
Salário
R$ 1.814,95 para nível médio e R$ 1.949,12 para nível superior
Vagas
1.822
Taxa de inscrição
R$ 35 e R$ 40
Prova
21 de dezembro

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) abre inscrições nesta segunda-feira (27) para 1.822 vagas - 1.628 são para o cargo de agente administrativo (nível médio), 186 para administrador (graduados em administração) e 8 para economista (graduados em ciências econômicas). Os dois últimos necessitam também de registro nos respectivos conselhos. A carga horária é de 40 horas semanais e a remuneração oferecida é de R$ 1.814,95 para nível médio e R$ 1.949,12 para nível superior.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.cespe.unb.br/concursos/mte2008, entre as 10h de 27 de outubro até as 23h59 de 19 de novembro. O valor da taxa de inscrição é de R$ 35,00 para nível médio e de R$ 40,00 para nível superior.

A seleção dos novos servidores do MTE será feita por meio de provas objetivas, que avaliarão as habilidades e os conhecimentos dos candidatos.

A prova será aplicada no dia 21 de dezembro, no turno da manhã para quem for concorrer a para administrador e economista, e no turno da tarde para nível médio.

A duração de ambas as provas será de 3 horas e 30 minutos. O concurso será realizado nas capitais de todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

Os locais e o horário de realização das provas objetivas serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na Internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/mte2008, na data provável de 10 ou 11 de dezembro.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,9654,00.html

Nível Médio - Agente Administrativo

Programa:

1. LÍNGUA PORTUGUESA: 1 Compreensão e interpretação de textos. 2 Tipologia textual. 3 Ortografia oficial. 4 Acentuação gráfica. 5 Emprego das classes de palavras. 6 Emprego do sinal indicativo de crase. 7 Sintaxe da oração e do período. 8 Pontuação. 9 Concordância nominal e verbal. 10 Regência nominal e verbal. 11 Significação das palavras. 12 Redação de correspondências oficiais: Manual de Redação da Presidência da República: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/index.htm

2. NOÇÕES DE INFORMÁTICA: 1 Conceitos e modos de utilização de aplicativos para edição de textos, planilhas e apresentações: ambiente Microsoft Office. BR Office: Editores de textos (Writer) e planilhas eletrônicas (Calc). 2 Conceitos e modos de utilização de ferramentas e aplicativos de navegação de correio eletrônico, de grupos de discussão, de busca e pesquisa. 3 Sistemas operacionais: Windows XP e LINUX. 4 Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados à Internet e intranet. 5 Conceitos de tecnologia de informação: Sistemas de Informações e Conceitos básicos de Segurança da Informação.

3. CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES

3.1. NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL (todos os cargos): http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm
1 Direitos e garantias fundamentais. 1.1 Direitos e garantias individuais e coletivos: direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. 1.2 Direitos sociais: direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. 1.3 Nacionalidade. 1.4 Direitos políticos. 2 Poder executivo: forma e sistema de governo, chefia de estado e chefia de governo. 3 Ordem social: base e objetivos da ordem social: seguridade social; educação, cultura e desporto; ciência e tecnologia; comunicação social; meio ambiente; família, criança, adolescente e idoso.


3.2. NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO (para o cargo de nível médio): 1 Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. 2 Organização administrativa do Estado. 3 Administração direta e indireta. 4 Agentes públicos: espécies e classificação. 5 Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União: Lei 8112/90 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm: provimento, vacância, remoção, redistribuição, substituição, direitos e vantagens, regime disciplinar, responsabilidade civil, criminal e administrativa. 6 Poderes administrativos. 7 Atos administrativos: conceitos, requisitos, atributos, classificação, espécies, motivação e invalidação. 8 Licitações: Princípios, modalidades, dispensa e inexigibilidade (Lei n.° 8.666/93 e alterações - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm ). Lei do Pregão (Lei n.° 10.520/2002 e alterações - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10520.htm).

3.3. RELAÇÕES PÚBLICAS (todos os cargos): 1. Ética na Administração Pública: Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: Decreto n.° 1.171/94 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm 2. Qualidade no atendimento ao público: comunicabilidade; apresentação; atenção; cortesia; interesse; presteza; eficiência; tolerância; discrição; conduta; objetividade. 3. Trabalho em equipe: personalidade e relacionamento; eficácia no comportamento interpessoal; servidor e opinião pública; o órgão e a opinião pública; fatores positivos do relacionamento; comportamento receptivo e defensivo; empatia; compreensão mútua.

3.4. LEGISLAÇÃO:

3.4.1. Estrutura Regimental do MTE:
Decreto n.° 5.063/2004 - http://www.mte.gov.br/legislacao/decretos/2004/default.asp
Decreto n.° 6.341/2008 - http://www.mte.gov.br/legislacao/decretos/2008/default.asp
3.4.2. Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED:
Lei n.° 4.923/65 e alterações - http://www.mte.gov.br/legislacao/leis/1965/default.asp
3.4.3. Relação Anual de Informações Sociais - RAIS:
Decreto n.° 76.900/75 e alterações - http://www.mte.gov.br/legislacao/decretos/1975/default.asp
Instrução Normativa MTPS n.° 01, de 21 de fevereiro de 1992 -http://www.mte.gov.br/legislacao/instrucoes_normativas/1992/default.asp
3.4.4. Abono Salarial:
Lei n.° 7.998/90 e alterações - http://www.mte.gov.br/legislacao/leis/1990/default.asp
3.4.5. Seguro-desemprego: Lei n.° 7.998/90 e alterações - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7998.htm
3.4.6. Emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS:
Decreto-Lei n.º 926, de 10 de outubro de 1969 - http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/24/1969/926.htm
Lei n.º 9.049/95 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9049.htm

3.5. GESTÃO ADMINISTRATIVA.

3.5.1. Arquivo.

a) Legislação brasileira e conceitos fundamentais.
b) O gerenciamento da informação e a gestão de documentos aplicada aos arquivos governamentais.
c) Arquivos correntes e intermediários.

d) Procedimentos de protocolo.
e) Aplicação de instrumentos de classificação e temporalidade de documentos.

3.5.2. Normas básicas sobre processo administrativo no âmbito do Administração Pública Federal (Lei n.° 9.784/99 e alterações - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9784.htm).


Quadro de vagas para o Rio de Janeiro

RJ

Angra dos Reis/Agência Regional

1


RJ

Barra Mansa/Agência Regional

1


RJ

Bom Jesus de Itabapoana/Agência Regional

3


RJ

Cabo Frio/GRTE

3


RJ

Campos dos Goytacazes/GRTE

4


RJ

Cantagalo/Agência Regional

1


RJ

Duque de Caxias/GRTE

14


RJ

Itaboraí/Agência Regional

3


RJ

Itaguaí/GRTE

2


RJ

Italva/Agência Regional

1


RJ

Itaperuna/GRTE

5


RJ

Macaé/Agência Regional

4


RJ

Miguel Pereira/Agência Regional

2


RJ

Nilópolis/Agência Regional

2


RJ

Niterói/GRTE

10


RJ

Nova Friburgo/GRTE

5


RJ

Nova Iguaçu/GRTE

17


RJ

Paracambi/Agência Regional

2


RJ

Parati/Agência Regional

1


RJ

Petrópolis/GRTE

5


RJ

Porciúncula/Agência Regional

1


RJ

Resende/Agência Regional

1


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Botafogo

2


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Campo Grande

2


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Gávea

2


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Ilha do Governador

1


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Jacarepaguá

4


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Madureira

5


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Marechal Hermes

4


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Méier

5


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Pavuna

3


RJ

Rio de Janeiro/Agência Regional - Tijuca

2


RJ

Rio de Janeiro/Sede da SRTE

104


RJ

São Gonçalo/Agência Regional

2


RJ

São João do Meriti/Agência Regional

2


RJ

Sapucaia/Agência Regional

2


RJ

Teresópolis/Agência Regional

3


RJ

Três Rios/Agência Regional

5


RJ

Valença/Agência Regional

2


RJ

Vassouras/Agência Regional

1


RJ

Volta Redonda/GRTE

10



[...]

domingo, 26 de outubro de 2008

Silêncio

Vou contar-lhes um pouco mais da saga de minha família. Sim, uma família forte, com histórias fortes, às vezes tristes e outras felizes. Há episódios e episódios, como o dia em que meu irmão mais velho colocou fogo no pasto e o fogo se alastrou por uma plantação de arroz do vizinho. Mas essa eu conto depois.

Eu fui uma criança muito feliz. Sou a caçula de dez irmãos. Imagine!!!

E como nasci bem tarde, meus sobrinhos acabaram sendo também meus irmãos. Tínhamos idades muito próximas.

Nasci em Piranema, um antigo distrito de Itaguaí, hoje pertencente a Seropédica. Vivi durante boa parte da minha vida nesse lugar. Ainda me emociono quando passo por lá. Vejo o hospital onde nasci, a escola em que estudei, os lugares onde brinquei...

Mas meu tempo de Itaguaí começou mesmo após uma grande perda. A morte de minha irmã Cenyr.

Cenyr, segundo informações de minha mãe, foi a quinta filha a nascer. Não me lembro muito dela, mas minha mãe diz que quem me dava comida era ela. Sempre comigo ao colo. E foi assim que, num dia de domingo, caminhamos para a Igreja.

Para chegar à Igreja minha família percorria mais ou menos oito quilômetros pela estrada principal. Como eram muitos filhos e não havia dinheiro para o transporte de todos, iam à pé. E assim foi.

Acordaram cedo, vestiram suas melhores roupas. Afinal era Dia do Senhor. Cenyr me arrumou, uma menina de 03 anos, e ajudou minha mãe com os preparativos para que todos saíssem na hora certa, a tempo de chegarmos ao culto sem atrasos.

Saímos. Minha mãe, minha irmã Cely, minha irmã Cenyr comigo ao colo. Atrás vinha meu irmão Edson. Cenyr estava na ponta, à beira da estrada. Conversavam trivialidades, cantavam hinos e caminhavam para a igreja. Cenyr era pianista. Tocava nos cultos. Seus passos e sua voz marcavam o mesmo ritmo. Sua risada ressoava naquele silêncio matinal.

Quase chegando ao nosso destino, Cenyr pediu que minha mãe me segurasse. E foi apenas o tempo de me passar para o colo de minha mãe. Um segundo, quase imperceptível, um carro... poeira... e Cenyr estendida no chão aos nossos pés. Tinha apenas 16 anos.

Meu irmão que estava atrás correu, minha mãe se desesperou... Ele contou... Um carro!!! Eles estenderam a mão e puxaram o cabelo dela... Ela tombou...

Sua Bíblia ao chão... seu hinário ao chão...

Meu irmão correu até à igreja para avisar meu pai. Ele havia saído pouco tempo antes de nós. Era diácono. Precisava estar na igreja antes de todos, ajudando a preparar o culto.

Minha mãe, depois desse baque, não suportou mais ficar em Piranema. Procuraram uma casa e encontraram em um bairro do Rio chamado Senador Camará. Vivi ali até os 09 anos.

Mas esse é outro capítulo da saga dos Tinoco e Costa.

Eu tenho uma vaga lembrança do enterro de minha irmã. Lembro que estava no colo de alguém e chamava pelo nome dela. Mas as tristezas reais que envolveram esses fatos estavam longe de uma menininha de 03 anos. Entretanto os danos causados até que a dor permanecesse ali, naquele lugar onde as dores permanecem, mentindo que foram esquecidas, eu pude presenciar e viver. Eu e minha mãe fomos muito companheiras a partir daí. Não tínhamos abundância, não tínhamos brinquedos caros, não tínhamos roupas caras... Meu pai permaneceu em Piranema onde trabalhava e minha mãe seguiu para Senador Camará com os filhos que ainda eram solteiros.

Mas éramos felizes. As coisas simples nos faziam sorrir. Eu e Sérgio, ainda crianças, inventávamos brincadeiras com o que tínhamos. Um bambú com uma corda amarrada era o nosso cavalinho de pau. Uma lata de leite em pó com areia, furada nas laterais, com um barbante atravessando, era nosso trem. rsrsrs

A dor, eu imagino, era quase insuportável, mas via minha mãe ajoelhada orando por seus filhos todos os dias.

Aprendi todas as histórias da Bíblia através dela. Ela as contava todos os dias quando me colocava na cama para dormir.

Lia versos para mim até que eu os decorasse e quando isso acontecia, eu os recitava nos cultos.

Minha irmã Cely me ensinou a ler nos gibis que comprava. Era feliz... sem saber que a felicidade às vezes nos custa caro. Mas a dor nos ensina a ver o mundo de outra forma, com mais calma, mais vagar.

A dor nos ensina a ouvir o silêncio, a sentir as notas da quietude.

Anos depois, escrevi em minha Bíblia uma frase que li no Mananciais no Deserto. Era uma jovem então, tinha 21 anos.

"Todas as coisas vêm à mão daquele que sabe confiar e estar quieto".

Hoje, apenas oro para que Deus me use todos os dias em auxílio a outros. Que eu possa, das minhas dores, das minhas alegrias trazer palavras de ânimo e vigor.
[...]

O Deus do Impossível

Nos Alpes, todos os anos, Deus opera uma de Suas maravilhas.

Formam-se ali poças de neve. Suas bordas ficam como que debruadas de gelo endurecido por causa da exposição do sol do dia e do frio da noite.

Através daquela crosta de gelo, surgem, preservadas, delicadas flores.

No verão anterior, a pequena soldanela espalhou até longe as suas folhas, bem rente ao chão, para beber os raios de sol, e os armazenou em suas raízes durante o inverno.

Então veio a primavera e despertou-a, mesmo sob a neve. Ela brotou, e foi lhe dado calor, em tão estranha medida que derreteu uma pequena abóbada de neve, acima de sua cabeça, formando uma pequena bolsa de ar.

E a plantinha cresceu, e sempre acima dela, foi subindo a bolsa de ar, até formar-se o botão, seguro ali dentro.

Finalmente o gelo que cobria a bolha de ar cedeu, e a flor encontrou o caminho para o sol. E a textura cristalina de suas pétalas lilases brilha como a própria neve, como se ela trouxesse em si os traços do caminho por onde passou.

Para Deus nada é impossível. Persista ousadamente até o fim. Lance fora toda sombra de desesperança que é peculiar ao ser humano.

Junte todas as dificuldades, estenda a mão a Ele e tenha fé.

Nós gostamos de ver acontecer o impossível e Deus também.

Adaptado de Mananciais no Deserto

[...]

Mestre dos Mestres

Jesus era um especialista em libertar a sua criatividade e encantar as pessoas.
Em situações em que era quase impossível ter uma reação inteligente, Ele surpreendia.

Vejamos o episódio em que Pedro O negou.

Ele estava ferido, cheio de hematomas e sangrando. Era de se esperar que não existisse mais nada nesse momento, além da sua dor.

Os soldados golpeavam-Lhe o rosto e Pedro golpeou-Lhe o coração. Quando Pedro O negou pela terceira vez, Ele esqueceu-se de Si e procurou, com Seus olhos, os olhos do Seu discípulo. Seu olhar foi penetrante.

Sabia que Pedro estava algemado no cárcere do medo. Sabia que seu sentimento de culpa poderia ser tão grande que Pedro poderia atentar contra a própria vida.

O olhar do Mestre penetrou nos olhos de Pedro. Falou muito sem nada dizer. Disse que o amava, ainda que ele O negasse. Disse com lágrimas que o compreendia.

Pedro, não conseguia raciocinar, estava apavorado, mas ficou perplexo com esse olhar.

Em frações de segundos penetrou dentro de si, reconheceu sua fragilidade, saiu de cena e foi chorar.

Cada lágrima foi uma lição de vida. Nunca aprendeu tanto sem ouvir uma única palavra.

Jesus marcava as pessoas com seus gestos incomuns.

Adaptado por Raquel Tinoco de 12 semanas para mudar uma vida
Augusto Cury

[...]

Simples, simples assim


Ser sábio não quer dizer ser perfeito, não falhar, não chorar e não ter momentos de fragilidade.

Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem.

Nas vitórias, os sábios são amantes da alegria.

Nas derrotas, são amigos da reflexão.

Augusto Cury

Foto: Raquel Tinoco - Vila Velha - PR
[...]

Histórias de Sucesso

Esse vocês conhecem bem.

Nascido em Tambaú, interior paulista, foi bóia-fria aos sete anos de idade.

Aos 19, vai para São Paulo, onde estuda Sociologia na Universidade de São Paulo, na mesma turma de nomes como Ruth Cardoso e Francisco Weffort.

Em 1957, inicia sua carreira jornalística, como repórter esportivo nos jornais O Esporte e Diário Popular.

Em 1962, muda de área, passando para o jornalismo econômico, incialmente na redação de estudos de uma empresa de consultoria.

Em 1966, é contratado pela Folha de São Paulo para lançar a editoria de Automóveis, tornando-se dois anos depois editor de Economia do mesmo jornal, lançando uma coluna diária a partir de 1970.

A coluna tornou-se célebre por desmistificar a economia numa época de inflação astronômica e reiteradas medidas desastradas do governo.

É de lá que nasceram alguns de seus bordões, como "quem não deve não tem" e "na prática, a teoria é outra".

Paralelamente à coluna na Folha (que transferiu para o Estado de São Paulo em 1991), passa, ainda em 1970, a participar de programas de rádio e de televisão, onde se torna conhecido do grande público, com suas participações nos telejornais da Rede Globo, na qual permaneceu entre agosto de 1985 e julho de 2003.

Alguns de seus mais célebres trabalhos na TV são o primeiro debate entre candidatos a eleições, na Band, e a entrevista com os despreparados membros da equipe econômica de Fernando Collor em março de 1990, onde Zélia Cardoso de Mello e Ibrahim Eris, entre outros, foram pegos de surpresa por ele, Lilian Witte Fibe e Paulo Henrique Amorim, então especialistas em economia da emissora.

Atualmente exerce a função de comentarista econômico do Jornal da Band, apresentado por Ricardo Boechat, participa do Jornal Gente e do Jornal Três Tempos, da "Rádio Bandeirantes", participa de Beting&Beting, programa esportivo, com seu filho Mauro Beting e seu sobrinho Erich no canal fechado BandSports, além de fazer comentários para o Primeiro Jornal, da "TV Bandeirantes", e para o canal de notícias "BandNews".

Tem dois filhos: Gianfranco, publicitário e especialista em aviação, e Mauro, jornalista e comentarista esportivo da Rede Bandeirantes.

O jornalista foi centro de uma polêmica em 2003 ao aceitar convite do Bradesco para participar de uma campanha publicitária. Tanto O Estado de S. Paulo quanto a Rede Globo consideraram a prática incompatível com o exercício de jornalista e suspenderam a publicação de sua coluna diária, que continuou sendo distribuída pela Agência Estado para cerca de 30 jornais, até janeiro de 2004, quando ele resolveu suspender a coluna, que lançara 40 anos antes.

No dia 4 de dezembro de 2003, publicou um artigo intitulado "Posso falar?", em que deu explicações acerca do episódio. Alegou que o produto que vendia aos jornais era "um produto isolado, tido como de boa qualidade e isento." No mesmo texto, afirmou também que "o jornalismo não deveria se envergonhar da publicidade."

Cinco dias depois, o também jornalista Luiz Antônio Magalhães publicou um texto em resposta ao seu artigo. Luiz Antônio disse que ele "poderia ter anunciado, ainda com alguma dignidade, que estava se aposentando do ofício de jornalista e passaria a se dedicar ao de palestrante, empresário de comunicação, marqueteiro, comunicólogo ou qualquer outro de sua escolha."

Luiz Antônio desqualificou todo o artigo escrito, concluindo que aquela era "uma reflexão pobre e ensimesmada."

Desde o episódio até os dias de hoje, ele tem se dedicado prioritariamente ao rádio e à TV, além de manter sua agenda de palestrante e debatedor de assuntos macroeconômicos.

É atribuída a ele a idéia de premiar Pelé com uma placa comemorativa em homenagem a um de seus mais belos gols, feito no Maracanã contra o Fluminense. Desse fato surgiu a expressão Gol de Placa, sempre dita pelos profissionais de futebol do país quando descrevem um belo gol.

Já adivinharam?

Trata-se de Joelmir Beting, jornalista e sociólogo brasileiro

Fonte: http://pt.wikipedia.org
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Dicas para ser autodidata nos estudos

Disciplina, Determinação e Rigidez na organização:

1. Organizar: faça um quadro de horário com toda a programação do dia, incluindo desde higiene até horários de refeição e trabalho. Encaixe o período de estudo.

2. Compartilhar: compartilhe métodos de estudo com outros candidatos através de sites de relacionamento, fóruns de concurseiros etc. Mantenha contato com pessoas que estejam estudando para concurso (preferencialmente o mesmo que você) e compartilhe informações.

3. Pesquisar: pesquise na internet sites especializados em concursos. Eles fornecem informações sobre exames e até material de estudo e correção de exercícios. Consulte sites governamentais como o da Presidência da República (www.presidencia.gov.br) para manter a legislação atualizada.

4. Participar: a família e os amigos podem contribuir com reportagens e artigos sobre assuntos relacionados aos temas de concursos.

5. Treinar: preste vários concursos. Isso faz com que você perceba a forma como as bancas abordam os temas e melhora o seu nível de compreensão além de trazer experiência quanto a adequação do tempo de prova etc.

Fonte: http://g1.globo.com
Marta Cavallini
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Direito Constitucional

01. É correto afirmar:

A. A criação de subsidiária de autarquia independe de autorização legislativa;
B. Os servidores ocupantes de cargo público em comissão podem ser remunerados por meio de subsídio;
C. O teto remuneratório do serviço público não será, em hipótese alguma, aplicado aos empregados públicos;
D. O estrangeiro poderá ter acesso aos cargos, empregos e funções públicas;
E. Somente por lei específica poderá ser criada autarquia, empresa pública e sociedade de economia mista.

Gabarito: Letra D - Art. 37, I

A. depende - Art. 37, XX
B. servidores públicos organizados em carreira - Art. 39,§ 8º
C. será aplicado às empresas públicas e sociedade de economia mista e suas subsidiárias, que receberem recursos da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral - Art. 37, § 9º
E. somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação - Art 37, XIX

02. Julgue os seguintes itens:

I. a Advocacia-Geral da União e a Defensoria Pública serão remuneradas por subsídio, em parcela única;
II. A Defensoria Pública da União, Distrito Federal e Territórios será organizada por lei específica federal;
III. incumbe à Defensoria Pública, a orientação jurídica e a defesa, em todos os graus, dos necessitados.

Está correto apenas o que se afirma em:

A. I
B. II
C. III
D. I e III
E. I, II e III

Gabarito: Letra D

I. certa - Art. 135
II. errada - lei complementar - Art. 134, § 1º
III. certa - Art. 134

03. Julgue os itens:

I. Os Tribunais Regionais Federais, compõem-se, dentre outros, de magistrados com mais de 02 anos de exercício, mediante promoção, por antigüidade e merecimento;
II. O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente, constituindo Câmaras Regionais;
III. Dentre as funções institucionais do Ministério Público, está a de promover, privativamente, a Ação Civil Pública.

Está correto apenas o que se afirma em:

A. I
B. II
C. III
D. I e III
E. I, II e III

Gabarito: Letra B
I. errada - 05 anos - Art. 107, II
II. certa - Art. 125, § 6º
III. errada - a Ação Penal Pública. A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros, nas mesmas hipóteses, segundo o disposto nesta Constituição e na lei - Art. 129, § 1º.

04. Não constituem bens da União:

A. as águas superficiais e subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito;
B. o mar territorial;
C. os potenciais de energia hidráulica;
D. as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios;
E. os recursos naturais da plataforma continental.

Gabarito: Letra A - Art. 26, I - bens do Estado. Da União, só as em depósito decorrentes de obras da União.

05. Julgue os itens:

I. Em Municípios de até um milhão de eleitores, haverá, no mínimo 09 e, no máximo 21 vereadores;
II. O subsídio dos vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais;
III. Em Municípios de até 10.000 habitantes, o subsídio máximo dos vereadores corresponderá a 20% do subsídio dos Deputados Estaduais.

Está correto apenas o que se afirma em:

A. I
B. II
C. III
D. II e III
E. I, II e III

Gabarito: Letra D

I. errado - habitantes - Art. 29, IV, a
II. certo - Art. 29, VI
III. certo - Art. 29, VI, a
[...]

Legislação Específica - PGE

01. O concurso para ingresso na carreira de Procurador do Estado será válido por:

A. 2 (dois) anos a partir da publicação da homologação de seu resultado, podendo o prazo ser prorrogado, por decisão do Procurador-Geral do Estado;
B. Até 2 (dois) anos a partir da publicação da homologação de seu resultado, podendo o prazo ser prorrogado, por decisão do Procurador-Geral do Estado;
C. 3 (três) anos a partir da publicação da homologação de seu resultado, podendo o prazo ser prorrogado, por decisão do Procurador-Geral do Estado;
D. 1 (um) anos a partir da publicação da homologação de seu resultado, podendo o prazo ser prorrogado, por decisão do Procurador-Geral do Estado;
E. 12 (doze) meses a partir da publicação da homologação de seu resultado, podendo o prazo ser prorrogado, por decisão do Procurador-Geral do Estado.

Gabarito: Letra A - Art. 13, § 5º

02. É de _________, contados da publicação do ato de nomeação oficial, o prazo para a posse.

A. 60 dias
B. 30 dias
C. 15 dias
D. 10 dias
E. 5 dias.

Gabarito: Letra B - Art. 16

03. O prazo para a posse poderá ser prorrogado por mais ______________, a requerimento do interessado e a critério do Procurador-Geral do Estado.

A. 60 dias
B. 30 dias
C. 15 dias
D. 10 dias
E. 5 dias.

Gabarito: Letra A - Art. 16, § 1º

04. O Procurador do Estado de 3ª Categoria, salvo motivo justo, deverá entrar em exercício no prazo de _______, a contar da data da posse, sob pena de exoneração.

A. 60 dias
B. 30 dias
C. 15 dias
D. 10 dias
E. 5 dias.

Gabarito: Letra D - Art. 19

05. Em caso de remoção para Comarca diversa, o Procurador do Estado deverá assumir suas novas funções no prazo de _________.

A. 60 dias
B. 30 dias
C. 15 dias
D. 10 dias
E. 5 dias.

Gabarito: Letra E - Art. 20
[...]

domingo, 19 de outubro de 2008

Histórias de Sucesso

Eu o conheci muito recentemente, através de reportagens e documentários. Mas não me atrevi a deixar de chorar. Acho que o sobrenome dele devia ser "superação". E aí, adivinhem? Me apaixonei por sua história de vida. Descobri que João Carlos Martins tem vídeos interpretando uma de minhas músicas preferidas: Ária da Quarta Corda, de Bach. Quero compartilhá-la e dedicá-la a vocês, meus leitores. O vídeo está disponível, logo ao lado. Ao ouvirem as notas tocadas por um vencedor, imaginem que nada está fora do nosso alcance quando realmente acreditamos.

João Carlos começou seus estudos no dia em que seu pai comprou um piano, ainda menino, com a professora Aida de Vuono.

Aos oito anos, seu pai o inscreveu em um concurso para executar obras de Bach e ele venceu seu primeiro de tantos outros que estavam por vir.

Começou a estudar no Liceu Pasteur e, com 11 anos, já estudava piano por seis horas diárias.

Teve, no Liceu, aula com o maior professor de piano da época - um russo radicado no Brasil, chamado José Kliass.

Sempre buscou a perfeição para se tornar um verdadeiro intérprete.

Venceu o concurso da Sociedade Brito de São Petersburgo.

Seus primeiros concertos trouxeram a atenção de toda a crítica musical mundial. Foi escolhido no Festival Casals, dentre inúmeros candidatos das três Américas para dar o Recital Prêmio em Washington.

Aos vinte anos estreou no Carnegie Hall, patrocinado por Eleanor Roosevelt. Tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Foi ele quem inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto.


Um amor tão grande pela música, uma dedicação tão intensa e meritória de admiração e respeito.

João Carlos Martins viu-se por diversas vezes privado de seu contato com o piano, quando teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita em um acidente em um jogo de futebol em Nova Iorque.


Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão, mas com o correr dos anos desenvolveu a doença chamada LER, que ocorre devido a movimentos repetitivos e causa o estressamento de nervos.

Novamente teve que parar de tocar, e dessa vez acreditou seria para sempre.

Vendeu todos seus pianos e tornou-se treinador de boxe, querendo estar o mais longe possível do que sua carreira significava como músico.

Mas sua incontrolável paixão o fez retornar, e realizou grandes concertos, comprou novos instrumentos e tentou utilizar o movimento de suas mãos criando um estilo único de tocar e aproveitar ao máximo a beleza das peças clássicas. Utilizou-se da mão esquerda para suas peças e obteve extremo sucesso com esta atitude.


Ao realizar um concerto em Sofia na Bulgária, sofreu um ataque em um assalto, e um golpe na cabeça lhe fez perder parte do movimento de mãos novamente. E ao se esforçar, sofria dores intensas em suas mãos, principalmente na esquerda.

Novamente pensou que nunca mais voltaria a tocar.

João perdeu anos de sua carreira em tratamentos, treinamentos e encontrou novamente uma nova maneira de tocar, utilizando os dedos que podia em cada mão, mas dia a dia podia tocar menos e menos com o estilo e maestria de antigamente.


“Eu estava sem rumo, em 2003, já sabendo que não poderia mais tocar nem com a mão esquerda. Sonhei então, que estava tocando piano, com o Eleazar de Carvalho, que me dizia: - vem para cá, que eu vou te ensinar a reger.” - palavras de João Carlos em uma entrevista.

Em maio de 2004, esteve em Londres regendo a English Chamber Orchestra, uma das maiores orquestras de câmara do mundo, numa gravação dos seis Concertos Branndenburguenses de Johann Sebastian Bach e, já em dezembro, realizou a gravação das Quatro Suites Orquestrais de Bach com a Bachiana Chamber Orchestra. Os dois primeiros CDs já foram lançados (lançamento internacional).

Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas das partituras dos concertos, João Carlos faz um trabalho minucioso de memorizar nota por nota, demonstrando ainda mais seu perfeccionismo e dedicação ao mundo da música.

João Carlos realiza, também, na Faculdade de Música da FAAM, um programa de introdução à música com jovens carentes.

A atuação de resgatar a música para as pessoas que não a conhecem ou ainda nunca tiveram contato com ela faz parte deste "momento mágico" em que vive o maestro João Carlos Martins.

Trabalha diariamente com pessoas de todas as camadas por querer mostrar que realmente "A música venceu!". E consegue.


Em fevereiro de 2004 o crítico inglês descreve na International Piano Magazine um episódio pitoresco que aconteceu na vida de João Carlos Martins, quando após um recital no Carnegie Hall, no final dos anos 60, recebeu uma recomendação de Salvador Dalí:

"Diga a todos que você é o maior intérprete de Bach. Algum dia vão acreditar. Faz muitos anos que digo ser o maior pintor do mundo e já há gente que acredita".

O crítico termina dizendo que João Carlos Martins não teve que esperar tanto tempo.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Mestre dos Mestres

Sem liberdade o ser humano se deprime, se asfixia, perde o sentido.

Sem liberdade, ele se destrói ou destrói os outros.

A prisão exterior mutila o ser humano, não transfoma a personalidade, não expande sua inteligência. Apenas imprime dor emocional.

Jesus falava sobre a falta de liberdade interior que é mais grave e sutil que a exterior. Vivemos em sociedades democráticas. Falamos tanto de liberdade, mas freqüentemente ela está longe do território da mente.

Existem diversas formas de restriçào à liberdade. As preocupações existenciais, os pensamentos antecipatórios, a ditadura da estética do corpo e a exploração emocional das propagandas, são algumas delas.

Destaca-se a fábrica de ícones construída pela mídia. Os jovens não vêem em seus pais, professores e demais profissionais que lutam para vencer profissionalmente, os seus modelos de vida.

Seus modelos são mágicos: atores, desportistas, cantores que fazem sucesso do dia para a noite. Esse modelo mágico não tem alicerce, não dá subsídios para suportar dificuldades e enfrentar desafios.

Jesus discorria sobre uma liberdade poética, a liberdade de escolha, de construir caminhos, de seguir a própria consciência. Discursava sobre o gerenciamento dos pensamentos, a administração da emoção, o exercício da humildade, a capacidade de perdoar, a sabedoria de expor e não impor as idéias, a experiência plena do amor pelo ser humano e por Deus.

O Mestre da vida vivia o que discursava. Não impedia as pessoas de abandoná-lo, traí-lo e nem mesmo de negá-lo.

Nunca houve alguém tão desprendido e que exercitasse de tal forma a liberdade.

Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury
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Conselhos de quem passou em primeiro lugar

Motivação

Todo projeto de longo prazo terá momentos de ânimo e vontade de desistir. Procure se preparar para os dias de baixa: eles virão e você vai precisar aprender a lidar com eles. A motivação deve ser trabalhada diariamente.

Todos os dias você pode e deve lembrar os motivos que o estão fazendo estudar, ter planos, persistir.

Lazer e o estudo

Com organização, disciplina e força de vontade, é possível conciliar um estudo eficiente com uma vida onde haja espaço para lazer.

A qualidade de vida associada às técnicas de estudo são muito mais produtivas do que a tradicional imagem da pessoa trancafiada estudando 14 horas por dia.

Administração do tempo

Faça um quadro horário, colocando nele todas as tarefas a serem realizadas, o que vai levá-lo a estabelecer prioridades.

Também é recomendável que você separe tempo suficiente para dormir, fazer algum exercício físico e dar atenção à família ou relacionamento.

Humildade

Não queira parecer mais inteligente que o examinador ou criticá-lo. Preste atenção mesmo às questões fáceis ou aparentemente simples.

Ao fazer uma prova, nunca perca de vista o objetivo: passar.

O objetivo não é ser o primeiro colocado, e sim acertar as questões, tentar fazer o máximo de pontos, mas ficar feliz se acertar o mínimo para passar.

Provas

Em provas objetivas, seja metódico ao responder. Nas dissertativas, seja objetivo e mostre seus conhecimentos.

O início e o final das dissertativas devem ser breves; o desenvolvimento (miolo) serve para demonstrar seus conhecimentos sobre o tema.

Nessa parte, anote tudo o que você se recordar sobre o assunto e estabeleça relações. Se não tiver certeza a respeito de um comentário, adendo ou exemplo, elimine-o.

Simulados

Para os simulados, resolva questões e provas da matéria que estudou, como forma de fixar o conteúdo.

Periodicamente, faça um concurso simulado, observando o tempo real da prova e o uso apenas do material permitido pelo processo seletivo.

Outra dica boa é fazer os simulados oferecidos pelos cursos preparatórios.

Mudança de paradigma

Se você está acostumado a pensar numa prova apenas como aluno, aprenda a vê-la com os olhos do examinador.

Em duplas ou grupos, passe a fazer provas e trocá-las para correção.

Corrija-as como se fosse o próprio examinador.

Você aprenderá a ver a prova com outros olhos e isto facilitará seu desempenho quando reassumir o papel de aluno.

Treine para fazer provas orais reparando a postura e respostas do colega como se você fosse da banca.

Cores

O uso de mais de uma cor nas anotações estimula mais a atenção e o lado direito do cérebro.

Pode-se correlacionar cores com assuntos ou com referências.

Por exemplo, o que está em vermelho são os assuntos mais “quentes” para cair, o que está em azul são as exceções, os princípios podem ficar na cor verde, e assim por diante.

Leitura

Na primeira leitura, procure apenas a idéia principal, conteúdos importantes que sejam rapidamente captados.

Essa primeira leitura é rápida, descompromissada, sem a preocupação com a compreensão total.

Na segunda leitura faça uma análise melhor, comece a tirar conclusões pessoais, a criticar, concordar, anotar, sublinhar.

Na terceira leitura, você já pode sintetizar, resumir.

Ao final dela você já deverá sentir-se apto a fazer um texto sobre o tema.

Escrita

Comece a redigir todos os dias ou, pelo menos, toda semana.

Separe horários específicos apenas para isso.

Experimente começar a escrever um diário, poesias, contos, fazer descrições de objetos, narrar fatos ou problemas, dissertações sobre assuntos em geral e assuntos da matéria da prova, resumos de livros e filmes.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos
Fonte: William Douglas, autor do livro "Como passar em provas e concursos", da Campus/Elsevier
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Bálsamo

Conta-se a história de um homem que levava sempre consigo uma latinha de óleo, e, se passava por uma porta que rangia, punha um pouco de óleo nas suas dobradiças.

Se um portão estava difícil de abrir, punha óleo em seus ferrolhos.

Assim passava ele pela vida, lubrificando todos os pontos difíceis e suavizando-os para os que vinham atrás dele.

O povo o chamava de excêntrico, esquisito e louco, mas o velho prosseguia firmemente, reabastecendo a lata de óleo quando esvaziava e lubrificando as coisas emperradas que encontrava.

Há muitas vidas que rangem e ficam presas no viver de cada dia. Nada vai bem com elas. Precisam de um pouco do óleo da alegria, da delicadeza e da consideração.

Você traz consigo uma lata de óleo?

Esteja pronto com seu bálsamo do auxílio, logo pela manhã, para utilizá-lo em quem estiver mais próximo.

Ainda que em gotas, aquele bálsamo será útil para desemperrar todo o seu dia.

O bálsamo do bom ânimo para o que está desanimado - quanto poderá significar!!!!

O bálsamo da coragem ao que está sem esperança.

Nossas vidas tocam algumas vidas apenas uma vez nessa caminhada. Depois os caminhos se separam, muitas vezes, para nunca mais se encontrarem.

O bálsamo da bondade já abrandou as bordas agudas e cortantes de muitas vidas endurecidas pelas lutas cotidianas, deixando-as suaves, maleáveis e prontas para novos desafios.

Uma palavra dita de modo agradável é como uma réstia de sol em um coração triste.

Dê aos outros, o sol; suas sombras, conte a Jesus.

Adaptado de Manaciais no Deserto




Foto 1:
http://fotos.sapo.pt
Foto 2: http://fotos.sapo.pt
Foto 3: Raquel Tinoco - Rodovia Carvalho Pinto
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Simples, simples assim

O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana
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Não Desista Nunca

Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer, quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento?

Imagine uma ponte sobre um rio.

Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.

Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.

Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão... eu também não.

Realmente não é simples.

Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.

É só não se desesperar.

Seja no mínimo um pouco paciente.

Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:

ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA

Você começou a sonhar... sonhar... sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?

Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?

Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos!

ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA

Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro.

Sem desculpas, pode começar...

ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.

No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.

As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado.

Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.

A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.

Martha Medeiros
[...]

Direito Constitucional

01. Será exclusivamente remunerado por subsídio fixado em parcela única, exceto:

A. detentor de mandato eletivo;
B. Ministro de Estado;
C. Secretário Estadual e Municipal;
D. membro de Poder;
E. servidor público organizado em carreira.

Gabarito: letra E - art. Art. 39, §§ 4º e 5º

02. NÃO constitui princípio da República Federativa do Brasil, em suas relações internacionais:

A. independência nacional;
B. dignidade da pessoa humana;
C. autodeterminação dos povos;
D. prevalência dos direitos humanos;
E. repúdio ao terrorismo e ao racismo.

Gabarito: letra B - Fundamento - art. 1º, III

03. São princípios fundamentais da República, salvo:

A. erradicar a pobreza;
B. soberania;
C. cidadania;
D. valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
E. pluralismo político.

Gabarito: letra A - objetivo fundamental - art. Art. 3º, III. Embora questão de prova, o enunciado deveria conter a expressão "fundamentos", pois ao mencionar "princípios fundamentais", inclui tudo o que prevê o Título I, artigos 1º ao 4º. Logo, erradicar a pobreza, um dos objetivos fundamentais, também constitui princípio fundamental.

04. A Ação Popular, proposta por qualquer cidadão, será cabível:

A. sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção;
B. para, dentre outros casos, anular ato lesivo à moralidade administrativa;
C. para proteger direito líquido e certo não amparado por habeas corpus ou habeas data;
D. sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucioanis;
E. para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante ou para retificação de dados.

Gabarito: letra B - Art. 5º, LXIII.
A. Habeas Corpus -
Art. 5º, LXVIII
C. Mandado de Segurança -
Art. 5º, LXIX
D.
Mandado de Injunção - Art. 5º, LXXI
E. Habeas Data -
Art. 5º, LXXII

05. Justo Veríssimo, juiz federal, cometeu crime comum. O órgão competente para seu processo e julgamento, será:

A. Superior Tribunal de Justiça;
B. Juiz Federal;
C. Supremo Tribunal Federal;
D. Tribunal de Justiça;
E. Tribunal Regional Federal.

Gabarito: letra E - Art. 108, I. a
[...]

Legislação Específica - PGE

01. Número de Subprocuradores:

A. 03
B. 04
C. 05
D. 10
E. 02

Gabarito - Letra E - Art. 7º

02. Número de membros do Conselho da Procuradoria:

A. 10
B. 11
C. 12
D. 15
E. 25

Gabarito - Letra C - Art. 8º

03. Tempo de efetivo exercício exigido para o exercício do cargo de Procurador-Corregedor:

A. mais de 5 anos
B. mais de 3 anos
C. mais de 10 anos
D. mínimo de 10 anos
E. mínimo de 5 anos

Gabarito - Letra D - Art. 10-A

04. O Procurador-Corregedor promoverá correições, mediante comunicação com antecedência mínima de:

A. 10 dias
B. 15 dias
C. 48 horas
D. 20 dias
E. 24 horas.

Gabarito - Letra B - Art. 10-A § 1º

05. O Procurador-Corregedor poderá, a qualquer tempo, requisitar autos de procedimentos administrativos para exame, mediante comunicação com antecedência mínima de:

A. 48 horas
B. 24 horas.
C. 15 dias
D. 72 horas
E. 07 dias

Gabarito - Letra A - Art. 10-A § 3º
[...]

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Concurso: Trabalho e Estudo. Dá para conciliar?

Dicas para conciliar trabalho e estudo:

Aula = estudo
Prestar o máximo de atenção nas aulas. Elas devem ser encaradas como uma oportunidade diária de estudo.


Sem folga
O candidato deve estudar todos os dias da semana caso o concurso esteja previsto para acontecer de um a três meses.


Dia de Descanso
Se o concurso estiver marcado para quatro meses em diante, o candidato deve reservar um dia da semana para descansar e fazer o que gosta.


Intercalando
Estudar uma matéria diferente a cada 20 minutos torna mais fácil encaixar intervalos para almoço e jantar.


Pausa
Se o tempo de estudo for de três ou quatro horas por dia, o ideal é fazer uma pausa de 10 minutos a cada 50 minutos.


Longe de casa
Ir para bibliotecas públicas ou salas de estudo dos próprios cursinhos preparatórios para ter maior concentração.


Revezamento
Revezar no estudo um dia para matérias e outro para provas antigas para testar o desempenho.


Foco no Específico
Priorizar as matérias específicas para o cargo pretendido que geralmente são as que exigem maior tempo de aprendizado.

Para consultores, planejamento é mais importante que tempo de estudo. Além disso, combinar trabalho e estudo melhora auto-estima e diminui ansiedade.

"Quem só estuda se cobra muito e na hora da prova fica nervoso. O tempo ocioso, em vez de ajudar, só atrapalha", diz Carlos Alberto de Lucca, coordenador geral do Siga Concursos.

Para José Luís Romero Baubeta, diretor de Recursos Humanos da Central de Concursos, "a combinação trabalho e estudo ajuda a melhorar a auto-estima, diminui a ansiedade."

Além disso, Baubeta diz que largar o emprego é arriscado porque, via de regra, as pessoas não passam no primeiro concurso. Assim, a frustração aumenta a pressão. "Todos devem ter consciência de que as provas não são fáceis e que podem demorar para passar".

De acordo com Lucca, é possível conciliar o emprego e a preparação para o concurso com uma fórmula simples: estudar com direcionamento e foco, e não se ater apenas ao tempo de estudo.

Lucca diz que os candidatos devem ficar atentos às matérias que estão nos editais e na forma como elas são abordadas nas questões. "O ideal é resolver provas anteriores para ver o que é perguntado e como é perguntado".

Método e planejamento

Ele aconselha o candidato que trabalha a ser metódico, fazendo um planejamento de estudo todos os dias.

"Se o aluno estuda uma matéria a cada 20 minutos ele consegue intercalar os momentos de intervalo, como almoço e jantar".

Outra dica é fazer uma pausa a cada 50 minutos, por 10 minutos, se o período de estudo for entre três ou quatro horas por dia. "Essas paradas são importantes para o aprendizado".

Para quem vai prestar concurso em a um a três meses, Lucca aconselha o candidato a estudar todos os dias. Mas, caso o concurso esteja previsto para mais tempo, é recomendável que ele tire um dia da semana para descansar.

"Se o período de preparação é curto, vale investir, mas trabalhar e estudar sem pausa faz o rendimento cair. Nos momentos de descanso, é bom ele [o candidato] fazer o que mais gosta".

Família

A família também tem papel importante durante a dedicação aos estudos. "A família deve entender que está sendo priorizada a preparação para o concurso, que é um projeto a médio e longo prazo", diz Baubeta.

Lucca recomenda estudar em grupo. Nesse caso, a família pode até ajudar, fazendo perguntas das apostilas. Mas o estudo com outros candidatos também é recomendado, pois um pode tirar as dúvidas do outro. "Verificar provas anteriores ajuda a ver como está o desempenho, o que é preciso reforçar e melhorar", diz.

Baubeta indica que o candidato, para ter maior concentração, vá até bibliotecas municipais ou salas de estudo dos próprios cursos preparatórios para estudar. "E estudar com colegas estimula ainda mais", ressalta.

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domingo, 12 de outubro de 2008

Sou Professor


Uma homenagem a alguém que, como eu, gosta de olhar nos olhos dos alunos, gosta de ouvir seus sonhos e deles se alimenta todos os dias. Alguém que descobriu com as próprias experiências que ensinar é muito mais gratificante para quem transmite. Alguém que se vê na ansiedade de seus alunos, nas lágrimas de frustração que às vezes teimam em rolar por seus rostos... e, principalmente, no grito de alegria, no brado de vitória daqueles que não desistem e chegam lá.

"Eu sou um professor.

Nasci no primeiro momento em que uma pergunta saltou da boca de uma criança.
Tenho sido muitas pessoas em muitos lugares.
Sou Sócrates, estimulando a juventude de Atenas para descobrir novas idéias usando perguntas.
Sou Anne Sullivan, tamborilando os segredos do universo sobre a mão estendida de Helen Keller.
Sou Darcy Ribeiro, construindo uma universidade, a partir do nada no planalto brasileiro.
Os nomes daqueles que exerceram minha profissão, constituem uma galeria notável para a humanidade: Paulo Freire, Montessori, Emília Ferreiro, Moisés, Jesus.
Eu sou também aqueles nomes e rostos que já foram esquecidos, mas cujas lições e cujo caráter serão sempre lembrados nas realizações dos que educaram.
Já chorei de alegria em casamentos de ex-alunos, ri de felicidade pelo nascimento de seus filhos...
No decorrer de um dia, já fui chamado para ser artista, amigo, enfermeiro, médico, treinador, tive de encontrar objetos perdidos, emprestar dinheiro, substituto de pai e mãe...
Eu sou um paradoxo. Quanto mais escuto, mais alta se faz ouvir a minha voz. Quanto mais estou disposto a receber com simpatia o que vem de meus alunos, mais tenho a oferecer-lhes.
Eu sou um caçador de tesouros, dedicado em tempo integral à procura de novas oportunidades para meus alunos usarem seus talentos e buscando sempre descobrir seu potencial...
Sou o mais afortunado dos trabalhadores.
Um médico pode trazer uma vida ao mundo num só momento mágico. A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades mais sólidas.
Um arquiteto sabe que se construir com cuidado, sua estrutura pode durar séculos. Um professor sabe que, se construir com amor de verdade sua obra com certeza durará para sempre.
Sou um guerreiro que luta todos os dias contra a pressão de colegas, a negatividade, o medo, o conformismo e a apatia. Mas tenho grandes aliados: a inteligência, a curiosidade, a criatividade, a fé, o amor, o riso.
E assim tenho um passado rico em recordações. Tenho um presente desafiador, cheio de aventuras e alegrias, porque me é dado passar todos meus dias com futuro.
Sou um professor... E agradeço a Deus por isso, todos os dias.

Felicidades pela passagem do DIA DO PROFESSOR.

(Texto de John Schlatter, adaptado por Guiomar de Mello)
[...]

Mestres dos Mestres

Ele andava pelas aos brados pelas cidades, vielas e na beira das praias, discursando sobre os mais belos sonhos.

Seu discurso era contagiante. Seus ouvintes ficavam eletrizados. Seus sonhos mexiam com os desejos fundamentais dos seres humanos. Eles tocavam o inconsciente coletivo e traziam dignidade à existência tão breve, tão bela, mas tão sinuosa.

As pessoas que o ouviam ficavam perplexas. Elas deviam se perguntar: "quem é este homem?" "que reino justo é este que ele proclama?"

Ele proclamava com ousadia: "arrrependei-vos porque está próximo o reino dos céus".

A palavra arrepender usada por Jesus explorava uma importante função da inteligência. Ela não significava culpa, autopunição ou lamentação.

NO GREGO, ARREPENDIMENTO SIGNIFICA UMA MUDANÇA DE ROTA, REVISÃO DE VIDA.

Jesus queria que as pessoas repensassem seus caminhos, revisassem seus conceitos e tirassem o gesso de suas mentes.

Os que são incapazes de se repensar serão sempre vítimas e não autores de sua história.

Discursava sobre um reino que estava além dos limites tempo-espaço. Um reino onde habitava a justiça, onde não havia classes sociais e onde não existia discriminação. Uma esfera onde a paz envolveria o território da emoção e as angústias e aflições humanas não seriam sequer recordadas. Não era este um grandioso sonho?

Naquela época o terror imperava e a fome fazia parte do cotidiano. Não se podia questionar. Todo motim era debelado com massacres. O momento político recomendava discrição e silêncio.

Mas nada calava a voz do Mestre dos Mestres.

Adaptado de Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury
[...]

Histórias de Sucesso

Vocês que têm acompanhado as postagens no meu blogue já perceberam que eu gosto muito de Augusto Cury. Eu o conheci através de meu irmão, Edson, quando me pediu que lesse "O Futuro da Humanidade".

Na verdade, ele havia lido e se apaixonado pelo livro. Me indicou. Falou tanto, tanto que o perturbei até que me emprestasse e após lê-lo, até hoje saio distribuindo por aí. Já dei esse livro de presente a muitos amigos, pois eu também por ele me apaixonei.

Mas não parei por aí. Me apaixonei mesmo pelo autor, por seus escritos e saí lendo, lendo...

Imaginem!!! Não sabia sua história. Muitas vezes não paramos para pensar no que possa estar atrás de palavras de encorajamento. Aprendi a ler cada biografia daqueles que admiro e esses dias, meu marido, me perguntou: "que tal falarmos de Augusto Cury"? Estranhei, pois falo de Augusto Cury o tempo todo e então ele começou a ler sua trajetória e adivinhem, resolvi compartilhá-la.

Augusto Jorge Cury nasceu em Colina, SP, próximo de Barretos, em 02 de outubro de 1958. Teve uma infância difícil, mas divertida (palavras dele).

Seus pais trabalhavam na lavoura quando adolescentes. Tiveram enormes dificuldades financeiras. De seu casamento nasceram 06 filhos. Nos primeiros anos, todos dormiam no mesmo quarto, numa pequeníssima casa. Espaço apertado, coração grande, a casa de Augusto era uma bela confusão. Mas havia alegria na miséria, criatividade na escassez. As crianças faziam uma festa com quase nada.

O prazer de viver sempre penetrou nas alamedas dos que exigem pouco para serem felizes. Os que exigem muito possuem um apetite psíquico insaciável.

Sua mãe era uma fonte de sensibilidade. Afetiva, dócil, amável, mas portadora de fobia social. Nunca saía de casa sozinha. Era incapaz de levantar a voz para alguém. Para conter a guerra que seus filhos realizavam ela fazia as malas e ameaçava ir embora. Porém, tomava o caminho do quintal. Comovidas, as crianças pediam para ela voltar e se aquietavam naquele dia.

Por diversos motivos, Augusto cresceu hipersensível. Pequenos problemas causavam grande impacto no território de sua emoção. Mas as dificuldades da vida, os atritos com os irmãos, as brincadeiras nas ruas estimularam sua personalidade. Tornou-se dinâmico, arrojado, impulsivo, criativo.

Detestava a rotina dos estudos. Vivia distraído, desconcentrado, desconectado da realidade. As dificuldades iniciais dos seus pais contrastavam com a grandeza dos seus sonhos. Seu pai tinha um problema cardíado e desde cedo o estimulou a ser médico. Embarcando nesse sonho, Augusto ambicionou não apenas ser médico, mas também cientista. Desejava descobrir coisas que ninguém pesquisara. Desvendar enigmas ocultos aos olhos.

Augusto era famoso por comportamentos que fugiam ao trivial. Era sociável e afetivo, mas marcadamente irresponsável. Gostava de festas e poucos compromissos.

Sabe quantos cadernos ele teve durante os dois primeiros anos do ensino médio? Nenhum!!!

Muitos dos seus colegas eram estudantes exemplares, ele era um desastre. Raramente copiava a matéria dada em aula, a não ser quando, em caso extremo, pedia uma folha emprestada. Seus professores eram ilustres, mas ele era um estranho no ninho. Não se adaptava ao sistema escolar.

Usava roupas bizarras, seus cabelos viviam revoltos. Tinha obsessões. Uma delas era que não gostava da própria testa. A achava comprida demais. Vivia tentando encobri-la com mechas dos cabelos.

Distraído com suas idéias e com suas manias, andando pela rua certa vez, trombou com um poste. Ficou tonto, quase desmaiou.

Apesar de suas trapalhadas, era um jovem divertido, que, junto com um amigo, fazia serenatas pela madrugada, com seu violão. Detalhe: não sabiam tocar. Resultado: o som era tão ruim que as moças nunca acendiam as luzes do quarto.

Chegou o momento em que parou de brincar com a vida. Resolveu levá-la a sério. Não queria ficar à sombra do pai. Queria construir sua própria história. Deixou as festas, as orgias, o convívio com amigos e saiu atrás de seus sonhos.

Tinha grandes sonhos, o que lhe dava uma belíssima perna para caminhar. Agora precisava de outra perna, a disciplina. Teve que se disciplinar para transformar seus sonhos em realidade. Resolveu estudar seriamente. Pagou um preço caro, deixando muitas coisas para trás, sacrificou horas de lazer.

Estudou mais de 12 horas por dia para entrar na faculdade de medicina. No começo tinha vertigens e sentia-se tonto, mas perseverava. Para alguns, seu projeto era loucura, para ele, era o ar que o oxigenava. Quando ninguém esperava nada dele, eclodiu na terra estéril, entrou na faculdade de medicina.

No segundo para o terceiro ano de faculdade, teve uma crise depressiva. Andava cabisbaixo e angustiado. Não entendia o que era uma depressão, suas causas e conseqüências. Tinha insônia e desmotivação. Todavia, quando a esperança estava cambaleante, algo novo surgiu. Voltou-se para dentro de si. Começou a questionar qual o sentido de sua vida e qual devia ser sua postura diante do próprio sofrimento. Percebeu que tinha se conformado com seu drama emocional, não lutava interiormente. Era um escravo sem algemas. Percebeu que tinha sufocado seus sonhos. Então, resolveu deixar de ser vítima da sua miséria psíquica e tentar ser líder da sua própria vida. Começou a se espelhar em grandes nomes como Beethoven. Martin Luther King etc.

Procurou entender que cada ser humano, até o mais complicado, tem uma história fascinante.

Casou-se no início do sexto ano, com uma colega de faculdade. Passaram por crises financeiras inimagináveis. Mas eram felizes na escassez, aprenderam a extrair prazer das coisas simples.

Continuou a descobrir-se. Era um questionador nato, impulsionado pelo sonho de conhecer a alma humana.

Após terminar sua faculdade, procurou uma grande universidade para continuar suas pesquisas. Procurou um cientista, doutor em Psicologia, para expor suas idéias. Estava animado. Foi humilhado.

Não desistiu. Ainda acreditava nos seus sonhos. Procurou uma universidade ainda maior. Dessa vez foi mais preparado. Levou uma apostila com centenas de páginas sobre suas idéias. Uma examinadora pegou o seu material e perguntou-lhe rapidamente sobre de que se tratava. Ele abriu a apostila e fez um breve comentário. Ela o interrompeu perguntando quem o tinha orientado. Ele respondeu que o assunto era inédito. Não havia orientador. A examinadora fechou a apostila sem folheá-la. Foi ainda mais humilhado.

Persistiu. Após essas experiências, fez várias tentativas para publicar seus estudos. Procurou muitas editoras. Esperou durante meses uma resposta. Silêncio.

Depois de todas essas derrotas, o melhor que podia era deixar de lado os seus sonhos. Precisava sobreviver. Teria que abandonar a pesquisa e exercer apenas a psiquiatria clínica. E foi o que fez.

Mas, uma surpresa. As técnicas que aplicava com seus pacientes faziam com que eles dessem saltos em sua qualidade de vida. Foi uma ascenção meteórica. Começou a dar palestras e entrevistas, em menos de dois anos estava nos principais canais de TV, do seu país e se tornara consultor científico de um dos principais jornais de seu continente.

Era um profissional reconhecido e admirado. Estava infeliz!! Por que??? Porque havia enterrado seus sonhos.

Percebeu que precisava fazer uma difícil escolha. Optar pelo status social ou pelo mundo de suas idéias. Decidir entre a fama e o sonho de produzir ciência para ajudar a humanidade. No auge do assédio social, resolveu abandonar tudo e procurar o anonimato. Somente sua esposa o apoiou.

Sobre ele escreveram:

"Se alguém se desse ao trabalho insano de enfileirar os livros que ele já vendeu, poderia partir de São Paulo, atravessar estradas e estradas, dez pedágios e quase chegar à porta da casa do autor, a 400 km da capital.

No final da grande fileira de mais de 1,5 milhão de exemplares, o leitor encontraria o brasileiro que atualmente mais vende livros no país. Não seriam as conhecidas feições de Paulo Coelho que veria ao término desse estranho "Caminho de Santiago". Em uma ampla casa no meio do mato se depararia com um "desconhecido" chamado Augusto Cury".

Fonte: CASSIANO ELEK MACHADO da Folha de S.Paulo

"Nada é tão belo como nos reconciliarmos com nossos sonhos. Nada é tão triste como desistirmos deles" Augusto Cury.
[...]

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Me ensinaram que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... e assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos se tornaram meus amigos e isso me faz seguir.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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