domingo, 26 de outubro de 2008

Histórias de Sucesso

Esse vocês conhecem bem.

Nascido em Tambaú, interior paulista, foi bóia-fria aos sete anos de idade.

Aos 19, vai para São Paulo, onde estuda Sociologia na Universidade de São Paulo, na mesma turma de nomes como Ruth Cardoso e Francisco Weffort.

Em 1957, inicia sua carreira jornalística, como repórter esportivo nos jornais O Esporte e Diário Popular.

Em 1962, muda de área, passando para o jornalismo econômico, incialmente na redação de estudos de uma empresa de consultoria.

Em 1966, é contratado pela Folha de São Paulo para lançar a editoria de Automóveis, tornando-se dois anos depois editor de Economia do mesmo jornal, lançando uma coluna diária a partir de 1970.

A coluna tornou-se célebre por desmistificar a economia numa época de inflação astronômica e reiteradas medidas desastradas do governo.

É de lá que nasceram alguns de seus bordões, como "quem não deve não tem" e "na prática, a teoria é outra".

Paralelamente à coluna na Folha (que transferiu para o Estado de São Paulo em 1991), passa, ainda em 1970, a participar de programas de rádio e de televisão, onde se torna conhecido do grande público, com suas participações nos telejornais da Rede Globo, na qual permaneceu entre agosto de 1985 e julho de 2003.

Alguns de seus mais célebres trabalhos na TV são o primeiro debate entre candidatos a eleições, na Band, e a entrevista com os despreparados membros da equipe econômica de Fernando Collor em março de 1990, onde Zélia Cardoso de Mello e Ibrahim Eris, entre outros, foram pegos de surpresa por ele, Lilian Witte Fibe e Paulo Henrique Amorim, então especialistas em economia da emissora.

Atualmente exerce a função de comentarista econômico do Jornal da Band, apresentado por Ricardo Boechat, participa do Jornal Gente e do Jornal Três Tempos, da "Rádio Bandeirantes", participa de Beting&Beting, programa esportivo, com seu filho Mauro Beting e seu sobrinho Erich no canal fechado BandSports, além de fazer comentários para o Primeiro Jornal, da "TV Bandeirantes", e para o canal de notícias "BandNews".

Tem dois filhos: Gianfranco, publicitário e especialista em aviação, e Mauro, jornalista e comentarista esportivo da Rede Bandeirantes.

O jornalista foi centro de uma polêmica em 2003 ao aceitar convite do Bradesco para participar de uma campanha publicitária. Tanto O Estado de S. Paulo quanto a Rede Globo consideraram a prática incompatível com o exercício de jornalista e suspenderam a publicação de sua coluna diária, que continuou sendo distribuída pela Agência Estado para cerca de 30 jornais, até janeiro de 2004, quando ele resolveu suspender a coluna, que lançara 40 anos antes.

No dia 4 de dezembro de 2003, publicou um artigo intitulado "Posso falar?", em que deu explicações acerca do episódio. Alegou que o produto que vendia aos jornais era "um produto isolado, tido como de boa qualidade e isento." No mesmo texto, afirmou também que "o jornalismo não deveria se envergonhar da publicidade."

Cinco dias depois, o também jornalista Luiz Antônio Magalhães publicou um texto em resposta ao seu artigo. Luiz Antônio disse que ele "poderia ter anunciado, ainda com alguma dignidade, que estava se aposentando do ofício de jornalista e passaria a se dedicar ao de palestrante, empresário de comunicação, marqueteiro, comunicólogo ou qualquer outro de sua escolha."

Luiz Antônio desqualificou todo o artigo escrito, concluindo que aquela era "uma reflexão pobre e ensimesmada."

Desde o episódio até os dias de hoje, ele tem se dedicado prioritariamente ao rádio e à TV, além de manter sua agenda de palestrante e debatedor de assuntos macroeconômicos.

É atribuída a ele a idéia de premiar Pelé com uma placa comemorativa em homenagem a um de seus mais belos gols, feito no Maracanã contra o Fluminense. Desse fato surgiu a expressão Gol de Placa, sempre dita pelos profissionais de futebol do país quando descrevem um belo gol.

Já adivinharam?

Trata-se de Joelmir Beting, jornalista e sociólogo brasileiro

Fonte: http://pt.wikipedia.org

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Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Me ensinaram que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... e assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos se tornaram meus amigos e isso me faz seguir.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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