domingo, 10 de maio de 2009

Mães


"Hoje eu acordei com uma vontade enorme de dizer
O quanto você é importante para mim.
Nunca alguém me olhou assim com tanta emoção...
Quando ouço a sua voz, escuto a mesma canção
Que você cantava quando eu chorava sem querer dormir
E com lágrimas você orava por mim
Palavras de amor, palavras de paz
São momentos que eu nunca esquecerei jamais.

Mãe, eu preciso te falar de amor
Eu preciso te falar da minha gratidão
Receba essa canção, mãezinha
Quero dedicar esse momento ao Senhor
E bendito aquele em que eu nasci de você.

Louvado seja Deus porque você é minha mãe!

Quero te beijar, quero te abraçar, mamãe.
Abra os braços e sorria...
Todo dia é o seu dia. "

Grupo Voices
[...]

Lembranças...

[...]

Simples, simples assim...

Quando uma porta se fecha outra se abre...

Mas nós quase sempre olhamos tanto e de maneira tão arrependida para a que se fechou, que não vemos aquelas que foram abertas para nós.


Alexander Graham Bell
[...]

O Filho Predileto...

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que mais amava.

E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu: "Nada mais volúvel que um coração de mãe.

E como mãe lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma...


É o meu filho doente até que sare.

O que partiu, até que volte,

O que está cansado, até que descanse,

O que está com fome, até que se alimente,

O que está com sede, até que beba,

O que está estudando , até que aprenda,

O que está nú, até que se vista,

O que não trabalha, até que se empregue,

O que namora, até que se case,

O que casa, ate que conviva,

O que é pai, até que os crie

O que prometeu, até que cumpra,

O que deve, até que pague,

O que chora, até que cale,

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:

O que já me deixou, até que o reencontre."

Sérgio Zambiasi
[...]

O polimento ideal...

O aço de melhor qualidade é aquele que é submetido a tratamentos extremos de intenso calor e frio.

Os operários de uma cutelaria aquecem as lâminas das facas para em seguida forjá-las. Depois as aquecem novamente e as colocam dentro de um recipiente com água gelada.

O objetivo disso é dar-lhes a forma e a têmpera adequadas. Nessas fábricas, é normal haver uma pilha de lâminas rejeitadas. Elas estão ali porque não suportaram o processo da forja. Algumas delas revelaram pequenos defeitos ao serem amoladas. Outras não agüentaram o tratamento dado ao aço.

Nossa alma também é aquecida na fornalha da aflição, colocada na água gelada das tribulações e nas pedras de amolar das adversidades e dos transtornos. Algumas pessoas terminam esse tratamento preparadas para um serviço mais elevado. Outras se mostram inadequadas. Só servem para as tarefas mais inferiores.

Não fique quieto quando o DEUS estiver forjando sua vida.

"Chega disso!" diz a faca para o cuteleiro.

"Você já me levou ao fogo muitas vezes! Quer acabar com minha vida?" E outra vez o artesão a leva ao fogo até deixá-la embranquecida pelo calor.

"Pare de me martelar!" insiste ela. “Já me martelou o suficiente!". Todavia ele continua a forjá-la. "Não me ponha nessa água gelada, não! Uma hora você me põe na fornalha; e em seguida, na água gelada. Isso mata qualquer um!".

Entretanto o processo continua. "Não me ponha nessa pedra de amolar, não! Vai me arranhar tanto que acabará me matando!". E o cuteleiro a submete à pedra até se dar por satisfeito.


Olhemos para essa lâmina agora. Podemos dobrá-la quase que totalmente, mas ela sempre volta à posição normal. Seu polimento é tal que parece de prata! Está dura como um diamante e corta como uma espada fina! Ela foi forjada, temperada e polida. Agora tem um alto valor!

Aquietemo-nos quando formos submetidos ao fogo da fornalha. Deixemos que o Espírito Santo nos molde e nos dê polimento.

Lettie Cowman
[...]

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Me ensinaram que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... e assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos se tornaram meus amigos e isso me faz seguir.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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Proibida a cópia, sem autorização, dos textos, fotos e material de aula aqui apresentados©2009 Professora Raquel Tinoco | by TNB