domingo, 21 de setembro de 2008

Escolhas I

Precisava de homens que estivessem dispostos a segui-lo em seus sonhos e realizações. Percorreu caminhos árduos e ao longo deles encontrou o material humano que precisava. Muitos dirão: "louco! Contar com um time destes? É derrota na certa!"

Mas não se importou. Enxergava além. Enxergava o que ninguém mais via.

Eis alguns dos escalados:


Mateus

Tinha péssima reputação. Coletor de impostos. Famoso pela corrupção. Os judeus o odiavam porque estava a serviço de seus exploradores, os romanos. Era uma pessoa sociável. Gostava de festas e quem sabe, usava dinheiro público para promovê-las.

Tomé

Tinha a paranóia da insegurança. Só conseguia acreditar naquilo que tocava ou via. Era rápido para pensar e rápido para descrer. Andava segundo a lógica. Faltava-lhe sensibilidade e imaginação. O mundo tinha que girar em torno das suas verdades, impressões e crenças. Desconfiava de tudo e de todos.

Pedro

Era o mais forte, determinado e sincero do grupo, porém era inculto, iletrado, intolerante, irritado, agressivo, inquieto, impaciente, indiscipliando, ansioso, não suportava ser contrariado. Não era empreendedor e como muitos, não planejava o futuro. Vivia em função do presente. Impunha, e não expunha suas idéias. Trabalhava mal suas frustrações. Repetia os mesmo erros com freqüência. Se vivesse nos dias de hoje seria um aluno que todo professor queria ver em qualquer lugar do mundo, menos em sua sala de aula. Mas ele foi escolhido. Teria coragem de escolhê-lo?

João

Era o mais jovem, amável, prestativo e altruísta. Porém também era ambicioso, intolerante e intempestivo. Não sabia colocar-se no lugar dos outros. Almejava a melhor posição entre os discípulos e pensava que o reino de Jesus era político. Sua personalidade era paradoxal. Era simples e complexa. Amável e egoísta. Jesus o chamou de Filho do Trovão, juntamente com seu irmão Tiago.

Judas

Era moderado, dosado, discreto, equilibrado e sensato. Não há nada que indique que se tratasse de uma pessoa tensa, ansiosa ou inquieta. Nunca tomou uma atitude agressiva ou impensada. Jamais foi repreendido por seu Mestre. Sabia lidar com números e por isso cuidava do dinheiro do grupo. Era um Zelote, pertencia a um grupo social de refinada cultura. Provavelmente, era o mais eloqüente e o mais polido dos discípulos. Agia silenciosamente.

Ele tinha pouco mais de três anos para treinar-lhes. Era um tempo curtíssimo para transformá-los no maior grupo de empreendedores da Terra.

A autoconfiança e ousadia de Jesus eram inigualáveis. Não fez sua escolha baseada no que aqueles jovens representavam, mas no que Ele próprio era.
[...]

Simples, simples assim

Mas uma coisa eu sei...

Quando a tempestade irrompe, cada um age conforme a sua natureza.

Alguns ficam mudos de pavor.

Alguns fogem.

Alguns se escondem.

Entretanto, alguns abrem as asas como águias, alçam vôo e planam ao sabor do vento.
[...]

Histórias de Sucesso

De origem humilde, Amador Aguiar fez seus estudos primários no Grupo Escolar de Sertãozinho-SP. Trabalhou na terra, no cultivo do café, mas aos 16 anos, pretendendo crescer na vida, abandonou o campo, transferindo-se para Bebedouro-SP, onde conseguiu um emprego numa tipografia. Foi aí que, num acidente de trabalho, perdeu o dedo indicador da mão direita.

Surge o banqueiro

Em 1926, com 22 anos de idade, obteve o emprego de office boy no Banco Noroeste, agência de Birigüi-SP. Iniciava assim, num posto humilde, a sua carreira de bancário. Com muito esforço e, ao mesmo tempo, com muita determinação, percorreu todos os cargos alí existentes, inclusive o de gerente.

Em seguida, foi trabalhar na Casa Bancária Almeida, com sede em Marília-SP, uma pequena instituição financeira fundada pelo coronel Galdino de Almeida. Situação em que permaneceu até a década de 1960.

Nesse período, sob a superintendência de Aguiar, a casa bancaria transformou-se em banco.

Em 1946, sua sede foi transferida para a rua Álvares Penteado, em pleno centro financeiro da cidade de São Paulo e, sete anos após, a administração do banco foi levada para a denominada Cidade de Deus, Vila Iara, em Osasco. Já contava, então, com agências nas principais cidades de São Paulo e em quase todos os Estados do Brasil. Foi por essa ocasião que Aguiar aliou-se a outros acionistas do banco e, com maioria de ações, tornou-se o controlador da empresa.

Em 1967, de superintendente, galgou a presidência do Banco, por causa da aposentadoria de José da Cunha Jr., genro do coronel Galdino, que exercia o cargo, ainda que o verdadeiro comandante da empresa fosse Amador Aguiar.


A partir desse momento e sob sua gestão, o banco ganhou enorme desenvolvimento. Enveredando por outras áreas afins e sempre crescendo, transformou-se na maior instituição financeira privada do Brasil, vindo mais tarde a denominar-se Banco Bradesco (Banco Brasileiro dos Dez Contos de Réis).

O empresário
Genial nos negócios, empresário de visão e grande empreendedor, Aguiar não dedicou sua vida profissional apenas ao Bradesco. Teve maior ou menor grau de envolvimento e participação, entre outras, nas seguintes empresas: Cia. Porto Seguro de Seguros Gerais, Casa Ouvidor S.A., Cia. Comercial de Café São Paulo-Paraná e Companhia Antarctica Paulista. Além disso, foi proprietário de diversas fazendas, revivendo nelas suas origens de trabalhador da terra.

O benemérito

Amador Aguiar era um homem de gênio difícil. Retraído, sempre sério, não cultivava muitas amizades. Rigoroso com seus funcionários e consigo mesmo, tinha uma vida espartana e praticamente toda dedicada ao trabalho. Portava-se como um homem humilde, sem luxos e com modestos lazeres. Porém, era bastante vaidoso pelo império econômico que construira, traço que tentava esconder ou dissimular, mas perceptível para os que o cercavam. Sua fama de homem duro e de forte personalidade poderia levar à idéia de que fosse um egocêntrico que pensasse somente nos seus interesses pessoais.

Entretanto, na realidade, em que pese as histórias lendárias que circulavam a seu respeito, foi um homem generoso. Graças a ele, Osasco ganhou sua primeira companhia telefônica, posteriormente incorporada à Telesp. A Prefeitura da cidade foi várias vezes beneficiadas com obras de urbanismo pagas pelo Banco. Da mesma forma, o fórum recebeu instalações condignas devido à contribuição do poderoso banqueiro. Se não fosse por sua ajuda, Osasco não teria a conceituada Faculdade de Direito, instalada em 1969, onde se formaram vários alunos, futuros dirigentes do Bradesco. Auxiliou o professor Edmundo Vasconcellos e equipar a Gastroclínica, por ele fundada ao lado da Av. Rubem Berta, em São Paulo. Estes são alguns exemplos do muito que realizou em benefício dos funcionários e da população em geral.

A Fundação Bradesco

Os poucos anos em que frequentou regularmente a escola, mostraram a Aguiar a necessidade de disseminar a educação entre os jovens. Provavelmente, daí ter surgido a idéia da instituição da Fundação Bradesco, da qual muito se orgulhava e que hoje mantém escolas espalhadas pelo Brasil inteiro, sendo um instituto de educação modelar. Foi ela a sua maior realização de cunho social. Antes de morrer doou a maioria de suas ações para a Fundação Bradesco.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Amador_Aguiar
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Escolhas III

Embora seja paradoxal, só conhece o descanso, a pessoa que o obtém através do conflito.

A paz nascida do conflito, não é como o silêncio de morte que precede o temporal, mas sim, como a quietude serena que vem depois dele.

Não há algumas pessoas em nosso círculo a quem naturalmente recorremos em tempos de provação e tristeza? Elas têm sempre a palavra certa. Trazem consigo o conselho exato de que precisamos.

Entretanto, não sabemos as escolhas que tiveram que fazer. Do que precisaram abrir mão. O preço que pagaram para tornarem-se assim tão hábeis em atar feridas abertas e secar lágrimas.

Uma barra de aço no valor de R$ 20,00, quando tranformada em ferramentas agrícolas, passa a valer duas vezes mais. Se transformada em agulhas, passa a valer setenta vezes mais. Se em lâminas de canivetes e facas, seis mil vezes mais. Se em instrumentos cirúrgicos, cinqüenta mil vezes mais.

Por que processos passou a barra de aço para tornar-se tão valiosa?

Quanto mais trabalhada e polida, maior é o seu valor.A escolha é sua. Quer continuar barra de aço?

Adaptado de Mananciais no Deserto
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Ser autor da própria história...

é ser capaz de fazer escolhas, ter consciência de que toda escolha também implica em perdas e não apenas ganhos.

Augusto Cury
12 Semanas para mudar uma vida
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Escolhas IV

Temos acompanhado durante todo o período eleitoral, uma campanha do TSE sobre a escolha do voto. Vários atores em situações inusitadas, como abelha no ouvido, andando em círculos, sapateando quando nervoso, toque no celular etc.

"Quatro anos é tempo demais, principalmente quando as coisas vão mal".

O slogan do TSE é uma verdade, mas nossas escolhas erradas podem ter reflexos por toda uma vida.

Bem-aventurado aquele, cujas conseqüências de escolhas erradas, duram apenas 04 anos.

Escolher certo exige auto-exame, exige conhecimento, exige determinação, exige calmaria... Fazer escolhas certas é um dom à disposição de cada um. É a pausa na música, é o silêncio na tempestade...

Para saber escolher é preciso ouvir, ou melhor, ouvir-se.

Muitas vezes digo aos alunos que o concurseiro deve ter vocação para o cargo a que está pleiteando.

Entretanto, muitas vezes, sobrepõe-se à escolha certa, a necessidade. Significa que escolhemos errado? Não, a não ser que nos acomodemos. Acomodar-se significa pausa além do necessário.

Escolher faz parte da vida, faz parte de nossa trajetória, faz parte do nosso sucesso e escolher bem faz parte da nossa felicidade.

Está em seu momento de pausa? Escolheu errado? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.
[...]

Direito Constitucional

01. QUANTO AOS MUNICÍPIOS, É INCORRETO AFIRMAR:

A. A LEI ORGÂNICA MUNICIPAL SERÁ PROMULGADA PELA CÂMARA DE VEREADORES;
B. EM MUNICÍPIOS DE CEM MIL E UM A TREZENTOS MIL HABITANTES, O SUBSÍDIO MÁXIMO DOS VEREADORES, CORRESPONDERÁ A 50% DO SUBSÍDIO DOS DEPUTADOS ESTADUAIS;
C. A INICIATIVA POPULAR DE INTERESSE ESPECÍFICO DE MUNICÍPIOS, DAS CIDADES OU DE BAIRROS, EXIGE MANIFESTAÇÃO DE PELO MENOS, 5% DE ELEITORADO;
D. O PARECER PRÉVIO SOBRE RELATÓRIO ANUAL DAS CONTAS DO PREFEITO, SÓ DEIXARÁ DE PREVALECER, POR DECISÃO DA MAIORIA ABSOLUTA DOS MEMBROS DA CÂMARA MUNICIPAL;
E. É VEDADA A CRIAÇÃO DE TRIBUNAIS, CONSELHOS OU ÓRGÃOS DE CONTAS MUNICIPAIS.

GABARITO: LETRA D - DOIS TERÇOS - ART. 30,
§ 2º
A. ART. 29, CAPUT
B. ART. 29, VI, D
C. ART. 29, XIII
E. 30, § 4º

02. QUANTO ÀS NORMAS CONSTITUCIONAIS APLICÁVEIS AOS SERVIDORES PÚBLICOS, É INCORRETO AFIRMAR;

A. A LEI ESTABELECERÁ OS PRAZOS DE PRESCRIÇÃO PARA ILÍCITOS PRATICADOS POR QUALQUER AGENTE, SERVIDOR OU NÃO, QUE CAUSEM PREJUÍZO AO ERÁRIO, RESSALVADAS AS RESPECTIVAS AÇÕES DE RESSARCIMENTO;
B. A AUTONOMIA GERENCIAL, ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA, PODERÁ SER AMPLIADA MEDIANTE CONTRATO;
C. A REMUNERAÇÃO E O SUBSÍDIO DOS OCUPANTES DE CARGO, FUNÇÕES E EMPREGOS PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA, AUTÁRQUICA E FUNDACIONAL, INCLUÍDAS, DENTRE OUTRAS, AS PARCELAS DE CARÁTER INDENIZATÓRIO, NÃO PODERÃO EXCEDER AO SUBSÍDIO MENSAL DOS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL;
D. OS ESTADOS E O DISTRITO FEDERAL PODERÃO FIXAR EM SEU ÂMBITO, COMO LIMITE ÚNICO, O SUBSÍDIO MENSAL DOS DESEMBARGADORES DOS RESPECTIVOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA, NÃO SE APLICANDO TAL LIMITE, AOS SUBSÍDIOS DOS DEPUTADOS ESTADUAIS E DISTRITAIS E DOS VEREADORES;
E. OS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO, PUBLICARÃO ANUALMENTE, OS VALORES DO SUBSÍDIO E DA REMUNERAÇÃO DOS CARGOS E EMPREGOS PÚBLICOS.

GABARITO: LETRA C - EXCLUÍDAS AS VERBAS DE CARÁTER INDENIZATÓRIO - ART. 37, § 11
A. ART. 37, §
B. ART. 37, § 8º
D. ART. 37, § 12
E. ART. 39, § 6º

03. COMPETE PRIVATIVAMENTE AOS TRIBUNAIS;

A. CRIAR, NOS TERMOS DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, OS CARGOS DE JUIZ DE CARREIRA DA RESPECTIVA JURISDIÇÃO;
B. ORGANIZAR SUAS SECRETARIAS E SERVIÇOS AUXILIARES;
C. FIXAR O SUBSÍDIO DE SEUS MEMBROS E DOS JUÍZES;
D. ALTERAR O NÚMERO DE MEMBROS DOS TRIBUNAIS INFERIORES;
E. ALTERAR A ORGANIZAÇÃO E DIVISÃO JUDICIÁRIAS.

GABARITO: LETRA B - ART. 96, I, B
A. PROVER - ART. 96, I, C
C. PROPOR A FIXAÇÀO - ART. 96, II, B
D. PROPOR A ALTERAÇÃO - ART. 96, II, A
E. PROPOR A ALTERAÇÃO - ART. 96, II, D

04. JULGUE OS ITENS:

I. JUNTO AO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, FUNCIONARÁ O CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL, CABENDO-LHE EXERCER A SUPERVISÃO ADMINISTRATIVA E ORÇAMENTÁRIA DA JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS;
II. AS DECISÕES DO CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL TERÃO CARÁTER VINCULANTE;
III. O CONSELHO DE JUSTIÇA FEDERAL POSSUI PODERES CORREICIONAIS.

ESTÁ CORRETO APENAS O QUE SE AFIRMA EM:

A. I;
B. II;
C. III;
D. I E III;
E. I, II E III.

GABARITO: LETRA E - ART. 105, II

05. COMPETE AOS TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS:

A. PROCESSAR E JULGAR, ORIGINARIAMENTE, OS CRIMES POLÍTICOS;
B. PROCESSAR E JULGAR, EM RECURSO ORDINÁRIO, OS CRIMES POLÍTICOS;
C. PROCESSAR E JULGAR, ORIGINARIAMENTE, NOS CRIMES COMUNS E DE RESPONSABILIDADE, OS JUÍZES DO TRABALHO;
D. PROCESSAR E JULGAR OS CRIMES COMETIDOS A BORDO DE NAVIOS OU AERONAVES, RESSALVADA A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA MILITAR;
E. PROCESSAR E JULGAR, RESSALVADA A COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OS CONFLITOS DE COMPETÊNCIA ENTRE QUAISQUER TRIBUNAIS.

GABARITO: LETRA C - ART. 108, I, A
A. JUIZ FEDERAL - ART. 109, IV
B. STF - ART. 102, II, B
D. JUIZ FEDERAL - ART. 109, IX
E. STJ - ART. ART. 105, I, D
[...]

Legislação da PGE

01. AINDA QUANTO AO CONSELHO DA PGE, É CORRETO AFIRMAR:

A. A ELEIÇÃO PARA O CONSELHO SERÁ NORMATIZADA PELO GOVERNADOR;
B. SALVO O PROCURADOR CORREGEDOR, OS DEMAIS CONVIDADOS PELO PGE PARA PARTICIPAREM DAS SESSÕES DO CONSELHO, DEVEM TER EXERCIDO, NECESSARIAMENTE, O CARGO DE PROCURADOR-GERAL DO ESTADO;
C. OS CONVIDADOS ESTÃO IMPEDIDOS DE VOTAR, OPINAR E REGISTRAR SUAS MANIFESTAÇÕES DURANTE AS SESSÕES DO CONSELHO DA PGE;
D. DENTRE OS CONVIDADOS ÀS SESSÕES DO CONSELHO, ATUARÁ O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, SEM DIREITO A VOTO;
E. UMA DAS ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO É EXPEDIR O ATO DE PROMOÇÃO POR MERECIMENTO DE PROCURADOR DO ESTADO.

GABARITO: LETRA B - ART. 8º, § 2º DA LC 15/80
A. PELO PGE - ART. 8º, § 1º
C. APENAS DE VOTAR - ART. 8º, § 2º
D. O PGJ NÃO ATUA PERANTE O CONSELHO
E. É ATO DO PGE - ART.
6º, VI

02. A PROCURADORIA GERAL DO ESTADO ATUA ATRAVÉS DOS PROCURADORES DO ESTADO, AOS QUAIS INCUMBE O EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA QUE LHES É PRÓPRIA E POR DELEGAÇÃO. QUANTO AO AFIRMADO, JULGUE OS SEGUINTES ITENS:

I. AS ATRIBUIÇÕES DOS PROCURADORES DO ESTADO PODEM SER DELEGADAS PELO PROCURADOR-GERAL OU SUBPROCURADORES-GERAIS;
II. QUANDO NO EXERCÍCIO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, POR DELEGAÇÃO DO PROCURADOR-GERAL OU PELOS SUBPROCURADORES-GERAIS, OS PROCURADORES DO ESTADO NÃO CARECEM DE INSTRUMENTO DE MANDATO;
III. OS PROCURADORES DO ESTADO SÃO OS ÓRGÃOS DE ATUAÇÃO DA PGE NO EXERCÍCIO DE SUAS ATRIBUIÇÕES.

ESTÁ CORRETO APENAS O QUE SE AFIRMA EM:

A. I
B. II
C. III
D. I E III
E. I, II E III

GABARITO: LETRA D - ART. 4º E 10 DA LC 15/80
II. DISPENSA INSTRUMENTO DE MANDATO O EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA QUE LHES É PRÓPRIA (ART. 2º)

03. A CORREGEDORIA DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO SERÁ CHEFIADA PELO PROCURADOR-CORREGEDOR. QUANTO AO ALEGADO, É CORRETO AFIRMAR:

A. O PROCURADOR CORREGEDOR SERÁ NOMEADO PELO GOVERNADOR;
B. O CARGO DE PROCURADOR CORREGEDOR PODERÁ SER PROVIDO POR PESSOA ESTRANHA À PROCURADORIA GERAL DO ESTADO;
C. UM DOS REQUISITOS EXIGIDOS PARA O EXERCÍCIO DO CARGO DE PROCURADOR CORREGEDOR É O DE TER MAIS DE 10 ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO NA CARREIRA;
D. O PROCURADOR CORREGEDOR DEVERÁ INTEGRAR A PRIMEIRA CATEGORIA OU CATEGORIA ESPECIAL, NA CARREIRA DE PROCURADOR DO ESTADO;
E. EXPEDIR A ATO DE CONFIRMAÇÃO NO ESTÁGIO CONFIRMATÓRIO DE PROCURADOR DO ESTADO, É UMA DAS ATRIBUIÇÕES DO PROCURADOR CORREGEDOR.

GABARITO: LETRA D - ART. 10-A DA LC 15/80
A. PELO PGE - ART. 10-A
B. INTEGRANTES DA CARREIRA - ART. 10-A
C. NO MÍNIMO 10 ANOS - 10-A
E. DO PGE - ART.
6º, XLI

04. OS CARGOS DE PROCURADOR DO ESTADO SÃO ORGANIZADOS EM CARREIRA, ESCALONADA NAS SEGUINTES CATEGORIAS:

A. ESPECIAL, DO INTERIOR, PRIMEIRA E SEGUNDA;
B. ESPECIAL, PRIMEIRA, SEGUNDA E TERCEIRA;
C. ENTRÂNCIA DO INTERIOR, 1ª E 2ª ENTRÂNCIAS E ENTRÂNCIA ESPECIAL;
D. PROCURADOR ESPECIAL, PROCURADOR DO ESTADO E PROCURADOR DE JUSTIÇA;
E. PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE CATEGORIA ESPECIAL, 1ª, 2ª E 3ª.

GABARITO: LETRA B - ART. 11 DA LC 15/80

05. QUANTO ÀS NORMAS APLICÁVEIS A CARREIRA DOS PROCURADORES DO ESTADO, JULGUE OS SEGUINTES ITENS:

I. NAS ALTERAÇÕES DE LOTAÇÕES BÁSICAS DOS PROCURADORES DO ESTADO É GARANTIDA A PREFERÊNCIA DE ESCOLHA AOS INTEGRANTES DA CATEGORIA ESPECIAL;
II. O PROCURADOR DO ESTADO DE CATEGORIA ESPECIAL SERÁ, EXCLUSIVAMENTE E SALVO IMPEDIMENTO PESSOAL, DESIGNADO PARA COMPOR A COMISSÃO DE ESTÁGIO CONFIRMATÓRIO;
III. CABE AO PROCURADOR-GERAL DESIGNAR OS MEMBROS DA COMISSÃO DE ESTÁGIO CONFIRMATÓRIO.

ESTÁ CORRETO APENAS O QUE SE AFIRMA EM:

A. I
B. II
C. III
D. I E III
E. I, II E III

GABARITO: LETRA D - ART. 11 DA LC 15/80
II. PREFERENCIALMENTE
[...]

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Me ensinaram que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... e assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos se tornaram meus amigos e isso me faz seguir.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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Proibida a cópia, sem autorização, dos textos, fotos e material de aula aqui apresentados©2009 Professora Raquel Tinoco | by TNB