quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MTE - Avaliando 18

Art. 20. Ao Departamento de Fomento à Economia Solidária compete:
DEFES

01. Promover ações e elaborar e coordenar programas que visem ao desenvolvimento e fortalecimento da economia solidária;

02. Coordenar a articulação e o desenvolvimento de parcerias com organizações não-governamentais, entidades de classe, universidades e outras instituições para o desenvolvimento de programas de economia solidária;

03. Promover a expansão dos empreendimentos solidários, mediante a abertura de canais de comercialização e a divulgação dos conceitos de comércio justo e consumo ético;

04. Promover a articulação de políticas de financiamento que viabilizem a criação de novos empreendimentos e o desenvolvimento e consolidação dos já existentes;

05. Cooperar com a Secretaria de Relações do Trabalho e outros órgãos de governo para o desenvolvimento de linhas de crédito que sejam mais adequadas aos empreendimentos solidários.

01. C
02. C
03. C
04. C
05. E - Secretaria de Políticas Públicas de Emprego

MTE - Avaliando 19 - Misturando????

Correlacione

DEPARATMENTO DE ESTUDOS E DIVULGAÇÃO - DEDI - Art. 19
DEPARTAMENTO DE FOMENTO À ECONOMIA SOLIDÁRIA - DEFES - Art. 20

01. _____ Cooperar com a Secretaria de Políticas Públicas de Emprego e outros órgãos de governo para o desenvolvimento de linhas de crédito que sejam mais adequadas aos empreendimentos solidários.

02. _____ Articular-se com o Departamento de Qualificação, da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego, para a promoção de ações de formação no campo da economia solidária;

03. _____ Promover ações e elaborar e coordenar programas que visem ao desenvolvimento e fortalecimento da economia solidária;

04. _____ Apoiar iniciativas das universidades com vistas à criação de campo acadêmico e científico da economia solidária.

05. _____ Promover a expansão dos empreendimentos solidários, mediante a abertura de canais de comercialização e a divulgação dos conceitos de comércio justo e consumo ético;

06. _____ Promover seminários, encontros e outras atividades que tenham por objetivo a divulgação e promoção da economia solidária;

07. _____ Coordenar estudos da legislação que visem ao fortalecimento da economia solidária;

08. _____ Coordenar a articulação e o desenvolvimento de parcerias com organizações não-governamentais, entidades de classe, universidades e outras instituições para o desenvolvimento de programas de economia solidária;

09. _____ Promover a articulação de políticas de financiamento que viabilizem a criação de novos empreendimentos e o desenvolvimento e consolidação dos já existentes;

10. _____ Colaborar com o desenvolvimento e divulgação de pesquisas na área da economia solidária.

01. DEFES
02. DEDI. CUIDADO!!! PARECE O DEFES, CERTO? MAS O VERBO ARTICULAR NÃO APARECE PARA O DEFES E ELE FAZ PARCERIA APENAS COM A SECRETARIA E NÃO COMO O DEPARTAMENTO.
03. DEFES
04. DEDI
05. DEFES. CUIDADO!!! DIVULGAÇÃO DOS CONCEITOS DE COMÉRCIO JUSTO E CONSUMO ÉTICO. NÃO CONFUNDA COM O DEDI.
06. DEDI
07. DEDI
08. DEFES
09. DEFES
10. DEDI

domingo, 7 de dezembro de 2008

Resistência.




Quem visitar uma indústria de aço, verá na sala-de-provas pequenas divisões e compartimentos, e nelas, peças de aço que já foram provadas. 

Cada uma está marcada com um número que mostra seu ponto de resistência. 

Algumas  foram torcidas até se  quebrarem e a força de torção estava registrada nelas. 

Outras haviam sido esticadas até o ponto máximo, e sua resistência à tração também estava ali indicada. 
Outras, ainda, haviam sido prensadas até o máximo e também estavam marcadas.

O chefe das obras sabia exatamente o que aquelas peças de aço suportariam sob pressão. Sabia exatamente o que agüentariam se colocadas em um grande navio, edifício ou ponte. E sabia disso porque a sala-de-provas o havia revelado.

Muitas vezes isto acontece conosco, não desejemos ser como vasos de vidro ou porcelana, mas sim, como essas peças de aço enrijecidas, capazes de suportar pressões, torções e compressões, ainda que fiquem ali, algumas marcas.

Não desejemos ser plantas de estufa, mas carvalhos batidos pela tempestade, não dunas de areia, movidas por qualquer rajada de vento, mas rochas de granito, enfrentando e resistindo os mais furiosos temporais.

Muitas vezes, para adqurir tal capacidade de resistência, precisamos ser levados à sala-de-provas.

Muitos de nós não precisam de outro argumento que não a própria experiência, para provar que de fato os obstáculos e adversidades nos conduzem à sala-de-provas da fé.

Adaptado de Manaciais no Deserto

O Bom e Excelente Mestre

Quando vemos a imagem do Cristo crucificado, logo imaginamos: "coitado, como sofreu!". Mas não devemos vê-lo como um pobre sofredor. 

Possuía  força e coragem incomuns.  

Não se calou nem mesmo quando enfrentou sérios riscos de morte. 

Estava em um mundo totalmente contrário ao seu.

Apresentou-se diante de homens hostis que não pensavam em outra coisa a não ser destruí-Lo.  
Seu discurso simples incomodou até os mais destros oradores.  

Mas não era inconseqüente. Tinha consciência do que poderia decorrer de suas palavras e atitudes. 

Era tolerante, humilde, ousado e determinado. 

Era cativante. Muitos O queriam como mestre. Seu método de ensino era diferente. 

Suas histórias representavam a vida em si e o que dela se poderia tirar com as atitudes certas. 

Muito diferente do que muitos crêem e pregam, Jesus não era um homem amargurado que vivia chorando o seu triste fim. 

Sabia o que lhe estava reservado e, ainda que tenha sofrido com a certeza da morte, enfrentou seus próprios medos e angústias e pregou a vida.  

Simples, simples assim...

A vida é um grande contrato de risco. Quem fica preso em um casulo com medo de se arriscar, além de não eliminar os riscos, será sempre frustrado.

Devemos ser corajosos para correr riscos, para superar conflitos, encontrar soluções e realizar nossos sonhos e projetos. 

Augusto Cury

Doutores da Alegria












Uso infantil

Composição Humor.....................................100%
Formação artística profissional e contínua...........100%
Sistematização e disponibilização de conhecimento -
Centro de Estudos.......................................100%
Administração e captação de recursos eficientes...100%
Informações históricas

Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Essa foi a semente da Clown Care Unit™, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.

Em 1988 Wellington Nogueira passou a integrar a trupe americana. Voltando ao Brasil, em 1991, resolveu tentar aqui um projeto parecido, enquanto ex-colegas faziam o mesmo na França (Le Rire Medecin) e Alemanha (Die Klown Doktoren). Os preparativos deram um trabalho danado, mas valeu: em setembro daquele ano, numa luminosa iniciativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo (hoje Hospital da Criança), teve início nosso programa.

Informações técnicas
Nossa missão é ser uma organização proeminentemente dedicada a levar alegria a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais de saúde, através da arte do palhaço, nutrindo esta forma de expressão como meio de enriquecimento da experiência humana.

Somos uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que realiza cerca de 75 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte.
Indicações

Traumas ligados à hospitalização infantil: perda de controle sobre o corpo e a vida; atitudes negativas em relação às doenças e à recuperação.

Contra-indicações
Não há.

Posologia

A besteirologia deve ser aplicada diariamente até que o paciente não saiba mais como ficar triste. É remédio para a vida toda.

MTE - Secretaria de Políticas Públicas e de Emprego - POPE - Art. 10


MTE - Secretaria de Inspeção do Trabalho - INTRA - Art. 14

MTE - Secretaria de Relações do Trabalho - RETRA - Art. 17

MTE - Secretaria Nacional de Economia Solidária - NES - Art. 18

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Lucianos, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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