Com o advento das Leis 6243/2012 e 7628/17, a Lei 5.260/08 sofreu alterações. Confira aqui.
"Esquecendo-me das coisas que para trás ficam, prossigo para o alvo." Filipenses 3:13 e 14.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
MPU - Comissão de Concurso
Boa tarde.
MPU cria sua Comissão de Concurso.
"ATOS DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
PORTARIAS DE 8 DE FEVEREIRO DE 2013
O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem o artigo 127, § 2º, da Constituição Federal, combinado com o art. 26, inciso VIII, da Lei Complementar n.º 75, de 20/05/1993, resolve:
Nº 55 - Art. 1º Criar Comissão, composta pelo Procurador da República BRUNO FREIRE DE CARVALHO CALABRICH, e pelos servidores SABRINA DE ARAÚJO MAIOLINO e BRUNO GOUVEIA DE LIMA, para, sob a presidência do primeiro, coordenar a realização do VII Concurso Público para Provimento de Cargos de Analista e Técnico do Ministério Público da União.
Art. 2º Delegar competência ao presidente da comissão, criada pelo art. 1º, para assinar contratos, firmar acordos, ajustes, termos de cooperação e celebrar convênios de caráter administrativo de interesse do Ministério Público da União, que estejam relacionados com o objeto desta Portaria.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 93, I, da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, alterado pela Lei nº 8.270, de 17 de dezembro de 1991, e na Portaria PGR/MPU nº 536, de 24 de outubro de 2008, alterada pela Portaria PGR/MPU nº 384, de 9 de agosto de 2010, resolve:
ROBERTO MONTEIRO GURGEL SANTOS"
FONTE: D.O.U. 14fev2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
MPU - 2013
MPU - Concurso confirmado para 2º e 3º graus.
Edital até junho
Segue a expectativa pela abertura do concurso para técnico (nível médio ou médio/técnico) e analista (superior) do Ministério Público da União (MPU).
Atualmente, o órgão realiza remoção interna de servidores, ação essencial para designar as localidades a serem contempladas com vagas, bem como as especialidades. Tal processo será finalizado até 20 de fevereiro e apresenta alternativa de mudança na área de lotação dos atuais servidores.
Ao todo, são 169 vagas para remoção interna. Este quantitativo pode ser um indicativo da oferta mínima a ser especificada no edital do concurso, previsto para sair até junho, segundo o Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), instituição vinculada ao MPU, Luís Antônio Camargo.
A Assessoria de Imprensa do órgão já confirmou que os preparativos do concurso estão em andamento, mas ainda não informou o número de vagas que será oferecido. Porém, de acordo com o procurador Luís Antônio Camargo, todas as particularidades do edital devem ser levadas a público a médio prazo. “O MPU está empenhado para decidir as questões, como especialidades, critérios de seleção, vagas e organizadora. Teremos novidades em breve”, informou.
A seleção passada foi realizada em 2010, com a organização do Cespe/UnB. Foram mais de 700 mil inscritos, disputando 594 vagas. Uma grande concorrência, justificada pelo status que as carreiras possuem, e pela remuneração inicial, reajustada no final do ano passado. Atualmente, os valores estão em R$5.345,03 para técnico e R$8.276,42 para analista, incluído auxílio-alimentação de R$710, além de outros benefícios.
Em 2010, as vagas foram para as áreas de Orçamento, Segurança, Administrativo e Transporte, de nível médio, além de Administração, Ciências Contábeis, Engenharia, Informática, entre outras, de nível superior.
Segundo o procurador Luís Antônio Camargo, o cargo de técnico da área administrativa (apenas o nível médio) é um dos que possui mais necessidade de pessoal e, por isso, deverá ser contemplado no novo concurso.
Na seleção anterior, os candidatos foram submetidos a prova objetiva e redação, sendo que a última, salvo para algumas funções. A avaliação objetiva teve 150 questões, respondidas pelos comandos “certo” e “errado”, correspondendo a 60 de Conhecimentos Básicos (Legislação Aplicada ao MPU, Língua Portuguesa, Noções de Direito Administrativo, Noções de Direito Constitucional e Noções de Informática) e 90 de Conhecimentos Específicos. As últimas admissões ocorreram no final de 2012. Mais de 3 mil pessoas foram nomeadas, conforme informações do próprio MPU.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Histórias de Sucesso
Eu postei ess história em 01/03/2009, mas só hoje pude colocar mais um ponto. Vale a pena ler e refletir sobre suas adversidades e se são realmente adversidades. 
Olá leitores.
Hoje quero contar-lhes uma história de alguém que surgiu em minha vida inesperadamente.
Assim que fiz meu blog, comecei a receber comentários de uma pessoa chamada Vanessa. Não a conhecia, mas vi que tínhamos uma coisa em comum, gostávamos de Augusto Cury.
Mas como nada é por acaso, Deus nos mostraria que tínhamos mais afinidades.
De repente, ela me diz que será minha aluna e que está ansiosa por isso. Contou-me um pouco de sua vida e percebi que conheceria alguém especial. Vanessa questionou meu sobrenome. Perguntou se eu era parente de um Pastor Tinoco. rsrsrs Era. É meu irmão. Ele congrega na mesma igreja em que o cunhado da Vanessa também é pastor. E então, chegou o grande dia em que nos encontraríamos na sala de aula. E lá estava Vanessa me esperando. Tem um pouco de dificuldade no andar e na fala. Senta-se na primeira fila, bem perto de mim. Participa das aulas e vez ou outra me pede opiniões sobre o que fazer.
Como era de se prever, Vanessa é realmente muito especial. Suas limitações não a impediram de vencer. Modesta, omitiu o fato de que foi aprovada em primeiro lugar para um o concurso que fizera.
Pedi que ela compartilhasse com vocês a sua história. E aí está uma das mais belas histórias de sucesso que posto neste blog.
"Numa bela tarde de carnaval, 26 de Fevereiro de 1976, aspirei o primeiro fôlego de vida.
Naquele instante estava travada uma luta para minha sobrevivência - meu pescoço foi envolvido pelo cordão umbilical impedindo as primeiras passagens de oxigênio para o cérebro.
Permaneci por uma semana na maternidade em observação, retornei aos braços amorosos de meus pais que,
daí por diante, passaram a observar o meu desenvolvimento.
Os primeiros sinais captados: dificuldade na coordenação - motora - fina (fala, pegar uma colher ou um lápis e até mesmo manter a própria cabeça erguida).
Logo iniciei meu tratamento, associado à natação que me ajudou muito. Quando cheguei à idade escolar, meus pais foram orientados a me matricular numa escola normal onde fui me adaptando com o tempo.
Passei por momentos bons e ruins à medida que fui interagindo com outras crianças que não tinham dificuldades, como também pela própria limitação na escrita em sala de aula.
Cresci em meio a outras crianças, sem a necessidade da “super - proteção” por parte de meus pais.
Isso foi muito bom para mim, pois me ajudou na maturidade, principalmente na fase adulta.
Na adolescência enfrentei barreiras de preconceito, humilhação e até mesmo agressões como: jogarem papel, borracha, giz em sala de aula. A própria escola reagia apenas com algumas advertências, mas não tomava uma atitude séria.
Nesse mesmo período fiz um concurso de redação no qual alguns colégios particulares estavam envolvidos. As melhores redações dos alunos ganhariam uma bolsa integral de estudos.
Para minha surpresa fui uma das contempladas, fiquei um ano sem pagar mensalidade alguma.
Deus é fiel!!!
Algum tempo depois, pensei mudar de escola por causa do vestibular, naquela época havia barreiras nas escolas conceituadas no vestibular em aceitar deficientes no corpo discente.
Por eu ser um pouco mais velha que a média de idade da turma, não me enquadrariam no sistema de ensino deles. Ninguém perguntava o meu potencial. O sistema de ensino é desumano, igualitário e não prepara ninguém para a vida, apenas para competição.
É para onde a nossa sociedade está indo! Algumas iniciativas já estão despertando em sentido contrário, a educação merece ser repensada valorizando as características do ser humano.
Enfim, completei meu 2º grau em outro colégio, fiz vestibular para Ciências Biológicas e passei para Universidade Gama Filho, após o primeiro período pedi transferência para o curso de Psicologia.
Após graduada, atuei um tempo na área de RH na qual me especializei.
Hoje, como muitos, estou na corrida por uma vaga em concursos públicos. Dentre alguns concursos que fiz, fui classificada ano passado e estou aguardando ser chamada para uma das subsidiárias da Petrobrás.
Graças a Deus, tenho confiado minha vida em Suas mãos.
As sequelas da Paralisia Cerebral que permanecem em mim constam apenas na fala e na escrita.
Um milagre!!!
Salmo 37: 5: “Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele, e Ele agirá...”. Este Salmo já faz parte do meu dia-dia.
Passei a praticá-lo a cada momento da minha vida, e isto tem alimentado mais ainda a minha fé em Deus.
Vanessa Moraes"
Como viram, Vanessa prestou concurso para a subsidiária em 2008. Foi classificada em primeiro lugar, mas a vaga não veio. Ela viu outros sendo convocados e nada. O tempo começou a correr. Conversava com os responsáveis pelo certame e com os órgãos responsáveis pela convocação, nenhuma resposta sólida. Muitas vezes chorou ao encontrar-me nos corredores do curso, enquanto tentava outros concursos. A validade do concurso estava indo embora. Não sabia o que fazer. O conselho? Não desista. A vaga é sua. Busque o âmbito judicial. E assim fez.
Ontem, depois de quase cinco anos, Vanessa foi convocada através de um pedido de execução provisória. Percorreu muitas instâncias até a decisão final. Ligava ansiosa, às vezes chorava, perguntando o que eu achava. Minha resposta era sempre a mesma: aguarde, espere em Deus, confie. Não se desespere, você vai conseguir. Deus é fiel. Deus é fiel. Deus é fiel.
Ao receber sua mensagem, queria gritar com ela... Uhuuuuuuu... Orei e agradeci a Deus. Ao ler a Bíblia encontrei um texto que quero dedicar a você, Vanessa querida.
A empresa não desistiu da ação junto ao STJ, mas... "agindo Deus, quem impedirá?"
Isaías 49:15: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti."

Olá leitores.
Hoje quero contar-lhes uma história de alguém que surgiu em minha vida inesperadamente.
Assim que fiz meu blog, comecei a receber comentários de uma pessoa chamada Vanessa. Não a conhecia, mas vi que tínhamos uma coisa em comum, gostávamos de Augusto Cury.
Mas como nada é por acaso, Deus nos mostraria que tínhamos mais afinidades.
De repente, ela me diz que será minha aluna e que está ansiosa por isso. Contou-me um pouco de sua vida e percebi que conheceria alguém especial. Vanessa questionou meu sobrenome. Perguntou se eu era parente de um Pastor Tinoco. rsrsrs Era. É meu irmão. Ele congrega na mesma igreja em que o cunhado da Vanessa também é pastor. E então, chegou o grande dia em que nos encontraríamos na sala de aula. E lá estava Vanessa me esperando. Tem um pouco de dificuldade no andar e na fala. Senta-se na primeira fila, bem perto de mim. Participa das aulas e vez ou outra me pede opiniões sobre o que fazer.
Como era de se prever, Vanessa é realmente muito especial. Suas limitações não a impediram de vencer. Modesta, omitiu o fato de que foi aprovada em primeiro lugar para um o concurso que fizera.
Pedi que ela compartilhasse com vocês a sua história. E aí está uma das mais belas histórias de sucesso que posto neste blog.
"Numa bela tarde de carnaval, 26 de Fevereiro de 1976, aspirei o primeiro fôlego de vida.
Naquele instante estava travada uma luta para minha sobrevivência - meu pescoço foi envolvido pelo cordão umbilical impedindo as primeiras passagens de oxigênio para o cérebro.
Permaneci por uma semana na maternidade em observação, retornei aos braços amorosos de meus pais que,
daí por diante, passaram a observar o meu desenvolvimento.Os primeiros sinais captados: dificuldade na coordenação - motora - fina (fala, pegar uma colher ou um lápis e até mesmo manter a própria cabeça erguida).
Logo iniciei meu tratamento, associado à natação que me ajudou muito. Quando cheguei à idade escolar, meus pais foram orientados a me matricular numa escola normal onde fui me adaptando com o tempo.
Passei por momentos bons e ruins à medida que fui interagindo com outras crianças que não tinham dificuldades, como também pela própria limitação na escrita em sala de aula.
Cresci em meio a outras crianças, sem a necessidade da “super - proteção” por parte de meus pais.
Isso foi muito bom para mim, pois me ajudou na maturidade, principalmente na fase adulta.
Na adolescência enfrentei barreiras de preconceito, humilhação e até mesmo agressões como: jogarem papel, borracha, giz em sala de aula. A própria escola reagia apenas com algumas advertências, mas não tomava uma atitude séria.
Nesse mesmo período fiz um concurso de redação no qual alguns colégios particulares estavam envolvidos. As melhores redações dos alunos ganhariam uma bolsa integral de estudos.
Para minha surpresa fui uma das contempladas, fiquei um ano sem pagar mensalidade alguma.
Deus é fiel!!!
Algum tempo depois, pensei mudar de escola por causa do vestibular, naquela época havia barreiras nas escolas conceituadas no vestibular em aceitar deficientes no corpo discente.
Por eu ser um pouco mais velha que a média de idade da turma, não me enquadrariam no sistema de ensino deles. Ninguém perguntava o meu potencial. O sistema de ensino é desumano, igualitário e não prepara ninguém para a vida, apenas para competição.
É para onde a nossa sociedade está indo! Algumas iniciativas já estão despertando em sentido contrário, a educação merece ser repensada valorizando as características do ser humano.
Enfim, completei meu 2º grau em outro colégio, fiz vestibular para Ciências Biológicas e passei para Universidade Gama Filho, após o primeiro período pedi transferência para o curso de Psicologia.
Após graduada, atuei um tempo na área de RH na qual me especializei.
Hoje, como muitos, estou na corrida por uma vaga em concursos públicos. Dentre alguns concursos que fiz, fui classificada ano passado e estou aguardando ser chamada para uma das subsidiárias da Petrobrás.
Graças a Deus, tenho confiado minha vida em Suas mãos.
As sequelas da Paralisia Cerebral que permanecem em mim constam apenas na fala e na escrita.
Um milagre!!!
Salmo 37: 5: “Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele, e Ele agirá...”. Este Salmo já faz parte do meu dia-dia.
Passei a praticá-lo a cada momento da minha vida, e isto tem alimentado mais ainda a minha fé em Deus.
Vanessa Moraes"
Como viram, Vanessa prestou concurso para a subsidiária em 2008. Foi classificada em primeiro lugar, mas a vaga não veio. Ela viu outros sendo convocados e nada. O tempo começou a correr. Conversava com os responsáveis pelo certame e com os órgãos responsáveis pela convocação, nenhuma resposta sólida. Muitas vezes chorou ao encontrar-me nos corredores do curso, enquanto tentava outros concursos. A validade do concurso estava indo embora. Não sabia o que fazer. O conselho? Não desista. A vaga é sua. Busque o âmbito judicial. E assim fez.
Ontem, depois de quase cinco anos, Vanessa foi convocada através de um pedido de execução provisória. Percorreu muitas instâncias até a decisão final. Ligava ansiosa, às vezes chorava, perguntando o que eu achava. Minha resposta era sempre a mesma: aguarde, espere em Deus, confie. Não se desespere, você vai conseguir. Deus é fiel. Deus é fiel. Deus é fiel.
Ao receber sua mensagem, queria gritar com ela... Uhuuuuuuu... Orei e agradeci a Deus. Ao ler a Bíblia encontrei um texto que quero dedicar a você, Vanessa querida.
A empresa não desistiu da ação junto ao STJ, mas... "agindo Deus, quem impedirá?"
Isaías 49:15: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti."
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Esperança
Bom dia, querido concurseiro que está a caminho da prova para a Biblioteca Nacional. Não se abale com as nuvens, veja o que há por trás delas. Pode ser que, num primeiro momento, elas embacem sua visão, mas se olhar além, muito além de seus medos e incertezas, vai ver que o brilho do sol continua lá, mesmo que o próprio sol não esteja. Tenha fé em si mesmo e tente manter a calma (coisa difícil, mas possível) na hora de responder às questões.
Olhe só o que estava escondido em meio ao temporal. Se focasse apenas na tempestade, deixaria de vê-lo, mas apenas aguardei, o sol escondido entre as nuvens se fez refletir. Deus o abençoe. Bjs
sábado, 26 de janeiro de 2013
Guarde isso no coração
Bom dia. Sempre recebo mensagens de um amigo, Paulo Martins, servidor do TJ-MS. Essa emocionou-me.
É véspera para alguns. Amanhã será um dia de batalha.
Para outros, a batalha já começou e para muitos ela ainda começará.
Então...
"Você vai ser aquilo que você quiser, a escolha é sua."
"Se você não acreditar em você, ninguém mais vai."
"Nenhuma palavra maldita jogada contra a sua vida vai prosperar. Não importa se as pessoas não acreditam."
"Ou você deixa o seu passado virar um chapéu sombreiro mexicano sobre a sua cabeça, fazendo sombra e você anda de cabeça baixa para todo o mundo, ou você pega o seu passado e transforma em tapete para você pisar em cima."
"Pegue isso, guarde no coração e dê um grito de vitória!!!"
Feliz TRT para você. Sucesso!!! Vitória!!!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
MPU
Ministério Público da União - MPU
Por Luan Monteiro - luan.monteiro@folhadirigida.com.br
O MPU prepara, para 2013, o seu sétimo concurso para servidores, nos cargos de técnico e analista, cujas escolaridades são os níveis médio ou médio/técnico e superior, respectivamente. O número de vagas ainda será definido, mas no orçamento federal, encaminhado para o Congresso Nacional, foram destinadas verbas para a contratação de até 2.200 novos servidores.
O concurso anterior foi organizado pelo Cespe/UnB e atraiu mais de 700 mil candidatos. De acordo com o MPU, ao todo, houve aproximadamente 3.100 nomeações.
A remuneração inicial dos técnicos e analistas é de R$4.694,09 e R$7.252,52, respectivamente, incluído o auxílio-alimentação, de R$710. Há outros benefícios.
Paz em meio à tempestade
"Paz não é algo que se coloca em uma pessoa; é um fruto do Espírito (Gálatas 5:22). E fruto é o resultado de permanecer na videira (João 15:4). Não há paz sem oposição. A paz verdadeira é aquela que funciona no meio da tempestade e não na ausência dela (João 14:27)." Joyce Meyer.
Lendo seu livro percebi que ela cita uma ilustração que eu já conhecia e que quero dedicar aos que estão cada vez mais próximos das provas de sua vida.
Pediram a dois artistas que pintassem um quadro sobre a paz da maneira como eles a percebiam.
Um pintou um lago parado, calmo, bem atrás das montanhas.
O outro pintou uma cachoeira impetuosa e espumejante sobre a qual inclinava-se uma árvore em cujo galho estava um pássaro repousando em um ninho.
A segunda imagem é a paz que desejo a você. Já veio até aqui. Passou meses estudando, furtando-se do convívio da família, dos amigos... Esforçou-se o máximo, multiplicou-se em milhões de tarefas.
Ei, você já é vencedor.
Uma multidão desistiu muito antes dessa etapa. Foi ficando para trás. Não acreditou em seus sonhos ou, talvez, descobriu que estava vivendo um pesadelo.
Você não. Tem vencido o sono, o cansaço, a cobrança, as muitas tarefas que exigem sua imediata atenção, as barreiras da matéria etc.
Uma vez recebi um e-mail de uma aluna. Era o concurso do TJRJ-2012. Esse concurso foi diferente no momento da inscrição. Ao escolher o local da prova, você, automaticamente, escolhia o Núcleo de trabalho. Como muitos estavam acostumados com o método anterior, não prestaram atenção ao detalhe.
Algo parecido aconteceu com a Caroline Mocarzel. Ela pode confirmar. Desesperada, enviou-me um e-mail. Nele ela dizia ter cometido o maior erro da sua vida. Não conhecia o concurso, leu o edital, mas não interpretara corretamente. Estava arrasada. Havia colocado Niterói, mas estava preparada para a Capital. Não acreditava que havia feito a maior besteira de sua vida! Quase não chamaram aprovados para aquela região no último concurso. Só pensava em chorar. Estava muito triste. Antes, estava confiante, bem preparada e, de repente, uma bomba cai sobre ela. Só lhe restava torcer pelo impossível, ficar entre os dez primeiros ou a anulação do concurso.
Eu sorri. Ela nem sabe disso. Não por desdenhar de seu desespero, mas por perceber que o que ela pensava ser erro, poderia ser o maior acerto de sua vida. Se estava preparada para a Capital, também estava para Niterói.
Tive que dar a péssima notícia de que sim, ela concorreria por Niterói. Tentei confortá-la, mas parecia que nada do que eu dizia conseguia deixá-la tranquila. Disse a ela que não tinha motivo para desespero. Precisava estudar para ficar bem colocada e garantir a convocação. Estava sofrendo por antecipação. Como saber se havia errado sem o resultado? Passado algum tempo perguntei-lhe se estava mais calma. Ela respondeu que sim, que tinha de conformar-se com o erro, afinal, guerra é guerra e só termina na última batalha.
Caroline Mocarzel ficou na décima posição para Técnico e na sétima para Analista. Seu nome estava na primeira convocação.
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Tudo começou quando...
meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.
Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.
Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".
Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.
Sou caçula de uma família com dez filhos.
Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.
Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.
E segui.
E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs
No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.
E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.
E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.
Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.
Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.
Estudei o que pude, como pude.
E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.
Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.
Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...
Lembra?? Jamais desistir!
Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.
E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.
Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...
E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.
As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.
Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.
Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.
Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.
Deus os abençoe.
Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.
Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".
Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.
Sou caçula de uma família com dez filhos.
Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.
Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.
E segui.
E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs
No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.
E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.
E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.
Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.
Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.
Estudei o que pude, como pude.
E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.
Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.
Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...
Lembra?? Jamais desistir!
Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.
E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.
Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...
E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.
As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.
Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.
Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.
Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.
Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:
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