domingo, 27 de setembro de 2009

Experimente cantar....

Existe uma história muito bela a respeito de alguns pássaros que foram trazidos de navio para este continente.

Eram muitas aves, cerca de 36.000, a maioria eram canários.

Quando o navio partiu, o mar estava bastante calmo e os passarinhos ficaram em silêncio.

Eles enfiavam a cabecinha sob a asa e não emitiam som algum.

Contudo, no terceiro dia da viagem, formou-se uma forte ventania.

Os passageiros ficaram aterrorizados. As crianças começaram a chorar.

Foi então que aconteceu algo muito estranho.

À medida que a tempestade ia piorando e aumentando de intensidade, os pássaros se puseram a cantar. Primeiro, um iniciou o canto, depois outro, e mais outro também começou a trinar.

Por fim, todos os 36.000 pássaros estavam cantando.

Como será que agimos quando uma tempestade se abate sobre nós em todo o seu furor?

Começamos a cantar?

Será que, diante de uma tormenta, não deveríamos entoar um cântico dez vezes mais intenso?

"Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.

Adaptado de Fontes no Vale - Lettie Cowman

Mestre dos Mestres.

Naquelas bandas algo novo quebrou a mesmice.

Havia um homem que morava por 30 anos num deserto.

Seus discursos eram estranhos, seus gestos, bizarros. Parecia delirar em seu modo estranho de viver. Estava perturbado com a idéia fixa de que era o precursor do homem mais importante que jamais pisara na Terra.

Seu nome era João, cognominado Batista. O que parecia estranho é que ele não convivera com a pessoa que anunciava, mas ela havia ocupado o seu imaginário. Ele fazia discursos eloquentes às margens de um rio, descrevendo aquele homem com a precisão de um cirurgião.

Multidões se aproximavam para ver o espetáculo das suas idéias. Ele teve a coragem de dizer que o homem que aguardava era tão grande que ele mesmo não era digno de desatar-lhe as correias da sandálias.

As pessoas ficavam perplexas com essas palavras.

Como podia um rebelde aos padrões sociais, que não tinha medo de dizer o que pensava, elevar tão alto alguém que não conhecia?

Que homem seria esse que João anunciava em seus discursos?

Alguns achavam que o homem anunciado apareceria como um rei, com vestes talares. Outros imaginavam que ele apareceria como um general acompanhado por grande escolta. Outros ainda pensavam que ele era uma pessoa riquíssima que viria numa elegante carruagem, com uma equipe inumerável de serviçais.

Todos o aguardavam ansiosamente.

Apesar da diversidade das fantasias, a maioria concordava que o encontro com ele seria solene.

Todos esperavam um discurso arrebatador.

De repente, no calor do entardecer, quando os olhos confundiam as imagens no horizonte, surgiu discretamente um homem simples, de origem pobre. Ninguém o notou.

Suas vestes eram surradas, sem nenhum requinte. Sua pele era desidratada, seca e sulcada, resultado do trabalho árduo e da longa exposição ao sol. Não tinha escolta, não tinha carruagem, não tinha serviçais.

Procurava passagem no meio da multidão. Tocava as pessoas com suavidade, pedia licença e, pouco a pouco, conseguia seu espaço. Alguns não gostaram, outros ficaram indiferentes a sua atitude.

Subitamente os olhares se cruzaram. João contemplou o homem dos seus sonhos. Foi arrebatado pela imagem. João via o que ninguém enxergava e, para espanto da multidão, exaltou sobremaneira aquele simples homem.


Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury

Pet post

Bom, sinceramente, espero que algumas daquelas dicas postadas anteriormente já estejam dando o resultado esperado.

A seguir postarei mais algumas que certamente farão com que seu queridinho pareça um daqueles cachorrinhos de televisão, sempre tão dóceis e obedientes. hehehe

Recompense seu filhote ou cão adulto pelo menos duas vezes a cada hora que você estiver com ele quando o cão estiver fazendo algo certo.

Exemplos: deitado quietinho, mordendo um brinquedo dele, simplesmente olhando para você, seguindo você sem causar problemas. Varie suas recompensas, algumas vezes usando a voz e carinhos, outras vezes usando comida, brinquedos, brincadeiras ou bolas.

Quando seu filhote ou cão adulto fizer algo inapropriado, retire o objeto ou retire o cão do ambiente rapidamente e imediatamente substitua o objeto ou leve-o para ambiente apropriado, assim você pode elogiar e recompensar o cão.

Exemplos:

1. Roendo objetos inapropriados - retire os itens da boca do filhote rapidamente e vá para a caixa de brinquedos do cão e encoraje-o e recompense-o por achar um brinquedo apropriado, quando o cão assim o fizer, brinque com ele e recompense-o.


2. Acidentes no treinamento de bons modos em casa - rapidamente pegue o cão ou o filhote ou empurre (sem bater ou machucar) o "bumbum" do filhote na intenção de fazer com que ele pare de fazer xixi e leve-o para fora, onde ele possa fazer xixi e ser recompensado.

3. Pular nas pessoas - rapidamente vire de costas para o cão até que suas quatro patas estejam no chão, então ajoelhe e faça carinho no cão e recompense-o. Ou retire o cão de perto das pessoas rapidamente (pegando-o no colo ou ajudando-o a sair de perto das pessoas).

As pessoas podem se aproximar do cão e ajoelhar (fica mais fácil para ele entender que tem que ficar com as quatro patas no chão). Recompense-o.


O tempo (timing) é muito importante.

Lembre-se que você não deve recompensar seu cão por ter deixado um comportamento, mas por se comportar corretamente.

Isso significa que você deve recompensar seu cão através das rotinas diárias normais, como estar olhando para você, seguindo você, ficar deitado quietinho etc.

Uma vez que esse tipo de relacionamento é estabelecido, um simples “Ei! O que você está fazendo?” irá fazer com que o cão pare qualquer coisa que esteja fazendo e olhe para você, uma oportunidade perfeita para você encorajar o cão a ter um comportamento apropriado.

Isso significa que você deve recompensar o cão durante o bom comportamento.

Ah!!!! Aqui vale uma observação: timing seria aquele tempo crucial, o momento exato, por exemplo, quando você pega seu cão “no ato” e rapidamente faz com que ele faça algo bom (ou punir). Seria logo que ele começa a fazer algo errado, tem que ser punido na hora, porque de nada adianta punir 10 segundos depois, tem que ser na hora.

O tempo (timing) é tão importante nas punições como nas recompensas. Se você recompensa no tempo errado, ainda assim ele irá obedecer, mas se você o pune no tempo errado, será prejudicial para sua relação com o cão, pois ele ficará perdido.

É imperativo perceber que nós, humanos, nem sempre temos o timing perfeito e, portanto, ele é essencial para escolher entre usar recompensas e o reforço positivo ao invés de usar corretivos e punições para adestrar nossos cães.

Você descobrirá que para qualquer problema de comportamento você pode criar uma solução que requeira paciência, compromisso e respeito para o cão.

Paulo

Fonte: http://cantodosbichos.blogspot.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Desafiando os Gigantes

O Gigante Amargura

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”
Hebreus 12:15

Conheço poucas pessoas que gostam de coisas amargas. Eu não gosto!

Mas, o que é amargura? Aí está uma palavra de difícil significado.

Fui a um dicionário e ele me mostrou que amargura é “é algo de sabor amargo”.

Não satisfeito, tive a idéia de procurar o verbo amargurar e, outra vez, o dicionário me disse que é “causar amargura”.

Aí, comecei a ficar chateado! Por fim, procurei a palavra amargo e o dicionário me informou que é “algo que tem sabor acre e desagradável”. Pronto, fiquei amargo de vez! rsrs

Apesar de ser uma palavra difícil de explicar, quase todos sabem reconhecer uma pessoa amarga e que está em amargura. É realmente desagradável!

Minha mãe nos dizia (aos filhos) que não deveríamos deixar as frutas caírem ao chão, pois elas poderiam ficar amargas.

Bem, nunca fiz o teste, mas uma coisa descobri na Bíblia:

O livro que mais usa a palavra amargura é o livro de Jó. Será que as pancadas que ele levou tentaram deixá-lo assim?

O sofrimento de Jó não foi fácil!!!

Tinha sete filhos e três filhas. Seu gado era de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Tinha muitíssimos os servos a seu serviço, de maneira que este homem era maior do que todos os do oriente. E de repente... Zás Perdeu tudo!!!

Aquele servo de Deus apanhou tanto que sua vida perdeu a graça pra ele mesmo. Ficou amargo viver.

Mas ele venceu, continuou sendo dócil, orou por seus amigos, encontrou as respostas para suas difíceis questões e a Bíblia diz que ele morreu em grande idade e farto (satisfeito, completo) de dias.

Noemi também levou tanta pancada na vida (perdeu o esposo e seus dois filhos), que quando voltou para a terra de Israel pediu que não a chamassem mais pelo seu nome Noemi (agradável), mas que a chamassem de Mara (amargura), pois sua vida tinha sido turbada.

Mas por incrível que pareça todos continuaram chamando-a de Noemi. Ela era tão agradável que uma de suas noras, Órfa, ao despedir-se dela chorou e a outra, Rute, abandonou o seu próprio país para viver em sua companhia. Quando Noemi quis que Rute a deixasse, ouviu:

"Não insistas para que te abandone e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti." Rute 1:16 e 17

Só uma pessoa muito agradável conseguiria isto.

Podemos levar muitas pancada na vida. Elas tentarão nos tornar pessoas amargas e amarguradas, mas isto não precisa ser assim.

Há uma saída! Não é fácil, mas alguns já conseguiram vencer a amargura.

O texto de Hebreus 12:15 manda que não nos privemos da graça de Deus para que a amargura não tome conta do nosso coração. Quanto mais tivermos contato com Deus e Sua Palavra, mais chances teremos de não tornarmos pessoas amargas e continuarmos sendo doces de Deus neste mundo.

Abraços

Pastor Corel

Que tal alguns conselhos???

"Ouvistes que foi dito:

Olho por olho, e dente por dente.

Eu, porém, vos digo:

Se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;

E ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;

E se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.

Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.

Ouvistes que foi dito:

Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo.

Eu, porém, vos digo:

Amai a vossos inimigos.
Bendizei os que vos maldizem.
Fazei bem aos que vos odeiam.
Orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.

Deus faz que o sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos.

Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis?

E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais?"

Mateus 5:38-47

E aí? Topas?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Apenas ouça...



O Novo de Deus
Ministério Sarando a Terra Ferida
Composição: Marcelo Bastos

Novos sonhos
Novas realizações
Esperam por ti

Novos planos
Novas conquistas
Esperam por nós

O olho não viu, o ouvido não ouviu
O que Deus preparou para nós
O que Deus preparou para nós...

Família, pode sonhar
Mãe, teu filho vai voltar
Pai, na mesa o pão não vai faltar
Promessas se cumprirão
Bênçãos te seguirão
E o que passou, passou
O novo de Deus chegou...

O novo de Deus chegou...

domingo, 20 de setembro de 2009

Josés


Não sei se é filho de Jacó e de Raquel.

Não sei se tem irmãos chamados Rubem, Simeão, Levi ou Benjamim.

Não sei se é o décimo primeiro de doze filhos.

Não sei se é judeu, islâmico, católico ou protestante.

Não sei se é sonhador ou interpreta sonhos.

Não sei se foi administrador de uma grande terra, como por exemplo, o Egito.

Não sei sé é um dos preferidos de seu pai.

Mas sei que seu nome significa "o que acrescenta" e que, como meu pai, também é José.

Sei que renova suas forças todos os dias para se fazer apresentar a nós, expectadores, com o mesmo rosto forte e digno, o mesmo sorriso.

Sei que cada vez que o vejo, o reverencio como a um bravo guerreiro e cada vez o admiro mais.

Sei que há de ficar em minha mente para o resto da vida, fará parte da minha história e será mais um herói.

Cada batalha que trava, meu coração se aperta, mas logo o vejo ali, imbatível e assim será, pois um gigante não foge à luta, mesmo que desigual, ainda que para enfrentar um gigante ainda maior, inesperado, devastador.

Mas ele tem dito muito mais, ainda que nenhum som saia de seus lábios. Basta olhar para ele.

Trecho de uma entrevista à Revista Veja:

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?

A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

É penoso para o senhor praticar a humildade?

Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.

Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?

Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.

O senhor tem medo da morte?

Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?

Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?

Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

Um grande abraço meu Vice-Presidente.

Raquel Tinoco Slompo

Foto: http://veja.abril.com.br

Simples, simples assim...

Não temo a morte.

Peço a Deus que não me dê um dia a mais de vida se eu não puder dele me orgulhar.

José Alencar

Vice-Presidente da República

Olhai os lírios dos campos...

"Preciso de óleo", disse um monge. Então plantou uma mudazinha de oliveira.

"Senhor", orou ele, "ela precisa de chuva para que suas raízes tenras possam beber e
crescer. Manda chuvas brandas".

E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas.

"Senhor", orou o monge, "minha planta precisa de sol. Peço- Te, manda sol".

E o sol brilhou, dourando as nuvenzinhas chuvosas.

"Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus tecidos", pediu o monge.

E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite, ela morreu.

Então o monge muito desolado foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha experiência

"Eu também plantei uma arvorezinha", disse o outro, "e veja como está viçosa!"


"Sim" disse o monge, "ela está muito bonita mesmo, mas eu não entendo, orei tanto, falei com Deus sobre minha muda de oliveira, pedi chuva, sol, neve e tudo o que ela precisava para ser uma árvore forte e bela! O que você fez para a sua ficar tão bonita assim?"

"Ora, meu irmão, muito simples, eu apenas a plantei e a confiei ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu. Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras."


"Orei: Senhor, manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a fizeste e Tu sabes. E então Deus fez o melhor para ela".

"Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles."
Mt 6: 28-29

Mananciais no Deserto
Lettie Cowman

Fotos: http://freinedafotos.blogspot.com

Mestre dos mestres.

Jesus era um homem corajoso, dizia o que pensava mesmo quando colocava a sua vida em risco.

Aos fariseus, falou que limpavam o exterior do copo, mas não se importavam com seu conteúdo.


Ele era delicado com todas as pessoas, inclusive com seus opositores, mas em algumas oportunidades criticou com contundência a hipocrisia humana.


Disse que os mestres da lei judaica seriam drasticamente julgados, pois atavam pesados fardos para as pessoas carregarem, mas eles nem com um dedo os suportavam.

Atam fardos pesados (e difíceis de carregar) e os põem sobre os ombros dos homens, entretanto eles mesmos nem com o dedo querem move-los.” Mt.23:4

Quantas vezes também não somos rígidos como os fariseus, exigindo das pessoas o que elas não conseguem suportar e nem o que nós mesmos conseguimos realizar.

Exigimos calma dos outros, mas nós somos impacientes, irritadiços e agressivos.


Pedimos tolerância, mas nós somos implacáveis, excessivamente críticos e intolerantes.


Queremos que todos sejam verdadeiros, mas disfarçamos os nossos sentimentos.


Temos que reconhecer que ás vezes damos excessiva atenção ao que as pessoas pensam e falam de nós, mas não nos preocupamos com aquilo que corrói nossa alma (pensamentos negativos, inveja, ciúme, ódio, orgulho, arrogância, autopiedade etc...).


Certa vez, o Mestre foi convidado para comer na casa de um fariseu.

Aconteceu que, ao entrar ELE num sábado na casa de um dos principais fariseus para comer pão, eis que o estavam observando.”
Lc.14:1

Estavam atentos para ver alguma falha N'ele, principalmente se desrespeitaria o sábado curando alguém.


Como sempre acontecia, mais de uma pessoa miseravelmente doente apareceu, clamando por socorro.


Antes de fazer um milagre, fitou os convidados e perguntou-lhes se um filho ou um boi caísse num poço em dia de sábado, se eles não o socorreriam imediatamente.


Ninguém lhe deu resposta, ficaram emudecidos, alguns envergonhados.


Ele aproveitou a ocasião para contar-lhe mais um parábola que combatia frontalmente a necessidade exagerada de prestígio e poder social.


Falou-lhes que se fossem convidados para um casamento não deveriam procurar sentarem-se nos primeiros lugares, para que vindo o noivo não os retirasse daquela posição para dar lugar a pessoas mais importantes que eles. Estimulou-os a procurarem o último lugar, para que, quando viesse o que lhes convidara e pedisse para que se sentassem num lugar mais privilegiado, fossem honrados diante dos demais convidados.


Pediu-lhes que quando preparassem um jantar não convidassem os poderosos, os ricos e os amigos, porque eles têm como retribuir.


Estimulou-os a convidarem os cegos, os coxos, os aleijados e os pobres, pois eles não têm como dar qualquer retribuição.


Segundo Ele, a retribuição seria dada por Aquele que vê em secreto, pelo Autor da vida.


Adaptado de " O Mestre da vida" Augusto Cury

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Lucianos, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

Postagens