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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Pet Post

Oi. Kátia, primeiramente, deixe-nos conhecer o Marvin. Envie fotos.

Ensinar um filhote a fazer xixi e cocô no lugar certo não é difícil, mas requer paciência. Portanto precisamos ensiná-lo de forma bastante clara. Como o seu filhote acaba de chegar, a coisa é bem simples.

Os filhotes, principalmente as fêmeas, costumam “anunciar” que vão fazer xixi ou cocô. Elas param de perninha aberta, balançam a "bundinha" e começam a agachar. Nesse momento pegue-o no colo e leve-o ao lugar certo.

Como ele ainda não tem controle, começará a fazer as necessidades assim que você colocá-lo no chão.

Então faça a maior festa para seu filhote! Elogie. Dê um petisco, etc. Faça tudo isso enquanto ele estiver fazendo o xixi. Desta forma, ele irá saber que quando faz o xixi ou o cocô naquele lugar, você fica feliz.

Se ele voltar a fazer xixi no lugar errado, brigue com ele, pegue-o no colo e leve-o de novo ao lugar certo. Volte a elogiá-lo. Assim fica bem claro o CERTO e o ERRADO. Não vai demorar muito e ele irá sozinho ao local certo.

Tome o cuidado de escolher como banheiro dele um local de fácil acesso, que não tenham portas no caminho, etc.

O treinamento vai exigir de você, pelo menos inicialmente, uma vigilância constante. Por esta razão, quando você não puder ficar de olho no seu filhote, deixe-o restrito à área da sua casa ou apartamento que englobe o banheiro dele.

Em apartamentos, o melhor é deixá-lo restrito à área de serviço e, se for preciso, forre toda a área com bastante jornal. Com o tempo, vá colocando jornal numa área cada vez menor.

Outra opção que tem se mostrado muito eficiente é o uso de tapetes higiênicos.

Na medida em que o tempo for passando e seu filhotinho for se tornando um "adolescente", você terá que sair com seu cão na rua várias vezes por dia (no começo), podendo diminuir o número de vezes diárias conforme os dias forem passando. Isso, é lógico, desde que esteja com o calendário de vacinação em dia e seja liberado pelo veterinàrio.

O mais indicado para o começo do treinamento é sair logo que ele acordar, depois das refeições, depois de beber água e antes de dormir.

Tome também o cuidado de não deixar ração à disposição dele o dia inteiro, pois isso pode fazer com que o funcionamento do intestino fique muito desregulado.

Para condicioná-lo, você precisará de alguns biscoitos caninos, um Pipi Dog e um saquinho de supermercado.

Saia com seu cão na rua e espirre um pouco do Pipi Dog num poste ou árvore. Deixe-o cheirar por algum tempo. Ao sentir o cheiro do Pipi Dog, ele provavelmente terá também vontade de fazer xixi.

Mas isto não é imediato, pode levar vários minutos, portanto não tenha pressa. Continue andando com seu filhote até que ele comece a fazer xixi. Então faça festa e dê um biscoito enquanto ele estiver fazendo o xixi.

Isso fará com que ele saiba que fazer xixi na rua é bom e deixa você feliz, ao contrário de quando ele faz no seu tapete ou em locais inadequados.

Se você respeitar os horários para sair com seu cão na rua, é provável que ele faça cocô também.

O procedimento é o mesmo. Elogios, festa e recompensa enquanto ele estiver fazendo cocô.

É importante salientar que seu cão pode levar algum tempo entre a vontade de fazer xixi e a de fazer cocô, portanto não tenha pressa!

Comece o treinamento quando você tiver bastante tempo para dedicar a seu cão.

Conforme os dias forem passando, seu cão já irá associar a saída para a rua ao xixi e ao cocô, e este tempo ficará cada vez menor.

Dicas:

Kátia, como no seu caso, alguns cães de raças menores costumam demorar mais para acertar o lugar certo de fazer xixi ou cocô, pois demoram mais para ter o controle urinário.

Quanto mais cedo você ensinar o local certo ao seu filhote, mais fácil será o aprendizado.

O condicionamento deve ser feito com a maior frequência possível. Fazer uma ou duas vezes e desistir é o mesmo que não fazer nada.

Alguns filhotes fazem xixi quando os donos chegam em casa, por ficarem muito excitados. O melhor nesses casos é ignorar o filhote até que ele se acalme, então dê atenção a ele.

Cães muito submissos fazem xixi ao se sentirem intimidados pelos donos, ou mesmo por estranhos. O melhor nesse caso é tratar do filhote com muita delicadeza, para que ele não se sinta intimidado. Brigar com ele só piora as coisas.

Agora, é só começar. Abraços!

Fonte: http://www.dogtimes.com.br/faq-xixi.htm
Foto: Lucas e seus filhotes de Lhasa, Doc e Violeta

domingo, 11 de outubro de 2009

Pet Post



Não há parceria como a do homem com o cão , o convívio por mais de 14 000 anos permitiu ao homem entender, na prática, bastante bem o comportamento canino.

Mas também levou à concepção emotiva de que, de certa forma, o totó tem um lado humano, ainda que insista em fazer xixi no poste.

Apesar de toda nossa convivência com os cães, talvez seja mais simples entender os chimpanzés, primos na árvore da evolução.

Os cães percebem o mundo de um modo tão próprio que só pode ser descrito por analogias.

Para poder explicar, a psicóloga Alexandra Horowitz tentou imaginar a vida do ponto de vista de um animal cujo sentido principal é o olfato.

Para os cães, o cheiro equivale à visão humana. É o primeiro recurso usado para reconhecer o ambiente ao redor.

Quando acordam, esses animais farejam a casa para saber se algo aconteceu enquanto dormiam.

Dependendo da raça, um cão pode ter entre 200 milhões e 300 milhões de receptores de olfato nas narinas. O nariz humano só tem 5 milhões.

Odores imperceptíveis para nós, como os das moléculas de ácido butírico provenientes das células da epiderme, deixadas por uma presa, compõem para os cães um rastro que pode ser seguido com segurança.

O cão tem maior interesse pelo que é cheirado do que por aquilo que é visto.

Paisagens que deixam as pessoas boquiabertas só se tornam interessantes para um canino se o vento trouxer algum cheiro significativo.

Cheirar o sapato de um recém-chegado, para um cão, é uma experiência que rende informações que o homem não tem como obter sozinho.

O animal consegue saber por onde a pessoa andou e com que frequência esteve naquele lugar, se teve contato com outros animais, se fez sexo recentemente, se está tomada pelo medo ou pela ansiedade.

O tempo como uma cadeia contínua de eventos nada significa para o cão. Tempo também é cheiro.

Essa capacidade funciona como um relógio sem ponteiro: o passado, para um cachorro, significa odor enfraquecido; um fato novo tem fragrância forte.

Ele realmente é capaz de prever chuva, como se acredita tradicionalmente.

Não se trata de clarividência, e sim da transmissão pelo vento do cheiro da tormenta que se aproxima. "Imagine se cada detalhe de nosso mundo visual tivesse um odor correspondente", escreveu Alexandra Horowitz. "Para um cão, cada pétala de rosa pode ser diferente, pois foi visitada por insetos que deixaram indícios olfativos de sua presença."

O olfato age até mesmo enquanto os cães dormem.

O homem, que tem a visão como sentido primordial, sonha com imagens.

Provavelmente, o sonho dos cães é repleto de odores. O costume dos donos e veterinários de lavar os cães com xampus cheirosos é terrível para eles.

Funciona como se fosse apagada a memória dos episódios das últimas semanas. "A menor fragrância dos produtos de limpeza é quase um insulto olfativo para o cão", escreve Horowitz.

Com um nariz tão desenvolvido, os cães se valem de olhos e ouvidos como sentidos complementares.

A gama de cores que os cães percebem varia entre o azul, o verde e o amarelo, com menos nuances de tons que as captadas pelo olho humano.

Com um número menor de fotorreceptores que o olho humano, eles têm dificuldade em ver objetos próximos.

Em compensação, a visão periférica pode ser sensacional em certas raças, chegando a 270 graus (a do homem é de apenas 180 graus).

A audição canina é mais sensível e tem um espectro muito maior que a humana.

Um ambiente silencioso, como um quarto escuro durante a madrugada, é cheio de ruídos para os cães.

Eles percebem sons muito baixos, como passos do outro lado da rua ou o movimento dos ratos entre as paredes, e também sons inaudíveis para o homem, como as ondas de alta frequência emitidas por relógios digitais.

Da mesma forma, um cão pode localizar a origem de um som mais rápido que um ser humano.

Os dezoito ou mais músculos especializados permitem ao cão dobrar, girar, levantar e baixar as orelhas. No homem, apenas seis músculos sustentam as orelhas.

Os cães descendem dos lobos, e a separação se deu há tão pouco tempo que as duas espécies ainda podem cruzar e gerar descendentes.

Mas as diferenças já são enormes. O cérebro do animal doméstico é, em média, 20% menor que o de seu ancestral. Talvez para sobreviver entre os homens eles não necessitem da astúcia de um lobo silvestre.

De acordo com Alexandra Horowitz, a ideia de que o dono precisa mostrar que é uma espécie de macho alfa não faz sentido.

Os cães também não formam matilhas. Não existe entre eles um macho dominante como há entre os lobos.

Talvez o cão veja no homem um companheiro, e não necessariamente um chefe.

O animal domesticado se tornou especialista nas reações humanas. Ele percebe o sentido pela entonação da voz e é capaz de diferenciar o elogio da reprimenda.

Da mesma forma, ele olha para o rosto humano em busca de informações, orientações e segurança.

No final, é mesmo o melhor amigo do homem.

Fonte Revista Veja edição2133

Reporter Laura Ming

domingo, 4 de outubro de 2009

Pet Post

Olá!!!! Encontrei esta postagem no site da www.webanimal.com.br. e resolvi reproduzi-lo aqui por tratar-se de assunto de relevância e interesse.

Dúvidas frequentes sobre a vacinação

A partir de que idade devo vacinar meu cão/gato?
Os cães devem ser vacinados a partir de 6 semanas de idade e os gatos a partir de 8 semanas. Existem casos especiais, como filhotes de mães não vacinadas ou privados de colostro (leite ingerido nas primeiras horas de vida) que podem ser vacinados antes disso. Nesses casos, o veterinário responsável pode indicar um esquema de vacinacão
especial.

Meu filhote foi vacinado antes da época recomendada para iniciar a vacinação. Devo considerar essa vacina?
Caso o animal tenha recebido uma dose antes do indicado, o importante é que ele receba pelo menos uma dose depois das 12 semanas de idade, no caso dos cães, e uma dose depois das 11 semanas, no caso de gatos.

Qual o intervalo recomendado para fazer as vacinas?
O intervalo ideal é de 21 dias.

Passou o dia de fazer o reforço da vacina do filhote, tenho que começar tudo de novo?
Se foram passados mais de 30 dias da data do reforço, considere que o cão deve receber 2 doses de vacina múltipla com intervalo de 21 a 30 dias entre elas. A raiva,
apenas uma dose.

Se eu vacinar minha cadela/gata prenhe, a vacina poderá causar problemas aos fetos?
A única vacina que contém um agente que pode causar aborto ou má formação do feto é a vacina de vírus vivo contra a panleucopenia felina. As demais não farão mal ao feto, mas não imunizarão a fêmea de forma eficaz .

Posso vacinar cadelas/gatas no cio? Posso vacinar cadelas/gatas prenhes? Minha cadela/gata entrou no cio e a sua vacina venceu, mas quero que ela acasale. Devo vaciná-la agora? Posso vacinar cadelas ou gatas que estejam amamentando?
Todos estes casos têm uma mesma resposta, pois são ocasiões em que o animal a ser vacinado está sofrendo influência de hormônios (prenhes, cio, amamentação...). Assim, pode ser que a resposta não seja 100% ideal. Provavelmente, isso não acarretará uma falha vacinal, mas realmente não é a melhor época para vacinar . O ideal é usar o bom senso, se o animal vai entrar em "desafio" (sair de casa, receber outro animal no canil/gatil), vacinar é a opção. Caso não exista uma situação de risco, esperar é mais indicado.

Quero acasalar minha fêmea e a vacina vencerá quando ela estiver prenhe, o que devo fazer?
Adiante a vacinação. Procure vaciná-la 30 dias antes da data provável do próximo cio.

Meu filhote acabou de se recuperar de uma virose, quando poderei vaciná-lo?
Qualquer vacina deve ser aplicada quando o animal estiver saudável. Isso é, não apresentando nenhum sintoma clínico, não recebendo nenhum tratamento, se alimentando e ingerindo água adequadamente.

Tenho um cão/gato adulto que nunca tomou vacinas. Ele precisará fazer todas as doses como um filhote?
No caso das vacinas múltiplas de cães e a de giardia
são necessárias duas doses com intervalo de 21 a 30 dias entre elas. A vacina contra raiva, apenas uma dose. Para os gatos, vacinas múltiplas mortas (inativadas) duas doses e vacinas múltiplas vivas, apenas uma dose. No caso da vacina contra leishmaniose os cães devem receber 3 doses.

Dei remédio para vermes para meu cão, depois de quanto tempo já posso vaciná-lo?
Esta decisão fica a critério do médico veterinário, pois cada um tem um programa preventivo que considera adequado para seus pacientes.

Posso dar a vacina V10 junto com a anti-rábica, no filhote? E no cão adulto?
Não há nenhum problema em aplicar essas vacinas no mesmo dia. Nem em filhotes, nem em adultos.

É verdade que tenho que dar uma 4a. dose de vacina em filhotes das raças rottweiler e doberman por eles serem muito sensíveis à parvovirose?
Estas raças são mais sensíveis à gastroenterite de modo geral. Não só a parvovirose, mas à gastroenterite causada por vermes, protozoários e etc.. Esta é a diferença destas raças. Mas em relação a resposta imune, elas não têm nada de diferente. Respondem à vacinação como qualquer outra raça, por isso, o esquema vacinal pode ser o mesmo. Mas, caso o veterinário queira fazer uma dose a mais no esquema vacinal, não há nenhum problema nisso.

Meu cão faz tratamento com cortisona, posso vaciná-lo?
Caso o animal precise receber apenas algumas doses de cortisona, como por exemplo para tratar uma reação alérgica, não tem problema nenhum. Mas se for um tratamento prolongado (mais de 21 dias) e/ou com doses altas de cortisona, como um tratamento de pele
isto pode atrapalhar a resposta imune.

Quais os medicamentos ou tratamentos que impedem que o cão receba a vacinação?
O cão que está recebendo qualquer tipo de tratamento, a principio não deve ser vacinado, pois as vacinas só são indicadas para cães saudáveis. Mas, caso o animal deva ser vacinado e está em tratamento, o medico veterinário é capaz de avaliar o caso e resolver qual a melhor decisão.

Que reações o cão pode ter após ser vacinado? Quanto tempo elas duram?
Qualquer produto injetável, incluindo as vacinas, pode causar reações após aplicação. O animal pode ter um choque anafilático, que é uma reação aguda e quase que imediata após a aplicação do produto. A animal tem depressão cardíaca e respiratória entre outras coisas. Outro tipo de reação, é a alérgica, que geralmente ocorre após 1 ou, 2 horas da aplicação e tem como principal sinal o edema de face e urticária. Para estes dois tipos de reações existem medicamentos que podem ser aplicados para reverter o quadro. Existem também reações locais, isto é, nódulos e edemas no local da aplicação da vacina, que podem ocorrer dependendo da sensibilidade individual do animal. As reações vacinas têm caráter individual, isto é trata-se de uma característica genética daquele indivíduo que o torna susceptível a alguma substância contida no produto em questão.

Meu cachorro teve reação muito forte com a vacina, não poderei vaciná-lo mais?
Não dá para saber se o cão terá ou não outra reação caso venha a ser vacinado novamente. O mais importante é avisar o médico veterinário que ele já teve reação pós-vacinal anteriormente e ele então avaliará se o cão receberá ou não a vacina.

Meu cão foi vacinado contra "tosse dos canis" com a vacina intranasal. Ele pode ter alguma reação?
No caso da vacina intranasal, a replicação dos antígenos vacinais ocorre no trato respiratório superior dos animais, desenvolvendo uma reação imunológica e fisiológica local. Alguns animais, particularmente de raças toy, miniatura e braquiocefálicos, poderão ocasionalmente apresentar espirros, tosse e corrimento nasal durante 2 a 3 dias após a vacinação, sendo, no entanto auto-limitantes.

Fonte: http://www.webanimal.com.br

domingo, 27 de setembro de 2009

Pet post

Bom, sinceramente, espero que algumas daquelas dicas postadas anteriormente já estejam dando o resultado esperado.

A seguir postarei mais algumas que certamente farão com que seu queridinho pareça um daqueles cachorrinhos de televisão, sempre tão dóceis e obedientes. hehehe

Recompense seu filhote ou cão adulto pelo menos duas vezes a cada hora que você estiver com ele quando o cão estiver fazendo algo certo.

Exemplos: deitado quietinho, mordendo um brinquedo dele, simplesmente olhando para você, seguindo você sem causar problemas. Varie suas recompensas, algumas vezes usando a voz e carinhos, outras vezes usando comida, brinquedos, brincadeiras ou bolas.

Quando seu filhote ou cão adulto fizer algo inapropriado, retire o objeto ou retire o cão do ambiente rapidamente e imediatamente substitua o objeto ou leve-o para ambiente apropriado, assim você pode elogiar e recompensar o cão.

Exemplos:

1. Roendo objetos inapropriados - retire os itens da boca do filhote rapidamente e vá para a caixa de brinquedos do cão e encoraje-o e recompense-o por achar um brinquedo apropriado, quando o cão assim o fizer, brinque com ele e recompense-o.


2. Acidentes no treinamento de bons modos em casa - rapidamente pegue o cão ou o filhote ou empurre (sem bater ou machucar) o "bumbum" do filhote na intenção de fazer com que ele pare de fazer xixi e leve-o para fora, onde ele possa fazer xixi e ser recompensado.

3. Pular nas pessoas - rapidamente vire de costas para o cão até que suas quatro patas estejam no chão, então ajoelhe e faça carinho no cão e recompense-o. Ou retire o cão de perto das pessoas rapidamente (pegando-o no colo ou ajudando-o a sair de perto das pessoas).

As pessoas podem se aproximar do cão e ajoelhar (fica mais fácil para ele entender que tem que ficar com as quatro patas no chão). Recompense-o.


O tempo (timing) é muito importante.

Lembre-se que você não deve recompensar seu cão por ter deixado um comportamento, mas por se comportar corretamente.

Isso significa que você deve recompensar seu cão através das rotinas diárias normais, como estar olhando para você, seguindo você, ficar deitado quietinho etc.

Uma vez que esse tipo de relacionamento é estabelecido, um simples “Ei! O que você está fazendo?” irá fazer com que o cão pare qualquer coisa que esteja fazendo e olhe para você, uma oportunidade perfeita para você encorajar o cão a ter um comportamento apropriado.

Isso significa que você deve recompensar o cão durante o bom comportamento.

Ah!!!! Aqui vale uma observação: timing seria aquele tempo crucial, o momento exato, por exemplo, quando você pega seu cão “no ato” e rapidamente faz com que ele faça algo bom (ou punir). Seria logo que ele começa a fazer algo errado, tem que ser punido na hora, porque de nada adianta punir 10 segundos depois, tem que ser na hora.

O tempo (timing) é tão importante nas punições como nas recompensas. Se você recompensa no tempo errado, ainda assim ele irá obedecer, mas se você o pune no tempo errado, será prejudicial para sua relação com o cão, pois ele ficará perdido.

É imperativo perceber que nós, humanos, nem sempre temos o timing perfeito e, portanto, ele é essencial para escolher entre usar recompensas e o reforço positivo ao invés de usar corretivos e punições para adestrar nossos cães.

Você descobrirá que para qualquer problema de comportamento você pode criar uma solução que requeira paciência, compromisso e respeito para o cão.

Paulo

Fonte: http://cantodosbichos.blogspot.com

domingo, 20 de setembro de 2009

Pet post

Bem, vamos lá!!!!

Simone, aluna e amiga particular é dona do Snoopy, um basset e mandou uma postagem onde nos contava que futuramente estará de mudança, saindo de uma residência com quintal e, para azar de seu cachorrinho, irá para um apartamento.

Ela nos pergunta se haveria algo que poderia fazer para que fosse mais fácil a adaptação de seu Pet no futuro habitat.

Simone, você já com sorte, pois escolheu um cão de pequeno porte que não precisa de muito espaço. Vou dar algumas dicas que provavelmente ajudarão nessa difícil missão:

Dica 1: Mesmo que seu cãozinho tenha livre acesso a todos os cômodos da casa (quartos, sala, cozinha...), ele precisa passear e se exercitar. Devem ser 3 passeios diários com duração mínima de 30 minutos. Ufa!!! Isso mesmo! Ele também estará cansado e com menos disposição para bagunçar.

Dica 2: Procure comprar brinquedos específicos para cães, geralmente feitos de um material especial que, além de não soltarem pedaços, ajudam a fortalecer os dentes. Um objeto que pode funcionar são aqueles "ossinhos", feitos de couro. Além de distrair seu pet, são comestíveis, evitando assim que seu animalzinho fique entediado, e venha a ter problemas comportamentais, diminuindo também a probabilidade dele roer os móveis da casa.

Dica 3: Seu cão gosta de brincar, ele precisa de companhia. Reserve um período de seu tempo para dedicar-se exclusivamente a ele, brincando, escovando, acariciando, educando, tudo isso que você, como "líder da matilha", deve fazer. Isso mesmo! Quem manda é você! É importante frisar que ter companhia não é deixá-lo o dia todo com alguém que não gosta de animais e que, portanto, não vai dar a mínima atenção.

Dica 4: Se você não o acostumou desde filhote a ficar algumas horas sozinho, é hora de começar a fazer isso. CALMA!!!! Não estou dizendo que ele deve ficar só o dia todo. Ele pode e deve ficar algumas horas sozinho, para se acostumar com a ausência do dono e para não se tornar um cão dependente.

Dica 5: Se houver algum parque ou praça perto de sua casa, leve seu cão para brincar lá. O contato com plantas e outros cães fará bem ao seu animal. Seu cão também gosta de fazer amizades! Partilhe seus amigos com ele. Quem sabe eles não possuam uma linda bassezinha afim de um galã caçador?

Dica 6: Vamos criar uma versão divertida para o "Cubo Mágico". Faremos o "cilindro mágico". Trata-se de uma garrafa Pet vazia, dentro da qual serão colocados alguns petiscos saudáveis ou mesmo ração. Faça dois ou três furos alternados. Nos horários em que notar que ele está agitado, disponibilize o artefato para que ele empurre de um local para outro até que alguma guloseima escape pelos buraquinhos e logo, logo estará habituado com essa geringonça e dará mais tranquilidade na hora das refeições, quando receber visitas etc. Observe que o buraco do cilindro deve ser somente um pouquinho maior que o petisco escolhido, se ficar muito grande, seu sossego acaba logo.

Dica 7: Existem diversos métodos para se educar e condicionar seu animalzinho. Todos possuem seus prós e contras, mas por tratar-se de um cão já adulto (4 anos), manhoso e cheio de costumes, creio que fazer um "kit-susto" é o melhor caminho. Trata-se de uma lata dessas de leite em pó, por exemplo, com feijão, moeda, parafuso, um molho de chaves, enfim, qualquer coisa que faça muito barulho. Quando seu queridinho insistir em teimar ou fazer algo que você não queira, deve sacudir com força a lata e dizer com autoridade e firmeza "NÃO", sem nunca dizer o nome do animal. Faça isso com a lata algumas vezes e o simples fato de falar "NÃO", fará com que ele se torne obediente, tudo para evitar ouvir aquela barulheira terrível. O não pronunciar o nome evita que o animal o relacione com algo negativo, ou seja, com uma bronca.

DICA 8: Quanto a xixi e cocô, temos que reeducá-lo desde o começo, alimentação em horários específicos e rotineiros por exemplo, às 10:00 e 20:00h, sempre depois do passeio, já servem para mostrar a liderança! Os cães costumam se aliviar após alguns minutos depois de comerem e beberem, facilitando assim sua vigilância.

Dica 9: Creio que você não será a única moradora naquele prédio. Provavelmente você terá vizinhos e eles não são obrigados a gostar de "ópera canina", ou seja um cão latindo, uivando e chorando o tempo todo. Muitos cachorros que tem este tipo de comportamento estão infelizes pois seus "papais e mamães" deixaram de seguir algumas dessas dicas.

Bom, Simone! Sinceramente espero não tê-la assustado, prometo que na próxima postagem trarei algo que irá compensar todo o estresse a que vocês possam ser submetidos.

Muito Obrigado!!!! Até a próxima...

Paulo

Foto: Snoopy

domingo, 13 de setembro de 2009

Pet post

Embora cachorros e gatos sejam animais de estimação muito comuns, as pessoas ainda têm dificuldade de entender que são espécies diferentes, e portanto, cada uma delas tem o seu próprio perfil de comportamento.

Pensar que um gato deva se portar como um cachorro, é querer demais de um felino, um animal de temperamento muito mais independente.

As diferenças já começam aí: enquanto a maioria dos cães é bastante submissa ao dono, os gatos apesar de reconhecerem seus "senhores", agem de maneira própria, não respondendo de forma tão imediata como os cachorros.

Independência é uma palavra que define muito bem o gato: ele atende ao dono se estiver com vontade.

Já o cão está sempre pronto a acompanhar a família.

Os cães dormem à noite, mas os gatos fazem isso de dia.

Os hábitos do gato são muito mais noturnos. À noite é o momento de caçar.

É claro que um gato doméstico não tem essa necessidade, mas a maioria deles fica mais ativo nos períodos noturnos.

Os gatos, desde filhotes procuram locais para fazer suas necessidades onde possam enterrá-las depois.

Assim, basta deixar uma caixa de areia para gatos à disposição do bichano que ele saberá reconhecer seu sanitário.

Já os cães são bem mais "despudorados" e jamais se envergonham de seus dejetos, a menos que sejam repreendidos. Se não forem ensinados, qualquer lugar está bom para eles.

Em ambas as espécies, os machos costumam marcar seu território com urina.

Os cães até podem ser treinados para urinar num determinado local.

Já os gatos, dificilmente será possível convencê-los a não demarcar seu espaço, daí a necessidade da castração dos machos.

A urina dos felinos tem um odor extremamente forte e persistente, podendo ser detectada à distância, ao contrário do cão.

No caso das fêmeas, também existem diferenças importantes. Ambas só acasalam durante os cios, mas esse período é distinto nas duas espécies.

Cadelas têm cios a cada seis meses, eles têm duração de 15 dias e há sangramento na primeira semana.

As gatas apresentam cios em intervalos e com duração muito variáveis e nunca ocorre sangramento.

As cadelas são extremamente discretas durante o cio, se comparadas as gatas.

Estas são difíceis de se manter se não forem castradas em razão do barulho que fazem durante a época de acasalamento. Elas miam alto para atrair parceiros.

Você já deve ter ouvido a expressão "banho de gato", associada a um banho "mais ou menos" tomado.

Os gatos são extremamente limpos e diariamente higienizam seus pêlos através da lambedura.

Com isso, removem a pelagem velha e eventuais parasitos. Conseguem se manter limpos por muito mais tempo e sem odores.

Já os cães... Parecem sentir um imenso prazer em se sujar e alguns adoram se esfregar em lixo, animais mortos e coisas sujas...

Experimente dar banho em um cão e solta-lo no jardim. Ele irá esfregar-se na terra imediatamente.

A razão dessa preferência dos cães por odores repugnantes a nós humanos é que os lobos, espécie da qual os cachorros descendem, procuravam disfarçar seu cheiro natural, esfregando-se em carniça de outros animais.

Isso facilitava na hora de caçar, pois a presa não conseguia farejá-los. A herança genética continuou nos cães e muitos ainda fazem isso, para desgosto dos donos, que os preferiam cheirando à lavanda... Cachorros não gostam, mas toleram o banho. Gatos abominam a água!

No quesito alimentação, os felinos são exigentes e não comem qualquer coisa.

Sua dieta deve ter altos níveis de proteína, daí a ração de gatos ser bem mais palatável que a dos cachorros.

Estes, por sua vez, adotariam a mesma dieta dos gatos se lhes fosse permitido. Algo nada recomendável. Para um cachorro, todos os alimentos são ótimos, por isso, é muito mais comum um cão sofrer uma intoxicação alimentar do que um gato.

Os felinos cheiram o alimento e o analisam, depois o ingerem mastigando os pedaços.

Os cães são afoitos e na primeira cheirada já abocanham a comida e não mastigam, engolem em pedaços grandes. Os cães comem exageradamente, enquanto os gatos, apenas o suficiente.

Embora existam tantas diferenças entre essas espécies, ambas são ótimas como animais de estimação.

É preciso apenas compreender e respeitar o comportamento de cada uma delas, para que a convivência com o homem seja tranqüila e sem frustrações.

Ah, Simone, semana que vem estarei postando dicas para que você consiga "conversar" melhor com seu basset.


Fonte: www.webanimal.com.br

domingo, 6 de setembro de 2009

Pet post

Antes de entrar em qualquer assunto sobre animais de estimação, é importante saber qual deles escolher.

É fundamental pensar no espaço que se tem e no tempo livre disponível para convivência entre eles e os donos.

Se seu tempo é curto e se há pouca circulação de pessoas em casa, os gatos podem ser a melhor opção.

Eles se adaptam melhor, pois são, por natureza, mais independentes que os cães e não deixam de ser carinhosos.

Os cães, ao contrário, precisam de um contato mais intenso e sentem muita falta disso, tornando-os mais propensos ao estresse, à queda de imunidade e aos surgimento de distúrbios comportamentais.

Uma boa alternativa para cães é, se possível, ter mais de um, para que não se sintam tão sós.


O tipo de pêlo também deve ser considerado na hora da escolha do animal. Gatos Persas são lindos, mas soltam bastante pêlo, o que exigirá mais cuidados com a limpeza do ambiente, além de muita escovação para que a pelagem não embarace.

Os cães que têm subpêlo (um pelo grosso, que fica abaixo da camada de pêlo comum), como Husky Siberiano, Pastor e Akita, por exemplo, trocam-no sempre antes do inverno e antes do verão, dificultando a higiene do ambiente.

Como o pêlo dessas raças é muito denso e demora a secar, é provável que seja necessário um bom profissional para dar os banhos. Caso não fique bem seco, o animal poderá apresentar doenças na pele.

Cães das raças Poodle, Maltês, Lhasa Apso, Bichon Frisé, Shi Tzu etc. possuem pelagem que embaraça facilmente, exigindo cuidados cotidianos e gastos com tosa.

Já os Shar-peis, aqueles cheios de dobrinhas, precisam de cuidados redobrados com as mesmas. Estas áreas costumam permanecer úmidas favorecendo a proliferação de microorganismos.

É bom ressaltar que todo animal de raça exige muito mais cuidados que o bom e velho viralata. Minha preferência por eles é notória, além de muito resistentes, são dóceis, inteligentes e vêm em diversos tamanhos e modelos. he he!

Muitos deles aguardam adoção na Suípa e em outras instituições protetoras de animais.

As aves, em geral, são bastante frágeis, não suportam frio e vento, devem ser criadas em locais bem protegidos e exigem cuidados de veterinários especializados, o que, vai onerar o orçamento, pois costumam ser mais caros.

Aquele peixinho lindo, vivendo em aquários, depende de um conhecimento mais específico.

Resumindo, seu primeiro passo para escolher um animal é escolher o veterinário dele. Procure sempre indicação de pessoas que já possuem animais.

Aí, sim, juntos vocês decidirão qual raça se enquadra no seu estilo de vida: casa ou apartamento, convívio com crianças ou não, guarda da casa etc.

Além disso, você também deve pedir orientação sobre canis confiáveis, para que não corra o risco de comprar um animal já doente sem perceber.

Um animal é um compromisso para muitos anos.

Ele requer despesas com alimentação, vacinação anual, vermifugação trimestral, banhos, tosa (caso necessário) e gastos extras quando adoece. Isso parece óbvio, mas a falta desta consciência gera o aumento dos animais de rua. Por isso, pense bem...

É fundamental lembrar que bicho é bicho e gente é gente. Um animal deve ser criado de modo a saber o seu lugar. Feijão com arroz, biscoito, chocolate é comida de gente!!!

O organismo de um animal não está preparado para esse tipo de alimento, o que normalmente causa gases, alergias e intoxicações.

Lembre-se sempre que ele normalmente vai pedir, porque não sabe o mal que lhe faz. Mas você, que é gente, sabe e vai ter que negar. O animal bem criado confia no dono que tem. Eu garanto que ele não vai ficar chateado com você!

Até a próxima!!!

Paulo

Fonte: http://www.jornalfolhadocentro.com.br

domingo, 30 de agosto de 2009

Pet post

Quem nunca se pegou com um sorriso bobo e olhar distante ao admirar um filhotinho de qualquer espécie animal, seja gato, cachorro, passarinho, réptil etc.?

Quem nunca se imaginou num belo campo verde, numa praia deserta, passeando com seu animalzinho de estimação?

Tenho uma novidade para contar, algo que talvez você não tenha percebido.

A bolinha de pelo, meiguinha, carinhosainha, indefesinha, fofinha, cheirosinha, deliciosinha e outros tantos "inhas" mais que, olhando você nos olhos pediu "Por favor me leve para sua casa!", CRESCE e, antes mesmo que você consiga passar em um concurso público, estará roendo os pés dos seus móveis, comendo seu chinelo preferido e se bobear, até as apostilas do Curso Guerra. Ei, largue isso!!! Os esqueminhas da professora Raquel nããããoooooo. Socorro!!! Larga, laaaaaaargaaaaa... rsrs

Isso sem falar nas coisas menos perfumadas e desagradáveis esparrramadas pelo chão da casa que, pelo menos, serão incentivo para o diálogo familiar:

- Mãe, o cachorrinho fez cocô de novo aqui no meu quarto!!!
- Pede pro seu pai limpar.
- Eu??? De novo??? Da última vez fui eu quem limpou. Nem pensar!!!! rsrsr

Tentaremos fazer com que as suas dúvidas ao pensar em dividir seu espaço com um PET, possam ser esclarecidas, para que não caia no erro de tentar treinar um Pit Bull para guiar alguma pessoa com deficiência visual ou um chihuahua para cão de guarda. rs

Este é o lugar certo para você que, assim como a Raquel, se emociona e se derrama em lágrimas (quase se desidatrando) ao assitir "Marley e Eu". É também o espaço para você que ainda não se apaixonou por um bichinho de estimação, mas pretende a aventura.

Não percam também as aventuras de Léo e Jiló, nossos Shi Tzu e filhote de Pastor Alemão.

Até a próxima.

Paulo

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vem aí... Pet Post.... Aguardem....

Dentre inúmeras postagens que escrevi neste blog percebi que, como eu, há muitos leitores que adoram bichos de estimação.

Então, meu marido sugeriu um espaço só para eles, os incríveis companheiros de estimação.
Aí está. Você que adora dividir sua vida com essas criaturas sensacionais terá semanalmente postagens sobre cuidados, vacinas, tratamentos, escolha de raças, curiosidades etc.

Participe enviando suas dúvidas, histórias e sugestões.
Beijos

Pet Post

"Bom, a minha gata só caça um tipo de animal: libélulas. Detalhe, gosta de comê-las. A primeira vez q vi descobri pelo barulho crac crac, era ela tentando comer o alimento "crocante". Ela também abre portas e tira roupas das gavetas do armário. Diferente né? Já a minha que morreu trazia passarinhos q caçava para o meu quarto como presente!Eu ficava com pena, mas parecia um agrado pra mim...simplesmente, GATOS! AMOO!

Amanda"

Ei, Amanda! Queremos conhercer a exterminadora de libélulas. Mande uma foto.

Beijos

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Lucianos, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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