domingo, 28 de dezembro de 2008

Histórias de Sucesso

Hoje, no "Histórias de Sucesso" entra em cena Dayana. Eu a conheço apenas pelo blogue, orkut e msn, mas percebi que é uma vencedora. Conversávamos ontem no msn quando começou a contar um pouco de sua história. Pedi permissão para compartilhá-la com vocês. Ei-la:

"Minha história começa assim....

Como muitos adolescentes sempre fui uma jovem sonhadora.

Quando estava prestes a terminar meu curso técnico em eletrotécnica no CEFET-RJ, passei por uma prova de fogo. Eu era uma das poucas meninas com esse curso e na hora da escolha de uma vaga para estágio eu sofria, pois a preferência era sempre masculina.

Mesmo diante de tanta dificuldade eu não desisti. Foi quando surgiu uma oportunidade no Parque Gráfico do Jornal O Dia.

Numa das primeiras seleções percebia que mais uma vez não conseguiria, pois, de novo a preferência era masculina.

Não esperava seguir em frente para a última fase da seleção que seria com um engenheiro.

Para minha surpresa, depois de duas semanas fui convocada – a única menina!!!

Os garotos que estavam na seleção pensavam que eu não fosse conseguir. Surpresa!!! Fui aprovada.

Fui a primeira mulher a fazer estágio na área de manutenção das máquinas rotativas.

Foi uma fase muito boa. Entretanto, sem perspectiva de emprego assim que terminasse meu estágio fui impulsionada a fazer a prova para Sargento da Aeronáutica.

A partir de então, fazia meu estágio ( 8 horas diárias ) e comecei a pagar meu curso. Foi uma época muito difícil, pois meu pai não me incentivava. Ele dizia que eu não era capaz, que a prova era muito difícil, uma vez que o concurso era de nível nacional e oferecia pouquíssimas vagas.

Apostei no meu sonho. Muitos falavam que eu era louca, que era muito difícil, que eu não ia conseguir. Enfim, ouvi de tudo!!!!

Na época fazia grupo de estudos em minha casa. Meu pai além de me desanimar ainda contagiava meus amigos dizendo que era perda de tempo. Mas cada palavra ministrada pelo meu pai surtia um efeito contrário.

Aquilo para mim era uma injeção de ânimo. Eu tinha mais força para estudar, mais e mais. Eu sempre gostei de ensinar português para meus amigos do curso e eles sempre pediam. Aprendi muito com isso.

Repartir o conhecimento, ao contrário do que muitos pensam é muito saudável e faz com que fixemos o conhecimento.

Enfim, chegado o grande dia eu fiz a prova, senti um alívio. Eu sentia dentro de mim que eu já estava aprovada.

Esperei por três meses o resultado. Quando vi a minha classificação: 8° lugar, em 22 vagas.

Pulei de alegria, chorei, gritei. Foi um dia de grande emoção!!!

Meu pai ficou surpreso com minha aprovação.

Fui para Guaratinguetá – interior de SP. Passei cinco meses em curso. Foram cinco meses de muito aprendizado e superação.

Certo dia, quando voltava de uma instrução eu peguei muita chuva, fui jantar no rancho ensopada com água da chuva. Não havia tempo de me trocar. No dia seguinte estava com muita febre e dores pelo corpo.

Fui ao posto médico e me receitaram remédio para diminuir a febre, pois ela retornava todas as noites. Ficava ensopada de suor.

Em um final de semana, voltei ao RJ para visitar meu pais. Ainda me sentia mal e resolvi ir ao médico. Ele pediu um raio X e constatou pneumonia e água na pleura. Já foi logo me internando e disse que eu tinha que ficar internada em torno de duas semanas no mínimo. Entrei em desespero. Era muito tempo!!! Como? Eu? Internada? Chorava todas as noites. Nunca tinha ficado em um leito de hospital. Foi a pior época da minha vida.

A Escola queria me desligar do curso. Eu queria jogar tudo para o alto. Estava mal. Justo na época de acampamento militar e testes físicos??

Meus familiares viram o quanto eu estava mal. Me davam força. Eu estava muito magra e debilitada...

Mas não parava de estudar. Lia as minhas apostilas ali mesmo no hospital. Eu queria ir embora.

E Deus concedeu-me uma benção. Em uma semana estava recebendo alta.

O médico ficou espantando com minha recuperação. Todos os dias eu tirava sangue, fazia fisioterapia pulmonar (eu nem sabia que isto existia). Me recuperei, mas não podia correr e nem fazer esforço físico.

Voltei para Guará, meus amigos me receberam muito bem e me ajudaram bastante. Não podia participar dos corridões e isto me preocupava porque o teste físico se aproximava.

Após uma semana de alta, passei a correr. Era desconfortável porque sentia falta de ar. Tudo seqüela da pneumonia. Mas uma força que eu conhecia muito bem me impulsionava. Meus amigos se surpreendiam.

Eu tinha que correr, mesmo com aquela maldita falta de ar.... Eu pedia a Deus para me sustentar...

Chegou a fase do acampamento, eu estava lá. Quatro dias sem tomar banho, dormindo mal, me alimentando mal, com carrapatos pelo corpo, tendo instruções até à noite.

Pensei que eu fosse morrer quando entrei no charco e comecei a afundar, quanto mais me movia, mais afundava...

Mas graças a Deus, VENCI essa etapa. Depois veio o temido teste físico. Eu estava muito receosa. Não corria como antes da pneumonia. Mas fui em frente. Mesmo cansada e com respiração ofegante eu conseguir vencer mais uma etapa. Fiquei com nota máxima em todos os exames físicos!!!

No final do curso chega a fase da escolha das vagas. Havia rumores de que não abririam vagas para a minha especialidade no RJ. Eu não queria ir para Manaus e nem para qualquer outro estado.

Eu queria o Rio. Orei muito e para a honra e glória do Senhor as vagas foram abertas no RJ. Muito além do previsto!

Hoje estou servindo no Rio de Janeiro.

Aprendi a confiar e descansar no Senhor.

Aprendi a confiar em mim mesma.

Aprendi que quando queremos algo, temos que lutar por ele – não importa o nível de dificuldade, não importam os obstáculos no meio do caminho, sempre há alguma forma de contorná-los.

Mesmo enfrentando dificuldades, mesmo com palavras negativas eu acreditei no meu sonho e isso fez toda a diferença para meu sucesso!

Dayana da Silva Sales (militar e estudante de Direito)."

Ah, tem mais, Dayana continua sonhando e quer seguir em frente. Ainda não desistiu.

Um abraço Dayana, obrigada pela lição de vida. Deus a abençoe. Não desista nunca!!!

Levantai!!!

Levantai!!! Há algo bem definido para fazermos. Nada é nosso enquanto não o tomamos para nós.

É preciso se apropriar do sonho.

Hebreus diz que a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem.

É preciso ter fé em si mesmo. É preciso ter a visão do alvo, ainda que ele não esteja ali.

Levantai!!!

Mestre dos Mestres

Horas antes de ser preso, Ele teve na última ceia, um conjunto de atitudes capazes de deixar perplexa a psiquiatria e a psicologia.

Como estava para morrer, Ele teria que ensinar rapidamente as mais belas lições de inteligência, como a arte da solidariedade, a capacidade de se colocar no lugar do outro, o respeito pela vida.

Então, sem dizer qualquer palavra, o Mestre pegou uma bacia com água e uma toalha e começou a lavar os pés daqueles discípulos que lhe deram tanta dor de cabeça.

É simplesmente inacreditável!!!

Jesus estava no auge da fama. Multidões o seguiam por toda a parte. Os discípulos o colocavam num patamar infinitamente mais alto que o imperador Tibério César. De repente, Ele abdica da mais alta posição, se prostra diante dos jovens galileus e começa a extirpar a sujeira dos seus pés. Eles ficaram paralisados, chocados, estarrecidos. Eles se entreolhavam com um nó na garganta. Não sabiam o que dizer.

Enquanto as gotas de água escorriam de seus pés, um rio emocional percorriam os bastidores de suas mentes.

O Mestre dos Mestres penetrava nos solos inconscientes, redesenhando as janelas da intolerância, da disputa predatória, da inveja, do ciúme, da vaidade.

Foram dez ou vinte minutos que causaram mais efeito do que décadas de bancos escolares ou anos de psicoterapia.

Após o evento, Ele disse que no seu reino as relações seriam diferentes. O maior não é aquele que domina, tem mais poder político ou financeiro, mas aquele que serve.

Para Ele, somente aquele que abdica da autoridade é digno dela.

Qualquer líder que deseja que as pessoas gravitem em torno de si não é digno de ser um líder.

Somente os que servem são dignos de estarem no comando.

Adaptado de Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury

sábado, 27 de dezembro de 2008

O Fundo do Poço

Minha mãe estava vendo TV e fui calçá-la para que ela pudesse caminhar até à mesa para tomar o café. Enquanto calçava ela prestava atenção no que o apresentador dizia. Em dado momento ele falou: "quer dizer então que você foi tirada do fundo do poço?"

Minha mãe, seguidamente, comentou: "mas se tiver calor, o fundo do poço é fresquinho."

Eu ri, mas fiquei pensando naquilo. O fundo do poço é o local onde dizemos estar quando nada mais dá certo em nossa vida, quando pensamos que estamos na pior das condições.

Lembrei de Pollyanna. Talvez você também tenha conhecido Pollyanna.

Pollyanna é um livro de Eleanor H. Porter que conta a história de uma menina de onze anos, filha de um missionário, que ficou órfã e foi morar com uma tia rica. Pollyanna não conhecia a tia, muito severa. Mas não se deixou abater. Ela era dona de um otimismo invejável. Seu pai havia lhe ensinado um jogo. No dia do aniversário de Pollyanna, sem dinheiro para dar uma boneca, deu-lhe um par de muletas. Era o jogo do contente. Ele a ensinou que não havia situação tão ruim que não pudesse ensinar algo de bom. Então Pollyanna ficou contente porque naquele momento não precisava usar muletas. E a partir de então jogava e ensinava a jogar o jogo do contente.

Esse livro marcou a minha infância e durante muito tempo eu também joguei o jogo do contente.

Ainda hoje quando ouço um otimista lembro de Pollyanna.

O fundo do poço ainda não é o fim. Você ainda pode nadar e, se não souber nadar, você ainda pode ser içado de lá.

A gente complica muito. Viver é mais simples do que imaginamos. Olhar as batalhas dos outros e desejá-las é adiar a nossa vitória. O que faz diferença mesmo é tomar pé das nossas próprias lutas e montar estratégias para vencê-las.

Não pense que o vitorioso vive sem lutas. Cada um tem um caminho a trilhar. Os atalhos e desvios é que vão indicar o tempo que levaremos para alcançar o destino final.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma Pausa... Apenas uma Pausa...


Se não estivermos correndo daqui para ali, somos afligidos pela idéia de que não estamos fazendo nada.

Não acreditamos que podemos dar uma pausa, sossegar.

Sim, eu sei, o mundo exige praticidade e há pessoas que são essencialmente práticas.

Entretanto, nenhum tempo é tão bem aproveitado como o que separamos para estar a sós, refletindo, nos avaliando e observando em volta.

Nunca será demais termos esses momentos em que a alma está aberta ao toque suave de um pensamento ou aos tons melodiosos da vida.

Vivemos dias de egoísmo, de introspecção, de individualismo.

Lembro que quando há algum tempo atrás, apesar de extremamente extrovertida, gostava de estar só.

Em um episódio, no seminário, minhas amigas de quarto resolveram ir comigo enfrentar uma batalha. Elas se dispuseram a sair da Tijuca, pegar um ônibus em direção a Itaguaí apenas para que eu não ficasse sozinha naquele momento difícil.

Naquele dia, sentei-me em um dos bancos do ônibus, sozinha, nem mesmo as ouvia brincando e tentando me animar. Isso foi em 1991. Nos conhecíamos a pouco tempo e ainda assim estavam ali.

Em determinado momento, uma delas, Sandra, olhou pra mim e disse: "Ei Velha", era como todas as companheiras de quarto se tratavam... "A gente está aqui. Não seja tão individualista."

Quis argumentar, mas estava mesmo fechada em mim mesma. Meus problemas era os maiooooores. Não conseguia olhar além.

Ao voltarmos ao Seminário, esse comentário ficou em minha mente. Mudou o meu jeito de ser.

Talvez eu nunca as tenha agradecido como deveria. Posso fazê-lo hoje. "Ei meninas, Sandra, Raquelzinha e Cláudia. Obrigada por terem me acompanhado. Foi muito importante para mim tê-las ao meu lado. Nem sei como seria se não estivessem comigo. Vocês serão sempre inesquecíveis em minha vida."

Pois é. É a pausa.

Que haja dias em que não queiramos fazer nada, planejar nada, que seja apenas uma pausa, uma pequena pausa.

O tempo que se passa assim não é perdido.

O pescador perde tempo quando conserta as redes?

Aquele que vai colher perde tempo afiando a segadeira?

Olhe ao seu lado. Dê um sorriso. Segure a mão de alguém apenas por segurar. Dê um abraço em quem você ama. Caminhe ao lado de alguém por alguns minutos, apenas alguns minutos. Ouça o que alguém tem a dizer. Deixe de lado os livros só um pouquinho. Uma pausa, uma pausa apenas... Apenas uma pausa. Você merece!!!

Isso é mais fácil no Natal. Aproveite!!!

Foto: http://fotos.sapo.pt/

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Por que comemoro o Natal?

Nunca me ocorreu que o Natal se tornasse um assunto polêmico. O problema é que somos polêmicos por nós mesmos. Enquanto polemizamos a respeito do Natal, a sociedade brasileira cada vez mais necessita de presídios (já temos o Bangu 8), de policiais, de delegacias, de sepulturas, de IML, de seguranças, de muros, de carros blindados, de câmaras que interferem em nossa privacidade...

Quero responder à pergunta “por que comemoro o Natal?”. Talvez você se apresse em dizer: “Mas não lhe fiz pergunta alguma!”. Concordo, contudo é possível que você não saiba responder à pergunta que lhe faço:

“Por que você comemora ou não comemora o Natal?”.

Somos uma geração que desaprendeu a refletir, pensar, porque temos tudo ou quase tudo pronto, à nossa disposição para consumo. E quando algo se quebra ou não funciona mais, não queremos ter o trabalho de consertar, preferimos trocar por algo novo. Isso acontece até com os relacionamentos, afinal “a fila tem que andar”.

Este é o tempo do “fast”: “fast-food”, “fast-relationship”, “fast-celebration”, “fast-worship”, “fast-release”, “fast-prayer”…

Este é o tempo das frases de efeito:

“Diga isso ou diga aquilo”... E vamos repetindo, irrefletidamente. Quando pergunto a alguém o que significam algumas dessas expressões, a resposta é:

“Não sei”.

É por isso que, mesmo que você não tenha perguntado, quero dizer-lhe porque comemoro o Natal.

Minha primeira razão é teológica:

Deus é eterno. O nascimento de Jesus foi pactuado antes da fundação do mundo (Apocalipse 13:8).

Deus não fez um plano emergencial para dar uma resposta a Satanás quando Adão e Eva pecaram.

Deus sabia que Adão e Eva pecariam e providenciou a redenção da humanidade antes da fundação do mundo, isto é, na eternidade.

A Terra e sua plenitude, o mundo e os que nele habitam pertencem a Deus (Salmo 24:1; 1 cor. 10:25-26).

As festas, as celebrações, o Natal, a Páscoa, os aniversários, as pessoas, tudo pertence a Deus.

Portanto, o Natal é a restituição à humanidade do propósito de Deus, de algo que pertence a Deus. Se abolirmos o Natal estaremos tirando de Deus o que lhe pertence.

A segunda razão porque comemoro o Natal é Cristológica:

O nascimento de Jesus Cristo é um fato histórico e não um mito.

O perigo da não celebração do Natal é conduzir a sociedade humana ao esquecimento do fato histórico de que Jesus nasceu (Deus encarnado) e o nascimento de Jesus não pode ser isolado de sua morte e ressurreição, pois se Jesus não nasceu também não morreu e se não morreu também não ressuscitou.

Primeiro acaba-se com o Natal, depois com a cruz e por fim com a ressurreição, pois também esta contém símbolos pagãos, como o coelho e os ovos de páscoa.

A terceira razão porque comemoro o Natal é antropológica:

O nascimento de Jesus Cristo é a humanização de Deus (João 1:14). Os homens celebram festas e Deus, na sua “humanidade”, instituiu festas. Jesus mandou que nós celebrássemos a Ceia para nos recordarmos dele.

A Bíblia é escassa em referências de festas de aniversário porque não se tinha certidões de nascimento e porque o tempo bíblico não é cíclico, nem linear.

Entretanto, Deus é festivo, alegre, “na sua presença há abundância de alegria”. Deus não quer que nós acabemos com a cultura, mas que transformemos a cultura.

A humanização de Deus (encarnação) nos ensina a alcançar a plenitude da natureza humana que foi corrompida pelo pecado.

O Natal é a celebração da redenção da natureza humana.

Minha quarta razão é sociológica:

O homem se organiza socialmente e essa organização exige a contagem do tempo, mas não se tem uma contagem que seja exata.

Os calendários que pretendem organizar a sociedade em torno da contagem do tempo, não são confiáveis.

São meras convenções humanas.

Para se ajustar o calendário foram desconsierados dias, semanas e meses.

É do conhecimento nosso que Jesus nasceu no ano 6 a.C. Isso já nos conduz a um erro de 6 anos no nosso calendário.

Deus não se preocupa com datas, mas com pessoas. Como disse, o tempo de Deus não é cíclico ou linear, mas é “o padrão recorrente em que julgamento e redenção divinos interagem, até que esse padrão chegue a sua manifestação definitiva”.

É por isso que não sabemos cronologicamente a data da volta de Cristo: não é uma data, é um evento; não é simplesmente um evento, é uma pessoa.

O que importa não é o dia em que Jesus nasceu, mas o fato de que nasceu.

A ênfase está na pessoa e não na data.

Desta forma, se a data considerada é 25 de dezembro, então está ótimo.

Minha quinta razão é missiológica ou religiosa:

A missão da Igreja não é acabar com a cultura, mas transformá-la. A missiologia chama isso de contextualização.

Nós sabemos que no segundo século depois de Cristo, Hipólito, um dos pais da igreja, declarou que Jesus nasceu em 25 de dezembro.

No quarto século, João Crisóstomo confirmou essa declaração e então, 25 de dezembro se tornou tradicionalmente a data oficial aceita pela igreja como o dia do nascimento de Cristo. Essa época foi chamada Patrística ou dos “Pais da Igreja”, os quais deram continuidade ao fundamento apostólico. Foi marcada por muitos concílios para combater heresias. Nenhum concílio discutiu ou aboliu a celebração do Natal. A principal razão porque foi estabelecida a data de 25 de dezembro para o nascimento de Jesus Cristo, foi a contextualização feita pelos Pais da Igreja, pois nessa data se comemorava o nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, cujos seguidores adoravam-no como o “sol da justiça”.

Mas antes de Mitra ser adorado como o sol da justiça, o verdadeiro Sol da Justiça já existia.

Minha sexta e última razão é pragmática:

Como vimos, o Natal tem sido comemorado como o dia do nascimento de Jesus desde o final do século II D.C.

Tem sido uma data em que pessoas se confraternizam e celebram o nascimento de Jesus Cristo.

As igrejas comemoram o nascimento do Salvador!

Quantos olhares cheios de lágrimas!

Quantas crianças só recebem um abraço no dia de Natal!

Quantas pessoas vestem uma roupa nova apenas no Natal!

Quantas famílias só se aproximam no Natal!

Quantas pessoas são abençoadas!

Nós fomos chamados para a liberdade!

Deus nos deu poder para destruir fortalezas (2 aos Coríntios 10:4).

Portanto, celebre seu Natal, dando a Jesus, consumador da nossa salvação, toda honra, toda glória, todo o poder.

Feliz Natal!!!

Pr. Edson Tinoco da Costa

O Pastor Edson Tinoco é presidente da Rede Missionária Sal e Luz.
Se você quiser o texto na íntegra, basta solicitá-lo pelo e-mail prtinoco@redemissionariasaleluz.com.br

Uhuuuuu... Enfim, PGE-RJ

Enfim, o edital tão esperado desde 2007 - http://www.imprensaoficial.rj.gov.br/asps/visualiza_pdf.asp

Inscrições: 26/01 a 13/02 de 2009

Remuneração:

Nível Médio:R$ 2.389,32

Nível Superior:R$ 2.942,23

Banca: Fundação Carlos Chagas - www.concursosfcc.com.br

Prova em 12/04/2009

TÉCNICO ASSISTENTE DE PROCURADORIA

1. CONHECIMENTOS GERAIS

1.1. Português
1.2. Noções de Informática

2. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Direito Constitucional:

1. Constituição: conceito e conteúdo. Supremacia da Constituição. Princípios constitucionais. Emenda, reforma e revisão constitucional. 2. 2. Direitos e garantias fundamentais. Direitos e deveres individuais difusos e coletivos. Direitos sociais. 3. Organização do Estado Brasileiro; divisão espacial do poder; Estado Federal; União; Estados Federados; Distrito Federal; municípios. 4. Poder Legislativo. Organização. 5. Poder Executivo. Atribuições. 6. Poder Judiciário. Atribuições. Organização. Órgãos e competência. Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Tribunais Regionais Federais; Tribunais de Justiça; juízes federais e estaduais. 7. Funções essenciais à Justiça. 8. Da Administração Pública. Estruturas básicas. Servidores públicos. Princípios constitucionais. 9. Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

Direito Administrativo:

1. Conceito e objeto do Direito Administrativo. 2. Regime jurídico-administrativo: princípios constitucionais do Direito Administrativo brasileiro. 3. Organização da Administração Pública: administração direta e indireta; autarquias,fundações públicas; empresas públicas; sociedades de economia mista; entidades paraestatais. 4. Atos administrativos: conceito e elementos; vinculação e discricionariedade; revogação, invalidação e convalidação. 5. Licitação: conceito, finalidades, princípios e objeto; obrigatoriedade, dispensa, inexigibilidade e vedação; modalidades e tipos. 6. Contratos administrativos: conceito e peculiaridades. 7. Agentes Públicos: servidores públicos; organização do serviço público; normas constitucionais concernentes aos servidores públicos; direitos e deveres dos servidores públicos; direitos e vantagens dos servidores públicos. Sistema remuneratório. Subsídio. Vencimento. Teto remuneratório. Vantagens pecuniárias. Responsabilidades dos servidores públicos; processo administrativo disciplinar, sindicância e inquérito. 8. Processo Administrativo; normas básicas no âmbito da Administração Pública. 9. Poderes e Deveres do Administrador Público. 10. Improbidade Administrativa. (Lei nº 8.429 de 02 de junho de 1992 e suas alterações posteriores). 11. Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro. Preceitos constitucionais.12. Servidores públicos e empregados públicos: vinculação legal e vinculação contratual. Caracterização. Terceirização. Responsabilidade do tomador do serviço por danos materiais e morais. Regimes jurídicos funcionais. Regime estatutário. Regime trabalhista. Regime especial.

13. Regime Jurídico Único dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Decreto-lei nº 220/75 - http://www.alerj.rj.gov.br/processo2.htm e Decreto nº 2.479/79 e alterações posteriores - http://www.alerj.rj.gov.br/processo2.htm) -
14. Regime de previdência dos servidores públicos (Lei Estadual nº 5.260/2008 - http://www.alerj.rj.gov.br/processo2.htm).
15. Lei Complementar Estadual nº 15/80 e alterações. Princípios Institucionais. Procuradores do Estado: prerrogativas, direitos e deveres - http://www.pge.rj.gov.br/download_legislacao/Lei_Complementar_n_15_de_25_11_1980_da_PGERJ.pdf.
16. Aspectos e institutos específicos do regime jurídico do servidor do quadro de apoio da Procuradoria Geral do Estado (Lei Estadual nº 4.720/06 - http://www.alerj.rj.gov.br/processo2.htm).

Direito Processual:

1. Atos processuais: forma, tempo e prazos processuais. Atos das partes. Prazos dos atos processuais: verificação dos prazos. Comunicação dos atos processuais: cartas (precatória, rogatória e de ordem), da citação, da intimação e da notificação (conceito, forma, requisitos e espécies). 2. Partes e procuradores. 3. Prerrogativas da Fazenda Pública. 4. Petição inicial: requisitos do pedido e do indeferimento da petição inicial. 5. Resposta do réu: exceção, contestação e reconvenção. 6. Recursos: disposições gerais e espécies; apelação, agravo, embargos infringentes, embargos de declaração; especial e extraordinário. 7. Do processo de execução: execução em geral; Execução contra a Fazenda Pública. Precatório e Requisição de Pequeno Valor. 8. Organização Judiciária Nacional: Composição e funcionamento. Processo do Trabalho: prazos e recursos.

DEPEN - Para quem não quer peder tempo...

1. Cargo: Agente Penitenciário

2. Remuneração: R$ 3.254,04 referentes ao vencimento básico, acrescida de Gratificação de Desempenho de Atividade de Agente Penitenciário Federal - GDAPEF, de que trata a MP nº 441/2008, seção XXIII

3. Banca: Funrio - http://www.pciconcursos.com.br/concurso/104150

4. Programa:

4.1.Língua Portuguesa

4.2. Conhecimentos de Informática

4.3. Raciocínio Lógico

4.4. Conhecimentos específicos:

4.4.1. DIREITO CONSTITUCIONAL: 1. Direitos e garantias fundamentais: direitos e garantias individuais e coletivos; direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade; direitos sociais; nacionalidade; cidadania e direitos políticos. (arts. 5 a 11) 2. Poder Executivo: forma e sistema de governo; chefia de Estado e chefia de Governo. (arts. 12 a 17) 3. Defesa do Estado e das instituições democráticas: segurança pública; organização da segurança pública. (arts. 20 a 28; 32, 136 a 144) 4. Ordem social: base e objetivos da ordem social; seguridade social; educação, cultura e desporto; ciência e tecnologia; comunicação social; meio ambiente; família, criança, adolescente e idoso. (arts. 193 a 236) 5. Anistia e Indulto. (art. 21; 84) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm

4.4.2. DIREITO ADMINISTRATIVO: 1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. 2. Organização administrativa da União; administração direta e indireta. 3. Agentes públicos: espécies e classificação; poderes, deveres e prerrogativas; cargo, emprego e função públicos; regime jurídico único: provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição; direitos e vantagens; regime disciplinar; responsabilidade civil, criminal e administrativa. 4. Poderes administrativos: poder hierárquico; poder disciplinar; poder regulamentar; poder de polícia; uso e abuso do poder. 5. Atos administrativos: conceitos, requisitos, atributos, classificação, espécies e invalidação. 6. Controle e responsabilização da administração: controle administrativo; controle judicial; controle legislativo; responsabilidade civil do Estado. 7. Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, publicada no D.O.U. de 12 de dezembro de 1990 e posteriores atualizações (regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8112cons.htm 8. Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, publicada no D.O.U. de 3 de junho de 1992 (dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função da administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8429.htm

4.4.3. DIREITO PENAL: 1. Infração penal: elementos, espécies. (arts. 13 a 25) 2. Sujeito ativo e sujeito passivo da infração penal. (arts. 26 a 31) 3. Tipicidade, ilicitude, culpabilidade, punibilidade. (arts. 1 a 12) 4. Imputabilidade penal. (arts. 26 a 28) 5. Concurso de pessoas. (arts. 29 a 31) 6. Crimes contra a pessoa.(arts. 121 a 154) 7. Crimes contra o patrimônio. (arts. 155 a 183) 8. Crimes contra a Administração Pública. (arts. 312 a 359-H) 9. Abuso de autoridade (Lei n° 4.898 de 9 de dezembro de 1965, publicada no D.O.U. em 13 de dezembro de 1965) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4898.htm 10. Lei n° 11.343, de 23 de agosto de 2006, publicada no D.O.U. de 24 de agosto de 2006 - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11343.htm 11. Crimes contra a ordem tributária (Lei n° 8.137 de 27 de dezembro de 1990, publicada no D.O.U. de 28 de dezembro de 1990) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8137.htm 12. Crimes hediondos (Lei n° 8.072 de 25 de julho de 1990, publicada no D.O.U. de 26 de julho de 1990) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8072.htm 13 Crimes de tortura (Lei n° 9.455 de 7 de abril de 1997, publicada no D.O.U. de 8 de abril de 1997) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9455.htm 14. Lei de Execução Penal (Lei n° 7.210 de 11 de julho de 1984, publicada no D.O.U. de 13 de julho de 1984) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7210.htm 14. Estatuto do Desarmamento (Lei n° 10.826 de 22 de dezembro de 2003, publicada no D.O.U. de 23 de dezembro de 2003) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.826.htm

4.4.4. DIREITO PROCESSUAL PENAL: 1. Inquérito policial; notitia criminis.(arts. 4 a 23)2. Ação penal; espécies. (arts. 24 a 62) 3. Jurisdição; competência. (arts. 69 a 91) 4. Prova (artigos 155 a 184 do Código de Processo Penal). 5. Prisão em flagrante.(arts. 8, 26 e 282 a 310) 6. Processos. dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos. (arts. 513 a 518)

4.4.5. DIREITOS HUMANOS: Declaração Universal dos Direitos Humanos (adotada e proclamada pela Resolução 217-A (III) - da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948) - http://www.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm Os Direitos Humanos na Constituição Federal de 1988 (artigos 5° ao 15) - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm

Mestre dos Mestres

Que o Mestre dos Mestres o ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.

Que o Mestre da Sensibilidade o ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.

Que o Mestre da Vida o ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difícies da sua história.

Que o Mestre do Amor o ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência.

Que o Mestre Inesquecível o ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.

Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.

Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo.

Depois da mais longa noite, surgirá o mais belo amanhecer.

Espere-o.

Augusto Cury

Simples, simples assim...

O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome:

Maravilhoso

Conselheiro

Deus Forte

Pai da Eternidade

Príncipe da Paz.

Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Isaías 9:2-7
Isaías 53: 2-5

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Lucianos, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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