domingo, 9 de novembro de 2008

Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho - Art. 16

COMPETÊNCIA

I - subsidiar a formulação e proposição das diretrizes e normas de atuação da área de segurança e saúde no trabalho;

II - planejar, supervisionar, orientar, coordenar e controlar a execução das atividades relacionadas com a inspeção dos ambientes e condições de trabalho;

III - planejar, coordenar e orientar a execução do Programa de Alimentação do Trabalhador e da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho;

IV - planejar, supervisionar, orientar, coordenar e controlar as ações e atividades de inspeção do trabalho na área de segurança e saúde;

V - subsidiar a formulação e proposição das diretrizes para o aperfeiçoamento técnico-profissional e gerência do pessoal da inspeção do trabalho, na área de segurança e saúde;

VI - coordenar as atividades voltadas para o desenvolvimento de programas e ações integradas de cooperação técnico-científica com organismos internacionais, na área de sua competência;

VII - supervisionar, no âmbito de sua competência, a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego. (Redação dada pelo Decreto nº 6.341, de 2008).

Mestre dos Mestres

Jesus marcava as pessoas com seus gestos incomuns.

Amava conhecer novas pessoas e penetrar no mundo delas.

Ele deixava atônitos seus íntimos ao revelar uma coragem e inteligência imbatível e, ao mesmo tempo, ser capaz de falar de amor e de chorar sem medo.

Nós maquiamos nossos comportamentos, ele não tinha disfarces.

Qualquer pessoa, mesmo a mais simples, tinha acesso à sua agenda.

Nós gostamos da posição social, ele queria o trono no coração das pessoas, buscava o seu amor.

Alguns de nós gostam de controlar as pessoas, Ele queria que elas fossem livres. Por isso, nunca pressionou ninguém a segui-lo.

Naqueles ares, Ele dizia que, se alguém tivesse sede viesse e bebesse. Não pressionava, não manipulava, apenas convidava.

Todos tinham aversão por leprosos. Ele os tocava e tratava um leproso como um príncipe.

Sua reações delicadas e gentis deixava todos surpresos. Ele quebrava todos os protocolos, rompia diaramente sua rotina.


Extraido de 12 Semanas para mudar uma vida. Augusto Cury

Histórias de Sucesso

Tudo começou na infância de Mozart, na própria São Caetano.

A sensibilidade social e musical herdada do avô e da mãe o levou, ainda menino, a ajudar crianças pobres da periferia “dando-lhes a comida que fazia falta em casa”.

Morava perto do cemitério e durante a seca via passar “caixão de anjo” quase todo dia, lembra ele.

Um dia, notou que ao tocar violão, aprendido desde os 9 anos, despertava vivo interesse dos meninos pobres, mesmo os alunos mais rebeldes.

Decidiu então, intuitivamente, aos 15 anos, em 1978, unir música e trabalho social.
Criou um coral que cantava nas missas, tocava violão nos bairros, arranjou instrumentos e salas emprestadas para aulas.

“Desde então, trabalho de domingo a domingo nisso”, vencendo críticas e a descrença inicial na sua “loucura”. Foi então que sentiu necessidade de estudar música a sério, fez, durante 10 anos, o Conservatório em Recife, a 150 KM. E depois, a faculdade de música em João Pessoa (mais 120 KM de Recife), bacharelando-se em flauta transversa.

As longas viagens semanais não interromperam as atividades em São Caetano.

Foi aprendendo e ensinando aos meninos, encarregando-se de diversos instrumentos.

Sua banda conta apenas com instrumentos de sopro, além das vozes.

Segue a tradição local, que é a das bandas de pífanos, explica o maestro, que só agora está fazendo o mestrado em Regência por uma universidade americana – que o obriga a periódicas idas a Recife.

A sua preocupação com as raízes culturais do agreste fica patente no repertório dos espetáculos e discos da banda, na sua recusa a convites para estudar ou trabalhar no exterior e até mesmo nos seus estudos tardios. Quis consolidar as raízes antes de freqüentar a academia, explicou. Dos primeiros meninos e meninas que formou, muitos(as) são hoje músicos de várias instituições em outras cidades, principalmente bandas militares.

Uma delas, Iris Vieira, tornou-se a única mulher a tocar tuba numa orquestra sinfônica brasileira, ao ser aprovada, em primeiro lugar, num concurso para a Orquestra de Recife. Cursa agora a universidade, além de continuar na banda.

A turma que integra a Banda do Agreste, meninos(as) da primeira geração, hoje beirando os 30 anos, são estimulados a graduar-se na universidade e mantêm-se fiéis ao projeto de São Caetano, dando aulas como voluntários(as), além de doarem parte do que ganham para manter a fundação.

É o caso de Iris e também de Maria Lauciete da Silva, agora professora de oboé, recém-graduada na Universidade Federal da Paraíba, “porque Recife não tem o curso”. Lauciete está no projeto desde os 8 anos. Foi atraída ao coro formado pelo “maestro” há 22 anos. “Ele mudou a minha vida e a mentalidade da minha família”, reconheceu. Filha de camponeses, Lauciete teve de trabalhar para financiar seus estudos, que também incluíram graduação em língua portuguesa. “Sempre quis ser professora”, contou, mas agora realiza sua vocação na música. Teve de vencer a resistência do pai e da mãe, que “rejeitavam a música como profissão”.

Na cultura local, cabe às mulheres “o trabalho doméstico ou na escola”.

Aprender música clássica “agravou o choque”, mas, pouco a pouco, a família aceitou e hoje um de seus irmãos estuda clarinete.

Além da banda, ela tem como fonte de renda as aulas de canto que dá a um coral criado por uma empresa. “Posso até ir para o exterior fazer um curso, mas volto a São Caetano”, garantiu.

A banda, inicialmente de 35 componentes, foi reduzida à metade para facilitar as apresentações em locais distantes, barateando os custos de transporte e hotéis, segundo Mozart. Seu sonho é que algum patrocínio ou outra fonte de recursos permita ampliar a fundação e afastar a constante ameaça de insolvência.

A sede tem capacidade para receber apenas 200 alunos(as), mas a cada ano se candidatam entre 400 e 500 pessoas, ressaltou. Ele calcula que o projeto já beneficiou cerca de mil meninos e meninas, o que é significativo num município que tem cerca de 8 mil estudantes no ensino fundamental e 35 mil habitantes. A fundação, que existe desde 1993, está em processo de reconhecimento como instituição de ensino profissionalizante pelo governo estadual de Pernambuco, o que pode abrir novos horizontes.

Por enquanto, seu ensino é complementar, para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, e exige-se que sejam bons estudantes em escolas regulares. A música melhora o desempenho escolar, garantiu Maria José dos Santos, de 17 anos, que estuda oboé com Lauciete e afirma “conhecer crianças endiabradas que se disciplinaram e ganharam interesse pelas aulas”. Mozart, no entanto, já enfrentou reações violentas à sua atividade.

Há 11 anos, foi acusado de ter promovido o seqüestro de um de seus alunos, que apareceu com sinais de agressão. Isso lhe rendeu um escândalo e um penoso processo judicial, arquivado após manifestações de solidariedade de músicos famosos, como Ivan Lins. Foi uma armação de “coronéis” da política local, temerosos de que o maestro usasse a popularidade para disputar algum cargo político, segundo Paulo Thiago, que incluirá o incidente no seu filme "Orquestra dos Meninos".

Jornal da Cidadania nº 135 – junho de 2006.

Saiba mais: Fundação Música e Vida http://users.telenet.be/bandadesaocaetano/Fundacaopt.htm
Foto: http://users.telenet.be/bandadesaocaetano/Foto%20overzicht.htm

Simples, simples assim

O otimismo é a fé que leva à realização.

Nada pode ser feito sem esperança ou confiança.

Helen Keller

Tecendo nossa vida


Nas famosas fábricas de renda de Bruxelas há certos aposentos reservados, onde se tecem os desenhos mais finos e delicados.

Esses cômodos são escuros, sendo que a única luz que ali entra vem de uma pequena janela, e incide diretamente sobre o modelo da renda.

No aposento há somente um artesão que fica sentado exatamente onde a estreita faixa de luz incide sobre as linhas com que trabalha." É assim que obtemos nossos melhores produtos", diz sempre o guia. "A renda é sempre mais delicada, na confecção e no desenho, se o artesão estiver no escuro e só o material for iluminado".

Parece que às vezes se dá o mesmo com nossa vidas. Tudo ao nosso redor está muito escuro, e não entendemos o que estamos fazendo. Não conseguimos ver o que está sendo produzido.

Somos incapazes de descobrir alguma beleza ou algo de bom em nossa existência. Entretanto se persistirmos e não desanimarmos, um dia veremos que o melhor, mais fino e delicado trabalho de toda a nossa vida foi feito naqueles dias em que tudo estava escuro.

Se você acha que está em profunda escuridão por causa de algo estranho e misterioso que independe da sua vontade, não tenha medo.

Prossiga sempre, tenha certeza, nunca duvide, algo de muito bom e belo sairá de todo o seu sofrimento e lágrimas.

Adaptado de Mananciais no Deserto.

sábado, 8 de novembro de 2008

MTE - Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - Órgão Específico Singular 1 - Art. 10

COMPETÊNCIA:

I - subsidiar a definição de políticas públicas de emprego, renda, salário e qualificação profissional;

II - planejar, controlar e avaliar os programas relacionados com a geração de emprego e renda, o seguro-desemprego, o apoio ao trabalhador desempregado, o abono salarial e a formação e o desenvolvimento profissional para o mercado de trabalho;

III - planejar e coordenar as atividades relacionadas com o Sistema Nacional de Emprego, no que se refere às ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional;

IV - planejar, coordenar, monitorar e avaliar as ações de estímulo ao primeiro emprego para a juventude;

V - acompanhar o cumprimento, em âmbito nacional, dos acordos e convenções ratificados pelo Governo brasileiro junto a organismos internacionais, em especial à OIT, nos assuntos de sua área de competência; e

VI - promover estudos da legislação trabalhista e correlata, no âmbito de sua competência, propondo o seu aperfeiçoamento.

Departamento de Emprego e Salário - Art. 11

COMPETÊNCIA

I - supervisionar e coordenar a execução de programas relacionados com a geração de emprego e renda, o seguro-desemprego, o apoio ao trabalhador desempregado e o abono salarial;

II - planejar, coordenar, executar e controlar os serviços de secretaria-executiva do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador;

III - orientar, coordenar e controlar as ações, projetos e atividades relativos à identificação do trabalhador e ao registro profissional;

IV - supervisionar a atualização da Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, de modo a promover sua constante adequação ao mercado de trabalho;

V - definir prioridades e necessidades e normalizar o processamento de dados relativos ao movimento de empregados e desempregados, providenciando a divulgação sistemática das análises e informações produzidas, observando a legislação pertinente;

VI - supervisionar, orientar, coordenar e normalizar as atividades relacionadas com o processamento de dados da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS, promovendo a divulgação das informações resultantes e sua utilização na sistemática de pagamento de benefícios;

VII - prover informações estatísticas e indicadores da evolução do mercado de trabalho e do emprego, promovendo a elaboração de análises, pesquisas e relatórios capazes de subsidiar a formulação de políticas públicas de emprego;

VIII - supervisionar e coordenar a execução das atividades do Sistema Nacional de Emprego no que se refere às ações integradas de orientação e recolocação profissional;

IX - articular-se com a iniciativa privada e com organizações não-governamentais, tendo em vista a ampliação das ações de apoio ao trabalhador e de intermediação de mão-de-obra;

X - supervisionar e orientar a realização de estudos da legislação trabalhista e correlata, no âmbito de sua competência, propondo o seu aperfeiçoamento;

XI - apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério, em sua área de competência; e

XII - articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência.

Departamento de Qualificação - Art. 12

COMPETÊNCIA

I - planejar, coordenar, supervisionar, controlar e avaliar a execução de políticas públicas de qualificação, incluindo programas relacionados com a formação, qualificação profissional básica e continuada, certificação, orientação e desenvolvimento profissional, articulados com a elevação de escolaridade na perspectiva da efetividade social e da qualidade de seus conteúdos e metodologia;

II - promover a articulação no campo da qualificação, certificação e orientação profissional, com as Secretarias de Trabalho e de Educação dos Estados e dos Municípios, os Conselhos Estaduais e Municipais do Trabalho e de Educação, os Institutos e as Escolas Sindicais, as Instituições de Formação Profissional e as Escolas Técnicas;

III - articular-se com os movimentos sociais, a iniciativa privada e com organizações não-governamentais, tendo em vista a ampliação das ações de qualificação, certificação e orientação profissional;

IV - supervisionar e orientar a realização de estudos da legislação trabalhista e correlata, no âmbito de sua competência, propondo o seu aperfeiçoamento;

V - articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência; e

VI - apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério, em sua área de competência.

Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude - Art. 13

COMPETÊNCIA

I - orientar e coordenar as atividades de incentivo ao estágio e à aprendizagem do jovem, de promoção da sua qualificação profissional, bem como as de implementação do serviço civil voluntário;

II - articular e desenvolver parcerias com a iniciativa privada visando captar vagas para a qualificação ou inserção de jovens no mercado de trabalho;

III - articular-se com organizações da sociedade civil, estimulando e apoiando a formação de consórcios sociais da juventude, com vistas a ações de preparação e inserção de jovens no mercado de trabalho;

IV - planejar, coordenar e supervisionar a execução das ações de intermediação de mão-de-obra dos jovens por intermédio da concessão aos empregadores de subvenção econômica para geração de empregos;

V - acompanhar a execução das ações para concessão de crédito assistido ao jovem empreendedor, no âmbito do Programa de Geração de Emprego e Renda - PROGER;

VI - apoiar tecnicamente os órgãos colegiados do Ministério, em sua área de competência; e

VII - articular-se com os demais órgãos envolvidos nas atividades de sua área de competência.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

MTE - Avaliando 2

01. Integra a estrutura do MTE, o seguinte órgão específico singular:

A. Secretaria de Políticas Públicas de Emprego;
B. Superintendência Regional do Trabalho e Emprego;
C. Conselho Nacional do Trabalho;
D. FUNDACENTRO
E. Conselho Nacional de Economia Solidária.

02. São órgãos específicos singulares:

I. Secretaria de Inspeção do Trabalho:
II. Secretaria de Relações do Trabalho;
III. Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;
IV. Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.

A quantidade de itens incorretos é igual a:

A. 0
B. 1
C. 2
D. 3
E. 4

03. São órgãos colegiados:

I. Conselho Nacional de Imigração;
II. Conselho Nacional de Economia Solidária;
III. Secretaria-Executiva;
IV. Ouvidoria-Geral

A quantidade de itens corretos é igual a:

A. 0
B. 1
C. 2
D. 3
E. 4

Gabarito: 

01. Letra A - art. 2°
B. Unidade Descentralizada
C. Colegiado
D. Entidade Vinculada
E. Colegiado

02. Letra C - art. 2°
I. certa
II. certa
III. errada - colegiado
IV. errada - colegiado

03. Letra C - art. 2°
I. certa
II. certa
III. errada - direto e imediato
IV. errada - direto e imediado

Tudo começou quando...

meus sobrinhos, e não são poucos, resolveram fazer concurso para o Tribunal de Justiça.

Eu já estava trabalhando como Auxiliar Judiciário, aprovada no concurso de 1993. Pediram-me que desse aulas.

Então nos reuníamos na casa de um deles aos finais de semana e estudávamos. Comecei a elaborar apostilas que eram chamadas por eles de "apostilas da Que-Quel".

Ah, devo dizer que também não foi fácil pra mim.

Sou caçula de uma família com dez filhos.

Meus pais, muito humildes, não podiam fazer mais do que faziam. Todos tivemos que nos virar muito cedo.

Mas eles estavam ali.... movidos de esperança. Ensinaram-me que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, não importa quantas vezes choremos... não importa se não chegamos em primeiro lugar... não importa se não alcançamos nossos alvos na primeira tentativa... não importam as adversidades... apenas continuem, dizia meu pai. E o via ali, praticando, ele mesmo, tudo o que ensinava.

E segui.

E então, como dizia, comecei a elaborar apostilas que foram ficando famosas... rsrs


No Fórum onde trabalhava, os colegas começaram a pedir que desse aulas. Mudei o local para minha casa e começamos a estudar.

E veio o concurso de 1997. Prova difícil.
Não obtiveram o êxito esperado. Mas não desistimos.

E veio o concurso de 2001. Estava já há algum tempo no TJ e resolvi que precisava mudar de cargo. Precisava passar para Analista. O que fazer? Pedi um mês de licença-prêmio e me tranquei em casa.

Prestem atenção. Tranquei-me!!! O tempo jogava contra mim. Minha licença foi deferida para 1º de julho de 2001 e a prova seria vinte e um dias depois.


Passava os dias lendo Codejrj e Estatuto e gravando a minha própria voz para escutar mais tarde, enquanto fazia outras tarefas.

Estudei o que pude, como pude.


E aí... em 2001 fui aprovada para Analista Judiciário (antigo Técnico Judiciário Juramentado). Gabaritei as questões de Codjerj e Estatuto.

Pouco tempo depois, estava trabalhando, quando um amigo, Vinícius, sabendo que eu havia gabaritado essas matérias, me convidou para dar aulas em Campo Grande-RJ.

Fui, morrendo de medo. Frio na barriga. Mas fui...

Lembra?? Jamais desistir!


Parece que gostaram... Daqui a pouco, ele mesmo , Vinícius, ao ser convidado para dar aulas em um curso da Barra, indicou meu nome para substituí-lo.

E lá fui eu... Assim, foram conhecendo meu trabalho.

Logo, estava sendo convidada para outro curso... e outro... e outro...


E tenho dado aulas desde então. A cada concurso, um novo desafio.

As apostilas da "Que-Quel" foram transformadas em apostilas da Professora Raquel Tinoco.

Amanda, minha sobrinha, está hoje no TJ-PR.

Outros sobrinhos seguiram rumos diferentes, sempre em frente, sempre na direção de seus sonhos. Estão chegando lá.


Meus alunos tornaram-se meus amigos e isso não tem preço.

Meu maior incentivo?? É acompanhar cada resultado e torcer por:

Admares, Alessandras, Alexandres, Alines, Amandas, Andréias, Andrezzas, Anicks, Arianes, Biancas, Bias, Brunos, Calixtos, Carlas, Carlos, Carlinhos, Carolinas, Carolines, Cidas, Christians, Constanças, Cristianes, Daniéis, Danielles, Deises, Denises, Diogos, Drês, Dris, Eneas, Fabíolas, Fábios, Fernandas, Filipes, Flávios, Freds, Giselas, Giseles, Ghislaines, Glórias, Hannas, Henriques, Ianos, Ilanas, Isabéis, Isabelas, Israéis, Ivanas, Ivans, Izadoras, Jackies, Jacques, Janes, Joões, Jeans, Julianas, Kayenes, Kátias, Lenes, Léos, Lúcias, Lucianas, Lucianos, Ludymilas, Luízas, Luzias, Magnos, Marcelas, Marcélis, Marcellas, Marcelles, Márcias, Marcys, Marianas, Marias, Megs, Meles, Mônicas, Patrícias, Pattys, Paulos, Pedros, Pritzes, Rafas, Rafaéis, Raphas, Raquéis, Renatas, Renées, Robertas, Robertos, Rodrigos, Rogérias, Silvanias, Simones, Sérgios, Suelens, Suellens, Tassianas, Tatis, Vanessas, Vicentes, Wilsons....

Deus os abençoe.

não desista!

não desista!

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