domingo, 7 de dezembro de 2008

O Bom e Excelente Mestre

Quando vemos a imagem do Cristo crucificado, logo imaginamos: "coitado, como sofreu!". Mas não devemos vê-lo como um pobre sofredor. 

Possuía  força e coragem incomuns.  

Não se calou nem mesmo quando enfrentou sérios riscos de morte. 

Estava em um mundo totalmente contrário ao seu.

Apresentou-se diante de homens hostis que não pensavam em outra coisa a não ser destruí-Lo.  
Seu discurso simples incomodou até os mais destros oradores.  

Mas não era inconseqüente. Tinha consciência do que poderia decorrer de suas palavras e atitudes. 

Era tolerante, humilde, ousado e determinado. 

Era cativante. Muitos O queriam como mestre. Seu método de ensino era diferente. 

Suas histórias representavam a vida em si e o que dela se poderia tirar com as atitudes certas. 

Muito diferente do que muitos crêem e pregam, Jesus não era um homem amargurado que vivia chorando o seu triste fim. 

Sabia o que lhe estava reservado e, ainda que tenha sofrido com a certeza da morte, enfrentou seus próprios medos e angústias e pregou a vida.  

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