sábado, 23 de outubro de 2010

O Belo Adormecido

Estava com saudade do Jiló? Ele continua o mesmo!!! Neste momento, adivinha onde ele está? Acertou quem falou aos meus pés, sob a mesa do computador. 

As travessuras??? Não param. Os gatos??? Coitados!!!

Resolvemos comprar uma cama para a Prince e uma para o Léo. Estava muito frio. O Léo, naturalmente, já fica dentro de casa, mas os outros cães, dormem lá fora. A Prince está bem idosa e por isso decidimos colocá-la para dormir aqui dentro. 

Pintou um ciuminho e as camas logo viraram tira-gosto. Para quem? Ora... O Jiló, claro. Como conseguimos salvar as camas de seu apetite voraz, encontrou outra tática de guerra.  Criou o MCSC (Movimento dos Cachorrinhos Sem Cama), escolheu uma delas e tomou posse. 

Resultado...


rsrsrs


Foto: Raquel Tinoco

Aprendendo com as Garças

Você, com certeza, já deve ter visto uma garça. Mesmo que seja em um Zoo. 

Não sabia, mas existem muitas, muitas garças, de várias cores e tamanhos. A mais comum por aqui é a garça branca, grande e pequena. Ah, a vaqueira também. 

Elas estão por toda a parte. Até no centro da cidade do Rio de Janeiro, em meio a carros e ao trânsito caótico, vejo garças. 




Mas uma atitude das garças chama a atenção. Elas estão sempre brancas, imaculadas... Nunca vi uma garça sujinha. Claro, esqueçam aqui os acidentes ecológicos. Digo que, naturalmente, as garças estão sempre limpas, mesmo que seus pés estejam fincados em águas poluídas, sujas, feias. As garças não se deixam contaminar. 




Nas minhas idas à cidade do Rio de Janeiro, muitas vezes atravesso a Linha Vermelha. Você já reparou na beleza que é aquela paisagem? Já observou os ninhais? Há garças por todos os lados. O mar??? Tremendamente poluído. O cheiro? Nem sempre agradável. Mas, as garças... as garças... Não posso deixar de observá-las. Enfeitam as pedras, as árvores do mangue, sobrevoam o carro, passam bem perto. Às vezes, o pôr-do-sol empresta mais beleza àquela paisagem. 

Aprendi com as garças que eliminar toda a sujeira pode demorar mais do que imaginamos. Aprendi que, às vezes, mesmo que contra a nossa vontade, necessário se faz conviver com o mal, mas não se deixar contaminar por ele, é uma questão de escolha.   

Adaptado do Sermão do Pastor Williams Corel - Domingo 17/10/2010
Fotos: Raquel Tinoco

Um leão por dia




Eu sofro de mimfobia. Tenho medo de mim mesmo, mas me enfrento todo o dia. 

Millôr Feranandes